contraponto / site   –      10 de março de 2025 11:00

Por Lisiane Mehl Rocha

A partir de 26 de maio de 2025, entra em vigor a Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego nº 1419, que altera a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) e estabelece como obrigação das empresas identificar em seu Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), os “fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho”, ou seja, aqueles que podem causar estresse e adoecimento mental aos trabalhadores.

A NR-1 foi criada no final dos anos 70, onde esse assunto – saúde mental – ainda era pouco discutido e considerado tabu pela sociedade.  A preocupação do legislador era garantir a saúde física e a segurança dos trabalhadores.

Nessa época, popularizaram-se doenças como LER (lesão de esforço repetitivo), decorrente do uso de computadores, e a atenção no ambiente de trabalho estava voltada para a ergonomia.

De lá para cá muita coisa mudou, e hoje sabemos que o trabalho pode desencadear sofrimentos emocionais e doenças psíquicas, a exemplo do “burnout”, reconhecida como doença ocupacional desde 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e caracterizada pelo estresse crônico, que faz parte do cotidiano do trabalhador.

Dados do Ministério da Previdência Social revelam que em 2024 foram quase meio milhão de afastamentos em decorrência de transtornos mentais, ou seja, um aumento de 68% em relação ao ano anterior e o maior número em pelo menos dez anos.

Assim, a atualização da NR-1 vem reforçar a importância e a responsabilidade das empresas em manter um ambiente de trabalho saudável, livre de assédio e outras violências, sem a sobrecarga pelo cumprimento de jornadas excessivas.

A nova regra impõe aos empregadores a elaboração de um inventário de riscos e plano de ação (subitem 1.5.7 da NR-01), com a identificação dos possíveis riscos ocupacionais relacionados à saúde mental, documentos que deverão ficar à disposição aos trabalhadores interessados, Sindicato e autoridades de Inspeção do Trabalho.

Importante mencionar que em caso de não conformidade, o Ministério do Trabalho e Emprego poderá impor multas, que vão variar de acordo com o porte da empresa, reincidência e gravidade da infração.

A recomendação dada é que as empresas busquem a capacitação e treinamento de seus gestores, realizando ações preventivas e procurando manter um ambiente de trabalho equilibrado.

Ainda, são consideradas boas práticas de governança a adoção de “Código de Conduta e Ética”, como também a criação de “Canal de Denúncia”, acessível a todos os trabalhadores, garantindo o sigilo e privacidade das informações.

Ao repensarem suas estratégias e adaptarem-se às novas exigências da NR-1, além de promoverem a melhora do ambiente de trabalho e consequentemente evitarem afastamentos, as empresas conseguirão minimizar riscos de ajuizamento de ações perante a Justiça do Trabalho.

 

*Lisiane Mehl Rocha: é advogada especialista em Direito do Trabalho com atuação na área há mais de 20 anos.

Redação  amanha  / 14/03/2025

Na visão da CNC, as famílias estão se sentindo cada vez mais cautelosas com os seus gastos e preocupadas com o futuro

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), manteve o processo de queda dos últimos seis meses e reduziu 1,4% em março diante do mesmo mês de 2024. Mesmo com as quedas, o indicador se mantém ligeiramente dentro do espectro de otimismo (acima de 100 pontos), com 102,7 pontos. A pesquisa aponta também que as famílias de menor renda estão sendo as mais afetadas pelo cenário atual e apresentam insatisfação com relação ao consumo, entrando, assim, no espectro do pessimismo. A intenção de consumir tanto das famílias que recebem mais de dez salários mínimos quanto das que recebem menos, em março, registrou retração com taxa mensal de 0,5%. Com isso, a percepção das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos alcançou 99,8 pontos, entrando no espectro de pessimismo (abaixo dos 100 pontos) pela primeira vez desde novembro de 2024.

Em uma análise anual por gênero, a pesquisa revelou queda somente da intenção de consumo entre os homens, de 2,4%. O dado contrasta com a das mulheres, que obteve avanço de 0,2% em relação a março de 2024. “Os resultados deixam claros os efeitos adversos que a economia brasileira vem apresentando. As famílias estão se sentindo cada vez mais cautelosas com os seus gastos e preocupadas com o futuro”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros. “A ICF de março nos apresentou um dado importante. Os homens reduziram suas perspectivas de consumo em relação ao ano passado, enquanto as mulheres aumentaram”, avalia João Marcelo Costa, economista da CNC. O estudo revelou que as mulheres demonstraram uma Perspectiva de Consumo – ICF acima do resultado de março do ano passado (+0,3%), enquanto os homens experimentaram queda de 4,4% no indicador, apontando que as mulheres devem manter esses efeitos positivos nos próximos meses.

A ICF apontou também queda apenas no grupo com maior renda (-0,3%). As famílias com rendimentos abaixo de dez salários mínimos mantiveram uma taxa positiva (+0,5%). Este fato revela que os consumidores de maior renda estão sendo os mais afetados pela retração na oferta de crédito, dado que dependem menos desses recursos para seu consumo. No entanto, a retração no mercado de crédito ainda não causou uma reversão do indicador a ponto de colocá-lo no espectro de pessimismo (abaixo de 100 pontos).

Alexandre Hashiguchi – 20.3.25

 A importância de resolver problemas no atendimento ao cliente 
Todos nós cometemos erros, e os clientes sabem disso. O que realmente faz a diferença é como reagimos quando algo dá errado.

 “O CLIENTE até perdoa se você errar. O que ele não perdoa é se você não resolver.”

Ter um serviço de atendimento ao cliente eficiente e focado na resolução de problemas não apenas reconquista a confiança do cliente, mas também fortalece a relação e a fidelidade à marca. Lembre-se sempre: cada interação é uma oportunidade de mostrar comprometimento e valor.

Carlos Alves – 14.3.25

As vendas no varejo brasileiro caíram 0,4% em fevereiro, em comparação com o mesmo mês de 2024, descontada a inflação, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado. 

Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, houve crescimento de 5,1%, com o hashtag#ecommerce mostrando alta de 5,4% e o comércio físico registrando acréscimo de 5%.

O segmento de Bens Não Duráveis registrou queda de 1,4%, enquanto Livrarias, Papelarias e Afins apresentou a maior variação negativa.

A diminuição das vendas em Supermercados e Hipermercados também prejudicou o resultado. 

Fevereiro teve um dia útil a menos em relação ao ano passado, que foi bissexto. O resultado só não foi mais negativo porque este ano o Carnaval caiu em março. Se fosse em fevereiro haveria menos dias úteis e, portanto, menos atividade econômica.

Efeitos inflacionários também podem ter afetado negativamente o consumo. 

hashtag#tech hashtag#icva hashtag#timecielo

Fabien Datas – Linkedin – 17.3.25

InMoment realizou um desk research para montar um estudo explorando as principais tendências que estão moldando a experiência do cliente em 2025:

1️
 Gêmeos digitais (réplicas virtuais de clientes construídas a partir de vastas quantidades de dados)
=> Eles permitirão que as organizações simulem, prevejam e otimizem as experiências dos clientes, permitindo que as empresas personalizem as interações, testam antes de lançar e prevejam ações futuras com precisão

2️ Hiperpersonalização
=> Mudança de uma abordagem reativa para um modelo proativo e prescritivo, onde as experiências do cliente são personalizadas, tanto para as preferências individuais quanto para comportamentos futuros previstos, a fim de cultivar relacionamentos mais profundos e baseados em valor para construção de lealdade a longo prazo

3️ IA para prever o futuro
=> Sistemas avançados de IA fornecerão insights em tempo real e análises preditivas que permitem às empresas antecipar as necessidades dos clientes e tomar ações proativas para prevenir a perda de clientes, impulsionando o engajamento e o sucesso a longo prazo

4️ Máquinas com emoções
=> Surgimento de avatares com inteligência emocional, trazendo um novo nível de empatia para as experiências digitais, que serão capazes de reconhecer e responder a sinais emocionais, oferecendo soluções e respostas emocionalmente conscientes que criam engajamentos mais humanos

5️ Transparência
=> Não é mais um diferencial ser “transparente”, é o preço para conquistar a confiança do cliente. Práticas éticas de dados, dando visibilidade total sobre como os dados são tratados, têm o potencial de construir relacionamentos mais profundos com os clientes

6️ Clientes máquina
=> À medida que a IA, a Internet das Coisas e as tecnologias de IA conversacional se desenvolvem, dispositivos inteligentes e assistentes pessoais virtuais se tornarão participantes ativos na experiência do cliente, gerenciando tarefas como solução de problemas, compras e até mesmo iniciar solicitações de serviço sem intervenção humana

7️ Empatia em códigos
=> Evolução dos assistentes digitais, muito além dos chatbots e agentes virtuais atuais, tornando-se assistentes digitais quase conscientes, capazes de entender, interpretar e responder às emoções humanas em tempo real e tornando o atendimento ao cliente eficiente, mas também empático

8️ Insights digitais
=> À medida que as expectativas dos clientes por respostas em tempo real crescem, as organizações adotarão análises avançadas de Voz do Cliente impulsionadas por IA, para analisar dados de voz, texto e interação e fornecer insights, feedbacks e ações corretivas real time

9️ O novo “verde”
=> Crescente importância da CX e toda a jornada de compra centrada no meio ambiente, com apoio de novas tecnologias como Blockchain, para rastrear a origem e as cadeias de suprimentos dos produtos

hashtag#tendenciashashtag#consumohashtag#consumidorhashtag#IAhashtag#tecnologiahashtag#chatbothashtag#iot

Luiz Antonio Secco – 20.3.25 – Como fazer gestão de categorias

– leis trabalhistas absurdas na contratação e demissão
– luvas e alugueis por m2 altíssimos
– impostos inacreditáveis (tanto ICMS quanto os trabalhistas)
– custos estruturais enormes (viagens, administrativos, bancários, cartões)
– maiores taxas de juros do mundo

Têm de ser proficientes no planejamento e gestão das 3 variáveis comerciais do varejo:

VENDAS, ESTOQUES E MARGENS.

A busca incessante de AUMENTAR VENDAS é a maior prioridade de um varejista, e isso não precisa ser explicado, está na gênese de qualquer marca, seja qual for o segmento de atuação.

A segunda prioridade é REDUZIR ESTOQUES. Na verdade, isso não é de forma absoluta e sim, relativa. A busca não é a de reduzir o total dos estoques, em $ e em unidades, do varejista e sim, da relação entre o estoque e as vendas planejadas, a cobertura de estoque (CE).

A terceira prioridade é a MELHORIA DA MARGEM BRUTA OU MARKUP, que pode ser obtida seja num melhor markup inicial (através de melhor negociação, compra com maior profundidade, concentração ou troca de fornecedores) ou final (acertando mais nas vendas e estoques planejados e, em consequência, demarcando menos).

Todo este movimento é feito, sempre, por categoria de produtos, e não pela loja (ou rede) inteira.

E como deve ser feita esta gestão?

Minha experiência de muitos anos me levou a uma solução muito básica, muito simples, e por conta disso, muito eficiente: a

REUNIÃO SEMANAL DE GESTÃO DE CATEGORIAS, com os seguintes detalhes:

Frequência: semanal, sempre no mesmo dia da semana e horário. Por exemplo, toda 3ª feira, das 9h às 12h, ou das 14h às 17h.

Presentes: todos os principais envolvidos com produto (estilo ou design, planejamento, compras), marketing, e lojas. O número e status dos presentes depende, claro, do tamanho do varejista.

Conteúdo: análise, sempre por categoria, das vendas, estoques, markups, e PMV, no mês corrente, comparados com vendas, estoques, markups e PMV do ano passado e planejados. Além disso, análise por categoria da situação da verba de compras (que vários chamam de open to buy).

Ata: sempre colocar o assunto, decisão ou status quo, responsável e prazo. Esta ata passa a ser automaticamente a pauta da próxima reunião.

Na minha experiência em implantar e acompanhar esta reunião semanal de gestão de categorias, em pouco tempo de atividade o 1º escalão da empresa passa a dominar as variáveis comerciais, se alinhar em relação aos problemas, êxitos e oportunidades por categoria, relacionar gestão de produtos com marketing e vendas, enfim, se causa uma ruptura no processo de administração da empresa que faz com que seus resultados subam de patamar.

Assim, recomendo que todo varejista priorize totalmente a gestão de categorias, e utilize como principal ferramenta esta reunião semanal com seu primeiro escalão.

Fabiano Simoes – Linkedin 11.3.25
O comparativo entre fevereiro/25 x fevereiro/24 mostra um crescimento médio de +0,9% no fluxo de consumidores nos shoppings brasileiros.

Mas os números variam bastante por região:

Nordeste liderando: +3,8% de aumento no fluxo! O que pode estar impulsionando esse crescimento? Turismo, sazonalidade ou novos hábitos de consumo?

Norte e Sudeste estáveis: +0,6%, indicando uma leve retomada.

Centro-Oeste e Sul em queda: -1,2% e -0,7%, respectivamente. Será que fatores econômicos ou mudanças no comportamento do consumidor estão influenciando?

Para quem trabalha com varejo e expansão, esses dados são valiosos!

Eles mostram oportunidades e desafios regionais que podem guiar estratégias de crescimento, escolha de novos pontos de venda e ações de marketing mais assertivas.

E você, como enxerga esse cenário? Acredita que os shoppings vão continuar em alta ou precisam se reinventar ainda mais?

19.2.25 redação

 

Recebe R$ 100, mas quase R$ 60 já têm destino certo. Esse é o retrato das famílias brasileiras, segundo um levantamento que revelou: a cada R$ 100 recebidos, apenas R$ 42 sobram após os gastos essenciais.

Esse valor é calculado com base numa renda média familiar e uma cesta básica de consumo, que inclui os itens essenciais: saúde, transporte, educação, cuidados pessoais e alimentação no domicílio.

Na prática, esse indicador mostra quanto a família média brasileira consegue gastar em atividades secundárias que impactam na qualidade de vida, como lazer, roupas, reforma na casa, viagens etc.

(Imagem: Estadão)

Segundo os cálculos da pesquisa, a inflação dos itens essenciais dessa cesta encerrou 2024 em 5,8%, enquanto o IPCA uma porcentagem de 4,8%.

A situação é ainda pior quando olhamos somente para as famílias de menor renda. Para se ter uma ideia, a família média das classes D/E têm apenas 20,6% de folga no orçamento domiciliar.

Para controlar essa inflação, o Copom promoveu um aumento de 1pp na taxa básica de juros, para 13,25% — e deve promover mais um em março. O mercado já projeta a Selic fechando 2025 em 15%.

Luiz Alberto Marinho / Diret. Gouvea Malls / Linkedin / 16.2.25

O relatório mostra que as vendas totais da indústria de shoppings cresceram 1,9% em termos nominais ante 2023. Além disso, a quantidade média de visitas mensais aumentou 2,9%, chegando a 476 milhões de pessoas, um número imponente, mas ainda inferior aos 505 milhões registrados em 2019, antes da pandemia.

Vejam abaixo o interessante comentário do Bradesco BBI sobre os resultados apresentados:

“Os dados da ABRASCE reforçam o domínio dos ativos dos players listados em relação à média do setor, uma vez que esperamos que ALLOSIguatemi S.A. e Multiplan Empreendimentos S.A. aumentem as vendas dos lojistas em um dígito médio para alto, em comparação ao dígito único baixo da média do setor.

Além disso, a inadimplência também chama a atenção, já que as companhias listadas apresentam valor marginalmente negativo, enquanto a indústria está em ~4%”.

De fato, o balanço do 4T24 da Multiplan, já divulgado, registrou elevação de 9,3% nas vendas totais dos lojistas, percentual bem superior aos 1,9% da média do setor.

Nós na Gouvêa Malls já prevíamos esse distanciamento entre as companhias de maior porte e o conjunto dos shoppings no país. Em entrevista ao Valor Econômico, um ano atrás, afirmei:

“Eu acredito que há espaço para recuperação maior (das vendas dos lojistas) em 2024, mas ela será desigual. Há shoppings que já estão tomando medidas para reagir. Com isso a divisão do ‘bolo’ vai mudar, com empresas melhor preparadas saindo na frente”.

Luiz Alberto Marinho / Gouvea Malls – Linkedin / 25.2.25

O último movimento foi a venda da BAW Clothing para seus antigos donos (a compra havia acontecido em 2021).

Segundo matéria publicada hoje pelo NeoFeed, as lojas físicas atuais serão fechadas e apenas a flagship do Bom Retiro permanecerá aberta.

Se a informação se confirmar, isso significará encerramento de lojas em shoppings importantes, como BarraShopping e Rio Sul (RJ), MorumbiShopping, Eldorado e Catarina Fashion Outlet (SP).

Na sexta-feira passada a Azzas 2154 já havia anunciado que a TROC, marca de moda de second hand, que conta com uma loja física no Pátio Batel, em Curitiba, seria descontinuada.

Isso tudo representa uma mudança na estratégia da companhia, que parece querer concentrar esforços em marcas e segmentos capazes de gerar melhores resultados.

Vale lembrar que, no ano passado, a Azzas 2154 já havia encerrado as operações de marcas como Dzarm, Reversa e Simples. A Fábula de moda infantil, voltou para dentro da FARM Rio. E Brizza foi incorporada pela Arezzo.

Podem ser medidas duras, mas não dá para negar que fazem sentido no atual cenário econômico, considerando o momento do varejo de moda no país.

Alexandre Birmann, CEO da Azzas, parece inspirado pelo refrão de Go Back, dos Titãs, que diz: “só quero saber do que pode dar certo, não tenho tempo a perder”. 😉

Diogo Bulhões de Almeida Salgado • 2º

Gerente de Marketing e Branding | Coordenador de Eventos e Experiência de Marca | | Gestão de Negócios | Marketing Digital | Redes Sociais | Planejamento Estratégico | Relacionamento com o Cliente | Liderança | CRM

A reestruturação do portfólio de marcas do Azzas 2154 é um movimento estratégico importante, especialmente diante do cenário desafiador do varejo de moda no Brasil. A decisão de focar em marcas e segmentos com maior potencial de resultados, mesmo que isso signifique encerrar operações de outras, reflete uma visão pragmática e alinhada com as necessidades do mercado atual.

A venda da BAW Clothing, Fábula e Brizza, mostram um esforço claro de otimização e concentração de recursos. Essas decisões, embora difíceis, podem ser essenciais para garantir a sustentabilidade e o crescimento do grupo a longo prazo.
Parabéns ao Alexandre Birmann e à equipe da Azzas 2154 pela coragem de tomar decisões difíceis em prol da eficiência e do futuro do negócio.

Viviane Eiras • 2º

Gerente Sênior de Marketing, Estratégia e Growth | Performance | Branding | Comunicação | Gestão de Equipes | Planejamento Estratégico | Marketing Digital | Geração de Demanda

Movimentos ousados, mas que parecem ser muito certeiros.