Crescimento de 3,9, entre as famílias de renda mais elevada

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) paranaenses cresceu 3,9% em janeiro na comparação com o primeiro mês de 2019. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). O indicador ficou em 114,8 pontos no estado e ficou acima da média nacional, de 97,1 pontos. Na variação mensal, houve leve redução de 0,2%.
O MELHOR JANEIRO
A Intenção de Consumo das Famílias teve o melhor janeiro dos últimos cinco anos, com alta de 26% neste período. Os motivos para essa elevação são a perspectiva profissional, que cresceu 10,9% na variação anual, bem como o nível de consumo atual, que subiu 9,0%. A segurança no emprego atual, renda atual e acesso ao crédito também tiveram melhora considerável em comparação com janeiro do ano passado. Como consequência, a avaliação sobre se este é um bom momento para compra de bens duráveis, geralmente de maior valor, também aumentou 1,2% na variação anual.
MAIOR PONTUAÇÃO
Observa-se que a ICF de janeiro tem maior pontuação entre as famílias com rendimentos mensais acima de dez salários mínimos, com 122,4 pontos. Já entre as famílias com renda abaixo desse patamar, o indicador marca 113,2 pontos.

fonte:janeiro 31, 2020 – Notícias blog Prof. Aroldo

Se for aprovado no colegiado, o PLS poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para análise no Plenário do Senado. (Imagem: Agência Brasil/Ana Volpe)
Está pronto para votação na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) um projeto que proíbe a imposição, pelas lojas de departamentos, do pagamento da fatura de cartões de sua própria emissão unicamente em guichê dentro do estabelecimento.
O Projeto de Lei do Senado (PLS) 374/2017 é da senadora Kátia Abreu (PDT-TO) e inclui a medida no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990). Se for aprovado no colegiado, o PLS poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para análise no Plenário do Senado.
Segundo a senadora, muitas lojas de departamentos concedem descontos e vantagens para quem opta pelo uso de seus cartões, mas, em contrapartida, exigem que o pagamento da fatura seja feito somente no estabelecimento, obrigando o cliente a retornar à loja. Para Kátia Abreu, a obrigação é um fator que busca induzir o cliente a fazer novas compras. Pelo texto, passa a ser abusiva a cláusula com essa imposição.

Pelo texto feito por Kátia Abreu, passa a ser abusiva a cláusula com essa imposição(Imagem: Gabriel Matos/Senado Federal)
O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou voto favorável ao projeto. Ele entende que a proposição protege o consumidor e não exige obrigações excessivas do fornecedor.
“Trata-se de proposição branda e equilibrada, que não prejudicará a atividade econômica. O mínimo que deve ser exigido do fornecedor é não dificultar a vida do consumidor. A proposição, ressalte-se, não está impondo qualquer medida desproporcional ou de difícil cumprimento”, destaca Renan em seu parecer.

fonte:Por Agência Senado 28/01/2020 –

Frederico Trajano afirmou ter planos “extremamente ambiciosos” para a rede varejista nos próximos anos após oferta de ações de quase R$ 5 bilhões

Com a taxa de juros nas mínimas históricas, o contexto para os negócios no Brasil nunca foi tão favorável. A afirmação é de Frederico Trajano, presidente do Magazine Luiza, que disse ter planos “extremamente ambiciosos” para a rede varejista nos próximos anos.
No ano passado, o Magalu captou quase R$ 5 bilhões em uma oferta de ações. Com o caixa reforçado, a rede tem como planos ampliar o marketplace digital, com a venda de produtos de pequenos varejistas pelo site da empresa.
O Brasil conta com 6 milhões de empresas, mas apenas 5% do varejo brasileiro é realizado por canais digitais, segundo o CEO do Magazine Luiza. Na Coreia do Sul, de onde Trajano acabou de voltar, esse percentual é da ordem de 25%.
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“Como uma empresa que nasceu no varejo físico e fez essa transição para o digital, queremos passar nossa experiência para essas empresas”, afirmou Trajano, que participou hoje de evento promovido pelo Credit Suisse.
Na discussão sobre o papel do governo desde a eleição de Jair Bolsonaro, o primeiro assumidamente liberal na economia, o mais importante não é o tamanho, mas a eficiência do Estado, segundo o CEO do Magazine Luiza.
Ele citou o exemplo da China, um país com forte presença do Estado e que, segundo ele, foi o que mais gerou e distribuiu riqueza.
Ao defender a eficiência do governo, ele citou uma frase do líder chinês Deng Xiaoping. “Não importa se gato é branco ou pardo, o importante é que cace o rato.”

fonte:28 de janeiro de 2020 / Seu Dinheiro

Grandes empresas colocam em prática ações significativas para o reconhecimento de colaboradores e clientes com gênero não definido

Jena McGregor 28 de dezembro de 2019 | 16h00 Washington Post

Em julho deste ano, um dos maiores escritórios de advocacia anunciou uma nova abordagem para medir a composição de gênero de seus funcionários. Em vez de dizer que estava aumentando sua meta para funcionárias, o Baker McKenzie (presente em 47 países) disse que pretendia alcançar 40% de mulheres, 40% de homens e 20% de “flexibilidade”, que poderiam ser mulheres, homens ou pessoas não binárias, até 2025.
Advogados dizem que empresas maiores começaram a fazer esforços pequenos, mas mensuráveis, para reconhecer trabalhadores ou clientes não binários, instituindo linguagem neutra na comunicação, treinando funcionários de atendimento ao cliente para perguntar sobre pronomes preferidos ou atualizando códigos de vestimenta e instalações de banheiros para acomodar pessoas em todo o espectro de gênero.
A Quartz, agência internacional de notícias, informou que a gigante de serviços financeiros TIAA havia implementado diretrizes no final de maio, sugerindo que funcionários voltados para o atendimento ao cliente compartilhem seus pronomes pessoais em apresentações. Em março, a United Airlines se tornou a primeira companhia aérea a oferecer opções não binárias para a reserva de assentos de seus passageiros. E, no ano passado, a Accenture começou a oferecer aos funcionários a opção de listar pronomes preferenciais nas etiquetas de nome nas conferências e no diretório online da empresa.
A atenção crescente em relação ao assunto, dizem os defensores e advogados trabalhistas, reflete uma série de fatores que se uniram para levar as empresas a agir. A geração dos millennials, que agora compõem a maioria da força de trabalho, tem maior probabilidade de se identificar com a terminologia não binária do que as gerações anteriores.

Placa em banheiro público da Califónia (EUA) que sinaliza o uso permitido para pessoas com e sem gênero. Foto: Lucy Nicholson/REUTERS 30-09-2014
No entanto, apesar da crescente conscientização, os funcionários não binários ainda enfrentam muitos desafios. Uma pesquisa de 2015 do National Center for Transgender Equality constatou que, no ano anterior, 19% relataram ter sido demitidos, ter uma promoção negada ou ainda não terem sido contratados devido à sua identidade ou manifestação de gênero. Enquanto isso, 77% dos entrevistados que tinham emprego no ano anterior trabalhavam para evitar maus tratos no local de trabalho. (A pesquisa será refeita no próximo ano.)
Porém, o maior empecilho para os trabalhadores não binários ainda é conseguir um emprego, disse Alex Roberts, gerente de inclusão no local de trabalho da NCTE. Na pesquisa de 2015, os entrevistados tinham uma taxa de desemprego de 15%, três vezes a taxa nacional na época. “Se sua manifestação de gênero não se encaixa perfeitamente na expressão masculina ou feminina, francamente é difícil conseguir um emprego”, disse Roberts.
Um funcionário não binário – que trabalha no setor financeiro de Nova York e pediu para permanecer anônimo porque não está totalmente assumido no trabalho e também está no início de sua carreira – disse que compartilhar pronomes em assinaturas de e-mail no trabalho é “atencioso” e “respeitoso”, “e pode ajudar a tornar a discussão normal”.
Titi Tukes, analista sênior de consultoria da Accenture e que usa o pronome they (“eles”), fez uma sugestão no ano passado para adicionar um espaço para a identificação de pronomes no diretório online da empresa e ficou impressionado com a rapidez com que isso aconteceu. “Queremos tornar isso normal e começar a fazer este trabalho para garantir que todos se sintam confortáveis, mas também não queremos expor ninguém”, disse Tukes. “Definitivamente, não é uma situação onipresente.”
Tukes, que é negro, transgênero e não binário, disse que em empregos anteriores eles tiveram que ir a outros prédios para encontrar banheiros e solicitar que colegas de trabalho perguntassem se eles realmente trabalhavam lá. Tukes disse que trabalhar como funcionário não binário pode ser “cheio de altos e baixos”, incluindo momentos em que eles precisam ajudar os colegas a se sentirem confortáveis usando “they” e “momentos em que estou sendo defendido e endossado”.
Ellyn Shook, chefe de liderança da Accenture e oficial de recursos humanos, disse que foi uma sugestão em um webcast do qual Tukes fazia parte do ano passado que a levou a adicionar pronomes em seu próprio e-mail. Agora, ela também inicia orientações para novos contratados dizendo seu nome, onde estudou e que usa os pronomes “ela/dela”.
“Quando você está em uma guerra por talentos, precisa se comprometer a ajudar as pessoas tanto profissionalmente quanto pessoalmente”, disse Shook.
Pronome ‘they’: a palavra do ano
De acordo com o dicionário Merriam-Webster, o pronome ‘they’ (eles/elas) teve aumento de 313% nas buscas em 2019 em relação ao ano anterior. O pronome empregado no singular é usado na língua inglesa para denominar pessoas que se reconhecem não binárias. “A Associação Americana de Psicologia recomendou oficialmente o uso de ‘they’ empregado no singular em textos profissionais sobre pessoas cujo o gênero não é definido”, relatou o Merriam-Webster.
Tradução Claudia Bozzo

Plano de expansão da grife aposta em parceria com a rede de fast fashion

Peças de roupas serão vendidas por preços que variam entre R$ 89,99 e R$ 389,99 (Brendan McDermid/Reuters)
A Levi’s, marca da calças jeans mais conhecida do mundo, está vendendo algumas de suas famosas peças de roupa na rede de fast fashion Riachuelo. A parceria começou a vigorar no início de novembro e tem como objetivo aproximar a grife do público brasileiro, consolidar sua posição no mercado, ampliar vendas e expandir sua presença no território nacional.
“Temos o propósito de transformar vidas por meio da moda, e ter a Levi’s com a Riachuelo é mais um passo que nos permite cumprir com esse compromisso. A união das duas marcas chega para fortalecer ainda mais o nosso mix de produtos“, afirma Flávio Amadeu, diretor-executivo comercial da Riachuelo.
As peças já estão disponíveis em pré-venda no shop-online da loja de departamento. No dia 21 de novembro, a oferta dos produtos será disponibilizada em 26 lojas físicas da marca espalhadas pelo Brasil. Os modelos incluem camisetas, calças da linhas 510™, 700™, as clássicas truckers e acessórios. No e-commerce, estarão disponíveis para o público feminino, masculino e infanto juvenil. Os valores variam entre 89,99 reais e 389,99 reais.
Para Rui Araújo Silva, diretor da Levi’s no Brasil, o momento da marca contribui para esse novo passo. “Estamos em constante crescimento e comprometidos em nos consolidarmos no mercado brasileiro. A parceria com a Riachuelo é estrategicamente pensada para criar e estreitar relacionamento com novos públicos.” Esse modelo de vendas store in store (loja dentro da loja, em inglês) é comum nas lojas de departamento brasileiras, pois tem a possibilidade de alavancar vendas, aprimorar a experiência de compra do usuário e trazer maior variedade de itens disponíveis nas prateleiras.
A Renner, por exemplo, disponibiliza seu espaço para comercializar diferentes produtos de outras marcas, tais como Puma e Havaianas. A C&A, além das parcerias com empresas de vestuário, vende também eletrônicos em suas lojas, como o leitor de livros digitais Kindle, da Amazon, celulares da Samsung, Apple e Motorola. No setor de cosméticos e perfumaria, é comum encontrar as marcas Carolina Herrera, Paco Rabanne e Dolce & Gabanna à venda nesses estabelecimentos.
fonte: Por Lucas Cunha  Publicado em 4 nov 2019, 19h53 / VEJA