Maurício Bastos / Linkedin

Ontem saíram os resultados de 2025 do Azzas 2154 e, para mim, eles contam uma história maior do que o balanço em si. Foi um ano de integrar estruturas, simplificar portfólio e construir uma empresa mais preparada para crescer com consistência. E isso aparece nos números: o grupo fechou 2025 com R$14,7 bilhões de receita bruta, R$1,94 bilhão de EBITDA recorrente e R$1,2 bilhão de geração de caixa operacional.    Mas o ponto que mais me chama atenção é a qualidade desse crescimento. Os canais de sell-out cresceram 9,3% no ano, com avanço de 11,8% em lojas próprias e 5,4% no e-commerce. Mas, para além dos indicadores financeiros, existe uma camada estrutural que ajuda a explicar esses resultados: a evolução do digital dentro do negócio. Hoje, o digital não é apenas um canal de vendas. Ele funciona como uma plataforma que conecta toda a jornada do cliente, do e-commerce às lojas físicas, passando por aplicativos de vendedores, CRM, dados e novas experiências de compra. Esse ecossistema permite integrar marcas, canais e relacionamento com o consumidor de uma forma muito mais inteligente. Quando a engrenagem funciona bem, ela não só vende mais. Ela melhora a qualidade da decisão, reduz fricção e aumenta a capacidade de capturar valor ao longo do tempo. Outro destaque importante foi a nossa Business Unit Fashion Women, que cresceu 18,7% em 2025, puxada por marcas muito conectadas com o consumidor, e a FARM Rio, que segue se consolidando como uma marca global, com 27,6% de crescimento internacional. A receita internacional do grupo avançou 21% no ano, e o próximo passo já está sendo discutido: ampliar a presença global da Farm, inclusive com estudos para entrada na Ásia.    Seguimos trabalhando para transformar criatividade em negócio, fortalecer nossas marcas e construir um grupo cada vez mais relevante no Brasil e no mundo.

 

 

 Erico Morbis / Sindishopping

Impossível não registrar elogios! Foi uma fusão ousada, num momento de incertezas, juros elevados, consumidores endividados, marcas de perfis antagônicos e daí claramente equipes de M.O. com características de todo tipo, espalhadas em mil e cem lojas pelos principais centros! De cara, problemas públicos e notórios e houve qem já aventassse retorno! Desfazer fusão! Agora, nem 25 meses, eis os nrs. Assombrosos! Case histórico de nosso varejo! CEO de DNA varejista nas veias e talentoso! E virá mais! A gente vê gorduras de eficácia! Equipes se conciliando, Como é bom ver fatos assim bem verde amarelos!

Reginaldo Nogueira Linkedin

O mapa do crescimento econômico no Brasil nas últimas três décadas conta uma história clara. Entre 1995 e 2025, o PIB real brasileiro cresceu cerca de 222% — mas de forma muito desigual entre os estados.  O Centro-Oeste liderou com folga, impulsionado pelo agronegócio. Mato Grosso cresceu impressionantes +661%.  Norte e Nordeste também avançaram acima da média nacional em vários estados.  Já o Sudeste, com economias mais maduras, cresceu menos. São Paulo (+150%) e Rio de Janeiro (+191%) ficaram bem abaixo da média. Em outras palavras: o dinamismo recente da economia brasileira veio cada vez mais do interior do país.

Confederação levou ao debate análises de custos, emprego e produtividade, reforçando a visão do setor na construção de soluções sustentáveis

A Frente Parlamentar Mista do Ambiente de Negócios (FPN) realizou, nesta quarta-feira (11), em Brasília, a primeira reunião de trabalho de 2026 com o tema Trabalho, Renda e Produtividade. O encontro reuniu parlamentares, lideranças empresariais, especialistas e jornalistas. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) esteve presente com sua diretora de Relações Institucionais, Nara de Deus, e o seu economista-chefe, Fabio Bentes, que apresentou estudos sobre os impactos da proposta de redução da jornada de trabalho em discussão.

Foto: Flávio Barbosa

O debate foi conduzido pelo presidente da FPN, deputado Mendonça Filho (União-PE), e trouxe diferentes visões sobre produtividade, competitividade, bem-estar dos trabalhadores e sustentabilidade econômica.

Construção de consensos

O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), autor da PEC de redução da jornada de trabalho, abriu o debate destacando a importância de construir consensos. Ele lembrou que o Brasil vive um período de forte transformação tecnológica e afirmou que o País tem condições de promover uma reindustrialização moderna.

“Perdemos participação na indústria mundial e precisamos reagir com mais inovação, sustentabilidade e produtividade”, afirmou.

Lopes defendeu a convergência em torno da jornada semanal de 40 horas, no modelo 5×2, a ser implementado de forma gradual. Segundo ele, pesquisas indicam que trabalhadores rejeitam a escala 6×1 e valorizam formatos que ampliem qualidade de vida. “A sociedade quer mais equilíbrio, e isso precisa ser considerado”, disse.

O parlamentar observou que empresas de diversos setores já testam modelos diferentes de jornada, reportando ganhos consistentes de produtividade; e reforçou a importância de políticas de qualificação e atenção especial a micros e pequenas empresas, mais sensíveis a aumento de custos.

Riscos de informalidade

O deputado Kim Kataguiri (União–SP) alertou para o risco de que as mudanças propostas aumentem custos trabalhistas e ampliem a informalidade. “A maior parte das pessoas quer estar no mercado formal, mas o custo impede que isso aconteça”, explicou.

O parlamentar citou a experiência de formalização das domésticas, que resultou em aumento da informalidade, e defendeu que o debate avance com base em análises econômicas sólidas. Ele também ressaltou a necessidade de políticas públicas mais consistentes voltadas à saúde mental dos trabalhadores.

Escuta dos setores

Relator da PEC da Jornada 6×1, o deputado Paulo Azi (União–BA) salientou que o debate exige equilíbrio, especialmente em ano eleitoral. “Reduzir jornada sem reduzir salários é um princípio básico, mas isso precisa ser feito com responsabilidade e transição”, pontuou.

Azi adiantou que o Parlamento iniciará um ciclo de audiências com governo, centrais sindicais e setores produtivos — incluindo a CNC — para construir um diagnóstico preciso dos possíveis efeitos da mudança nas relações de trabalho.

CNC apresenta estudo técnico

O economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, apresentou uma análise técnica dos efeitos potenciais da redução da jornada. Ele enfatizou que, embora a literatura reconheça benefícios ao trabalhador, os impactos na economia variam amplamente entre setores.

“Medidas desse tipo podem ser positivas, mas precisam ser sustentáveis. Há efeitos significativos sobre custos, preços e competitividade”, explicou.

Bentes lembrou que a formalização do trabalho doméstico gerou a eliminação de cerca de 300 mil empregos formais por causa do aumento dos custos. No comércio, estudo da CNC mostra que a mudança da jornada pode elevar, em média, 21% das despesas com folha de pagamento.

“Um trabalhador mais saudável, satisfeito e produtivo interessa à economia e ao comércio. O desafio é equilibrar bem-estar, produtividade e preservação do emprego”, esclareceu.

O economista-chefe reforçou ainda a importância da negociação coletiva como instrumento para ajustar jornadas conforme a realidade de cada segmento econômico.

Após o debate com a participação de todos os setores representados, o relator da matéria encerrou a reunião afirmando que o diálogo será fundamental. “Queremos construir algo que seja bom para a classe trabalhadora, mas que também preserve os empregos e a capacidade do setor produtivo”, disse.

A CNC continuará acompanhando as discussões no Congresso e contribuindo com estudos técnicos que ajudem a calibrar propostas capazes de promover produtividade, competitividade e geração de empregos, pilares essenciais para o desenvolvimento do comércio, serviços e turismo no País.

Fotos: Felipe Soares

Marcelo Peruzzo / Linkedin

O CARNAVAL ACABOU E A RESSACA CHEGOU. Mas a maior ressaca não é de bebida: é a do “viralatismo” brasileiro.  Muita gente adora passar o ano inteiro falando mal do Brasil, cuspindo no prato que comeu e exaltando o “primeiro mundo” como se lá fosse o paraíso na Terra. Mas que tal olharmos para os números reais antes de postar a próxima crítica? Você já parou para ver a dívida pública por habitante? O quanto cada cidadão “deve”, proporcionalmente, em relação à economia do seu país? Prepare-se para o choque de realidade (projeções para 2026):  Estados Unidos: ~ US119.600 por pessoa  China: US 15.100 por pessoa  Brasil: US10.300 por pessoa  Russia: US 3.900 por pessoa Sim, você leu certo. A dívida por habitante nos EUA é ordens de magnitude maior que a nossa. Enquanto muitos olham apenas para o PIB, esquecem que o estoque de dívida americano, quando cruzado com a capacidade econômica, coloca cada cidadão deles em uma posição de endividamento bruto altíssima. O Brasil é um sobrevivente resiliente. Mesmo com um sistema financeiro que muitas vezes parece trabalhar contra, movido pela ganância de setores da Faria Lima e Alphaville quebrando bancos em série, comandada por gente arrogante e estúpidamente ignorante … Mesmo com as divisões ideológicas profundas e o peso de guerras religiosas no debate público… Mesmo fazendo “tudo errado” na visão dos pessimistas de plantão… Nós ainda estamos de pé. Nossa dívida bruta por habitante (projeção 2026) de aproximadamente US$ 10.300 mostra que, apesar dos desafios fiscais, a narrativa de “caos absoluto” comparada ao exterior nem sempre se sustenta nos números frios. O Brasil tem uma base doméstica de financiamento e uma capacidade de sobrevivência que muitos países “modelo” invejariam se estivessem no nosso lugar. Antes de falar mal e dizer que “isso aqui não tem jeito”, entenda: o Brasil é incrível justamente porque sobrevive a si mesmo todos os dias. Menos complexo de vira-lata, mais análise de dados.  Prof. Dr. Marcelo Peruzzo, Ph.D Ms.C #Brasil #Economia #Finanças #Resiliência #Dados #Geopolítica #RealidadeFiscais P.S.

1 Fui “gentilmente obrigado” a explicar o propósito de um indicador básico. Isso é positivo. Ciência não avança pelo conforto do consenso, mas pelo desconforto de novas lentes.

P.S. 2 Curioso como a simples introdução de **mais um indicador não em substituição, mas em complemento já foi suficiente para gerar resistência. Em pesquisa séria, é exatamente assim que nasce um doutorado: uma hipótese nova é proposta, testada e, se necessário, refutada.

P.S. 3 Para quem trabalha com método científico, isso é rotina: nenhum marcador resolve o diagnóstico sozinho. Mas descartar um marcador porque ele amplia o campo de análise é o oposto do que sustenta qualquer avanço acadêmico real. P.S. 4 Se este indicador estiver errado, excelente, ele terá cumprido seu papel de provocar investigação e refinamento teórico. É assim que a ciência evolui.

 Jackson Vasconcelos

Posso discordar? Está claro para mim que a comparação que interessa ao autor é entre os EUA e o Brasil. As dívidas estão em dólar, moeda emitida pelos Estados Unidos, além de ser a moeda de reserva internacional; base do comércio global e salvaguarda para as crises financeiras O governo dos EUA emite dívida na própria moeda que controla. Portanto, a demanda global por dólares sustenta a solvência americana e o risco cambial é praticamente inexistente para o Tesouro americano. Já o Brasil não possui moeda de reserva global. Sofre risco cambial relevante e depende de credibilidade fiscal para manter estabilidade. A capacidade de pagamento dos devedores é outra questão relevante a considerar. Nos Estados Unidos a renda familiar média: é de US$ 80.000/ano, num mercado de crédito sofisticado e com capacidade de geração de renda com mais velocidade. No Brasil a renda média mensal do trabalhador é de R$ 3.208,00 com baixa produtividade média e endividamento com juros altos. O problema da dívida não é o valor nominal, mas a capacidade de pagamento do devedor. O artigo nos coloca, portanto, uma comparação simplista, que gera erro analítico. É como vejo a questão.

Alexander Mattos

A dívida pública por habitante é um dado interessante, mas isoladamente pode induzir a conclusões simplistas. Dívida não é, por si só, sinônimo de fragilidade. O que realmente importa é: • A relação dívida/PIB • O custo médio dos juros • A moeda em que a dívida é emitida • A capacidade de crescimento da economia • A credibilidade institucional Os EUA têm dívida per capita elevada, mas também possuem a principal moeda de reserva global e enorme capacidade de financiamento. O Brasil, com dívida per capita menor, enfrenta juros estruturalmente altos — e isso pesa mais sobre crescimento e investimento do que o valor absoluto da dívida. Baixa dívida não significa automaticamente prosperidade, assim como alta dívida não significa colapso iminente. No fim, a questão central é qualidade de gestão fiscal e previsibilidade institucional. Dívida pode ser instrumento de desenvolvimento — ou sintoma de desorganização. O número é macroeconômico. O impacto é institucional.

Guilherme Bravim Soares

Marcelo Peruzzo, muito interessante os dados, contudo se aprofundarmos um pouco mais veremos dois pontos que pesam negativamente para o Brasil quando comparamos ao EUA, primeiro, é a destinação da dívida, temos que avaliar se a dívida é para investimento ou se é apenas para pagamento de passivos. No caso do Brasil, vemos que boa parte é para pagamento de passivos, pouco investimento. Outro ponto importantíssimo é o custo de rolagem dessa dívida, nos EUA, não chega a 5%, no Brasil, é de 15%, ou seja, mesmo apresentando uma relação de divida/PIB menor do que a dos EUA, o custo dessa dívida para o Brasil é muito mais pesada. Complementando os dados, analise por exemplo o Japão, que chega a quase 200% de dívida/PIB, entretanto com um custo de rolagem para pagamento dessa dívida que não chega a 1%, ou seja, mesmo tendo o dobro da divida/PIB do Brasil, estão em uma situação muito mais confortável. Pode ser perigoso avaliar apenas um dado isoladamente, temos que avaliar todo o contexto.

 

Rodrigo Gaspar / Linkedin

O mapa do PIB per capita no Brasil revela mais do que números, ele revela como a riqueza está, desigualmente, distribuída no país. Segundo dados do Sistema de Contas Regional do @IBGE, o PIB per capita nacional foi de R$ 53.886 em 2023, mas a diferença entre regiões e estados ainda é significativa. Observamos uma correlação na distribuição das Empresas B (EBs) no Brasil para refletirmos. Quase 75% das EBs estão na região Sudeste e somando a região Sul, esse número chegam a mais de 90%. Vendo os números do PIB, estados do Sudeste e Centro-Oeste aparecem entre os maiores níveis de renda por habitante, grande parte do Norte e do Nordeste ainda enfrenta desafios estruturais para ampliar renda e condições dignas para sua população. Essas diferenças ajudam a lembrar que crescimento econômico, por si só, não garante desenvolvimento equilibrado. E nossa missão no @Sistema B Brasil nos últimos anos está focada em crescermos nossa comunidade de EBs de forma distribuída e equilibrada. Sabemos que essas mudanças levam tempo, porém acreditamos que com a mobilização certa os resultados de transformação podem ser exponenciais. A pergunta que fica é: como podemos construir de forma acelerada modelos de negócio e políticas econômicas que gerem prosperidade de forma mais distribuída no país? #Economia #PIB #EmpresasB #SistemaB #DesenvolvimentoRegional #NovaEconomia #ImpactoPositivo

Marcio de Paula

Excelente discussão, Rodrigo, para entendermos os caminhos para tratarmos desenvolvimento e integração regional no Brasil. Sem falar que o dado de PIB per capita não determina distribuição dessa riqueza, mas escancara a desigualdade (basta ver o coeficiente de Gini do Brasil) mesmo nos estados mais ricos. Muitas reflexões e longo o caminho, que começa por reflexões como esta, vontade política e participação da sociedade civil. Parabéns pelo belo trabalho!

Fernando Modé / Influencer / Linkedin

 

Uma pesquisa global da Euromonitor reconheceu o O Boticário como a loja de beleza nº 1 do mundo.* São quase 4 mil unidades em todo o território nacional e em mais 16 países. Esse reconhecimento reflete nosso modelo de negócios que combina capilaridade, operação omnicanal, inovação e reinvenção constante.

 

Evoluímos de uma pequena farmácia de manipulação para um ecossistema com fábricas próprias, centros de distribuição e uma rede de parceiros. A expansão por franquias, ainda nos primeiros anos, foi decisiva para ganharmos escala. E, fora do Brasil, aprendemos que as nossas Essências precisam caminhar juntas com a cultura de cada mercado.

 

Hoje, a tecnologia também sustenta esse modelo. Usamos dados e IA para orientar a expansão, com soluções internas que aumentam a precisão nas decisões de negócio e automações que dão insumos em tempo real para os franqueados nas lojas. É assim que seguimos ganhando escala e oferecendo a melhor experiência em todas as cidades e países do mundo onde estivermos.

 

*Fonte: Euromonitor International Limited, Pesquisa de varejo, edição 2025, de acordo com as definições da categoria de pontos de venda especializados em beleza e da classificação de empresa proprietária global da marca (GBO), número de lojas, dados de 2024.

 

Esse marco é o reflexo de um ecossistema que pulsa junto! Da farmácia de manipulação à escala global, nossa força vem da união entre tecnologia e uma rede de parceiros que acredita no poder da beleza 💙

 

Luciano Morroni

Escala global não nasce da expansão, nasce da arquitetura do modelo.Franquia, tecnologia e cultura local alinhadas criam crescimento sustentável, não apenas capilaridade.  Quando dados orientam a decisão e a essência guia a adaptação, a marca vira ecossistema.Reconhecimento é consequência de estrutura bem construída.

 

Fabi Granzotti

Fernando Modé esse reconhecimento revela algo maior que escala.

Ser a loja de beleza nº1 do mundo é resultado de uma equação rara: marca forte, execução consistente e leitura profunda do consumidor.

Quando estratégia, cultura e experiência caminham juntas, o impacto deixa de ser local e se torna global.

Parabéns pela liderança e pela consistência dessa jornada. 👏

 

Prestes a completar 50 anos, O Boticário consolidou uma trajetória que combina expansão acelerada e adaptação a diferentes mercados.

Com quase 4 mil lojas, presença em 1.655 cidades brasileiras e atuação em 16 países, a marca foi reconhecida como o maior varejo de beleza do mundo em número de lojas pelo estudo global da Euromonitor International.

Para alcançar esse patamar, a empresa precisou tomar decisões estratégicas ao longo de sua trajetória, como a expansão por meio de franquias, o fortalecimento da estrutura operacional e a adaptação a diferentes realidades nos processos de internacionalização.

Confira 👉 https://mrf.lu/m2YX

Em O GloboComércio em Pauta expõe que, diante do avanço da proposta sobre o fim da escala 6×1 no Congresso, a CNC intensificou a articulação política e técnica para defender que possíveis mudanças na jornada ocorram por meio da negociação coletiva, e não por imposição constitucional.

 

O per­cen­tual de famí­lias endi­vi­da­das em feve­reiro foi o maior da série his­tó­rica do levantamento.

 

Valor Econômico reporta que segundo a CNC, o custo de adequação no setor de serviços poderá chegar a R$ 235,8 bilhões anuais. A entidade calcula que cada 1% de aumento real na folha de pagamento do comércio eleva os preços médios do setor em 0,6%. Com alta de 21% na folha, haveria reajuste de 13% nos preços setoriais. 

em tecnologia, dados e inteligência artificial.

A Lojas Renner (LREN3) anunciou um plano robusto de investimentos para 2026, com o objetivo de retomar a expansão física e aumentar a rentabilidade, prevendo um montante em torno de 

1,5 bilhão em capex (investimento em capital fixo). 

GBLJeans

Os principais pontos do plano de expansão são:

  • Abertura de Lojas: A companhia planeja abrir entre 50 e 60 novas unidades no total em 2026, abrangendo suas marcas Renner, Youcom e Camicado.
  • Detalhamento: Estão planejadas de 22 a 30 novas lojas da marca Renner, 23 a 25 da Youcom e cerca de 5 da Camicado.
  • Foco no Interior: A estratégia busca focar em cidades menores, com até 200 mil habitantes, para garantir crescimento de receita.
  • Foco Tecnológico: Além da expansão física, parte do investimento será direcionado para tecnologia, dados, inteligência artificial e aprimoramento da logística (omnicanalidade).

NeoFeed

O investimento de 2026 faz parte de um ciclo estratégico maior, que visa aumentar o retorno sobre o capital investido (ROIC) para cerca de 20% até 2030. Os resultados de 2025, com lucro recorde, fortaleceram a confiança da empresa para acelerar o crescimento.

MKT Esportivo

O Grupo SBF encerrou 2025 com receita líquida de R$ 7,7 bilhões, crescimento de 8,2% em relação a 2024. O lucro bruto atingiu R$ 3,7 bilhões, com margem de 48,3%, enquanto o EBITDA ajustado somou R$ 705,5 milhões, com margem de 9,1%. Já o lucro líquido ajustado chegou a R$ 427,6 milhões, avanço de 2,4% no período. No varejo, a Centauro registrou receita de R$ 4,1 bilhões, alta de 13%, com lucro bruto de R$ 2,0 bilhões e margem de 50,3%, a maior da história da marca. O crescimento foi puxado pelo avanço das lojas físicas (+11,2%) e do canal digital (+19,9%), além de ganhos de eficiência com o Projeto Destrava. Já a Fisia, distribuidora da Nike no Brasil, alcançou receita de R$ 4,3 bilhões, crescimento de 6,2% no ano. O destaque ficou para o canal de atacado, que avançou 23,3% no quarto trimestre e 9,4% no acumulado de 2025. Ao final do período, o Grupo SBF registrou dívida líquida de R$ 678 milhões, com alavancagem de 0,96x EBITDA, considerada saudável pela companhia.

Thiago de Melo Furbino Thiago de Melo Furbino é um Influencer

Dona da CENTAURO e da Nike no Brasil, GRUPO SBF lucra R$ 162 milhões no 4T25 com SSS da Centauro em +15,9% O GRUPO SBF, sob liderança de Gustavo Furtado, encerrou o 4º tri de 2025 com crescimento de receita e forte desempenho da Centauro, enquanto a Fisia apresentou evolução mais moderada. A receita líquida consolidada atingiu R$ 2,43 bilhões, crescimento de 11,8% em relação ao 4T24, refletindo o avanço das vendas nas duas unidades de negócio e a continuidade da estratégia omnichannel da companhia. O lucro bruto somou R$ 1,154 bilhão, com margem bruta de 47,5%. As despesas operacionais( ex-IFRS) cresceram 14,6% atingindo R$ 929 mi, atingindo 38,2% da Rec. Líquida. Enquanto o EBITDA ajustado atingiu R$ 271 milhões, com margem de 11,1%, pressionado principalmente pelo impacto cambial sobre produtos importados da operação da Fisia e pelo aumento das despesas comerciais e de marketing. O lucro líquido ajustado foi de R$ 128 milhões, com margem líquida de 5,3%, refletindo um trimestre de crescimento de receita combinado com maior nível de investimentos na operação. Na Centauro, o trimestre foi marcado por forte tração comercial. A companhia registrou SSS de +15,9% (lojas + digital) no 4T25, refletindo ganhos de produtividade, melhoria de sortimento técnico e maior integração entre os canais. Como resultado, a receita líquida da unidade atingiu R$ 1,28 bilhão no trimestre, crescimento de 15,8% na comparação anual. Já a FISIA, distribuidora oficial da Nike no Brasil, apresentou um crescimento mais moderado. O SSS (NVS + digital) avançou +4,8% no 4T25, refletindo recuperação gradual do sell-out e melhora do canal atacado após ajustes de portfólio realizados ao longo do ano. A receita líquida da unidade atingiu R$ 1,38 bilhão, crescimento de 13,1% na comparação anual. Mesmo com crescimento de receita nas duas operações, a margem EBITDA consolidada foi impactada pela pressão na margem bruta, principalmente pela valorização do dólar, que elevou o custo de produtos importados na Fisia, além do aumento das despesas operacionais. O Grupo SBF encerrou o trimestre com estrutura de capital saudável, com dívida líquida de aproximadamente R$ 678 milhões e alavancagem de 0,96x EBITDA, evolução de 0,38x para o número atual devido a normalização do ciclo operaciona e a retomada dos investimentos. Os investimentos (CAPEX) totalizaram cerca de R$ 189 milhões no trimestre, direcionados principalmente para reformas, tecnologia, novas lojas, logistica e abertura de 2 novas lojas. A companhia encerrou o período com 230 lojas da Centauro e 50 lojas Nike operadas pela Fisia, consolidando um dos principais ecossistemas de varejo esportivo da América Latina. O trimestre reforça a estratégia do grupo de combinar varejo especializado com a distribuição da principal marca esportiva global, com a Centauro acelerando crescimento e produtividade das lojas, enquanto a Fisia segue ajustando seu portfólio e capturando escala na operação da Nike no Brasil.

Advogada Lisiane Mehl Rocha / Linkedin – Pesquisa editada / Curitiba

Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, o  historiador e sociólogo Aaron Benanav fala sobre seu último livro, Automação e o futuro do trabalho. Na obra lançada pela Boitempo em novembro, o professor da Universidade Cornell, Estados Unidos, desfaz mitos sobre o fim do emprego provocado pela tecnologia, identifica as causas estruturais da precarização no mundo do trabalho atual e aponta caminhos para uma sociedade pós-escassez. Via Le Monde Diplomatique Brasil

João André

 Uma reflexão necessária sobre o trabalho moderno Nas análises que tenho feito recentemente, há um ponto que me tem chamado muita atenção, a dependência quase total que muitos profissionais modernos têm de três pilares, Energia, Inteligência Artificial e Dados. Muitos profissionais hoje dependem quase 100% de IA, Energia e Dados. – Sem eletricidade ou internet, a produtividade simplesmente para. Diferente de um carpinteiro, pescador ou artesão, que mesmo com limitações continuam a gerar valor. O problema não é a tecnologia. – O risco é não perceber a dependência.  Se a ferramenta falhar, o que sobra do teu conhecimento?  Estás a pensar, analisar e decidir… ou apenas a operar sistemas? IA e Dados são aceleradores. Mas sem pensamento crítico, viramos reféns do próprio progresso. Fica a reflexão.

#Dados #IA #TrabalhoDoFuturo #Carreira

#PensamentoCritico #Produtividade

Guilherme Simoni

IA não aumentou produtividade, nem impactou empregos nos últimos três anos: os dados são de uma pesquisa realizada com cerca de 6 mil executivos nos EUA, Reino Unido, Alemanha e Austrália. Especialistas associam o resultado ao “paradoxo da produtividade”, que deu a Robert Solow o Nobel de Economia em 1987, quando ele identificou que os grandes avanços em computação na época não se refletiram em ganhos concretos de produtividade, apesar das expectativas elevadas dos participantes do mercado. O resultado mostra que o impacto das IAs depende menos da tecnologia em si e mais da capacidade das empresas de incorporá-la efetivamente em seus processos. As informações são da Fortune.

Hector Muniz

A maioria das pessoas é relativamente inteligente dentro da profissão que exerce, e burra em relação à 99.95% do conhecimento humano existente. Quase todo mundo é um completo imbecil sobre quase tudo. Ainda bem… Tenho a impressão de que muitas pessoas que caem no mercado, pulam o arroz com feijão (ou seja, não entendem o que rola por trás das cortinas). Entender a tecnologia/mercado faz muita falta pra quem trabalha com isso, e muito gente claramente NÃO ENTENDE.

Gilberto Braz Lima

O paradoxo da produtividade: A ferramenta de IA não substituirá quem não performa. A discussão sobre os riscos da IA no aprendizado e no trabalho ganha as manchetes do g1, mas o risco oculto para a indústria brasileira é mais profundo: o abismo de produtividade. Enquanto o debate foca no temor da substituição, ignoramos que a produtividade média do trabalhador brasileiro estagnou em níveis alarmantes. De acordo com o The Conference Board e o FGV IBRE – Instituto Brasileiro de Economia, a produtividade de um trabalhador brasileiro é, em média, 25% da de um americano. Na prática, são necessários quatro brasileiros para entregar o mesmo valor gerado por um americano. O cenário é crítico: se avançarmos para modelos de redução de jornada ou restrições laborais, temas em pauta atualmente, sem um salto tecnológico real, corremos o risco de inviabilizar a indústria nacional. A conta não fecha com baixa produtividade somada à baixa disponibilidade de pessoas qualificadas. Vejamos as seguintes situações: – Foco em Confiabilidade: A ferramenta de IA deve ser usada para elevar o teto técnico do operador, reduzindo o erro humano e o retrabalho, hoje os maiores drenos de tempo no campo. – Foco em Rentabilidade: Investir em tecnologia sem treinar para a produtividade é queimar CAPEX. O foco deve ser o Output por Hora Trabalhada, o único KPI que mantém a indústria saudável sob novas pressões regulatórias. Nós, que vivemos o dia a dia das plantas industriais e dos grandes projetos, sabemos que a tecnologia é uma ferramenta, não uma salvadora. Não haverá “circuito global” para o Brasil se não atacarmos a causa raiz: a falta de preparo para o trabalho de alto valor agregado. A técnica deve servir para tornar o humano mais capaz, e o negócio, mais perene. Tenho o seguinte questionamento: Se a ferramenta de IA automatizar 30% das tarefas da sua equipe amanhã, esse tempo será reinvestido em estratégia e inovação ou será absorvido pela ineficiência dos processos analógicos remanescentes? Qual a sua percepção? Você acredita que a IA será o motor que finalmente elevará nossa produtividade ou apenas evidenciará nossa defasagem competitiva frente ao mercado externo? Gilberto Braz Lima #Produtividade #Industria40 #InteligenciaArtificial #GestãoDeAtivos #EstrategiaExecutiva O risco da inteligência artificial para o futuro do aprendizado e do trabalho | G1 https://lnkd.in/emGtNwF9

Leonardo Guimarães

Sam Altman comentou recentemente que formar um ser humano altamente qualificado leva cerca de 20 anos, exigindo investimentos massivos em educação, saúde e ambiente social. É interessante refletir sobre isso, porque capital humano é caro: formação exige tempo, dinheiro e saúde. Ainda assim, o retorno é incerto (como os tantos engenheiros reduzidos a “pessoa engenheira”). Mas há um ponto que raramente entra na conversa: Treinar modelos de IA também exige investimento massivo, só que concentrado em capital, chips, energia (água). Há uma tensão estrutural aqui: o discurso enfatiza eficiência, através da redução de custos, automatização de tarefas e otimização de sistemas. O modelo operacional, porém, depende de crescimento contínuo de infraestrutura, expandir primeiro, otimizar depois, basicamente “growth-at-all-costs”. Treinar uma geração de pessoas leva décadas, enquanto um modelo leva meses, claro que consumindo uma quantidade absurda de energia e infraestrutura. Em um episódio de Black Mirror, pessoas pedalam em bicicletas ergométricas para gerar energia que alimenta o próprio sistema que as aprisiona. Hoje, não estamos pedalando para alimentar data centers, mas estamos acelerando uma infraestrutura cujo custo energético cresce em paralelo à promessa de eficiência. Investimos bilhões para treinar máquinas, porém continuamos subinvestindo estruturalmente em educação básica. Se precisamos de 20 anos para formar um humano para alguns escopos, enquanto levamos 1/20 do tempo para treinar IAs, talvez devêssemos rever o nossas prioridades, por que qual futuro é reservado para uma sociedade que cresce sem estrutura social?

Alexandre Baldanza

“O futuro do trabalho no mundo pós-IA Correio Braziliense, Editorial, 20/02/26 Uma sociedade estruturada em torno de uma maioria ociosa por falta de oportunidades é o terreno perfeito para a desestabilização democrática e para a ruptura institucional Por isso, não deixa de ser irônico que o avanço da inteligência artificial (IA) sobre o trabalho se dê justamente nas áreas mais envolvidas com as artes, a criatividade e a cognição. Setores que até ontem se julgavam blindados pela barreira da “subjetividade humana” — como o cinema, a produção audiovisual, o design e a programação de softwares — estão sendo engolidos em uma velocidade atordoante. E não são os únicos. O drama do mundo pós-IA não reside, porém, apenas na perda imediata de postos de trabalho, mas na impossibilidade matemática de realocação dessa mão de obra. Nas revoluções anteriores, o trabalhador que perdia o emprego no campo migrava para a fábrica, e o operário substituído pelo robô encontrava abrigo no setor de serviços. Agora, a engrenagem é diferente.  Pela primeira vez na história moderna, a inovação tecnológica corre o risco de destruir muito mais empregos do que é capaz de criar. Para onde migrarão os milhões de profissionais que serão substituídos pela IA se a própria demanda por trabalho intelectual está encolhendo? A dura matemática indica que não haverá transição de carreiras simplesmente porque existirão, em termos absolutos, muito menos empregos disponíveis. O que se projeta no horizonte de curto prazo é a concretização do cenário alertado pelo historiador Yuval Harari, autor do livro Sapiens: o surgimento de uma imensa “classe inútil”, um contingente de bilhões de pessoas que, diferentemente do proletariado explorado do século 19, sequer será necessário para girar a roda da economia. Na definição de Harari, são pessoas que não serão apenas desempregadas, não serão empregáveis. Trata-se de uma massa de cidadãos que, a despeito de sua formação acadêmica ou experiência, não conseguirá se realocar no mercado tradicional.  Os debates sobre taxação de algoritmos, redução drástica de jornadas (para distribuir melhor o trabalho restante) e a implementação de uma renda básica universal precisam sair dos simpósios acadêmicos e entrar nas pautas legislativas. O mundo pós-IA já não é uma ficção especulativa. É a realidade batendo à porta dos estúdios, das agências e dos polos de tecnologia. Priorizar a construção de uma rede de proteção social para os que serão inevitavelmente deixados para trás por essa revolução não é apenas uma questão de empatia ou justiça social; é o único caminho para evitar que o maior feito tecnológico da humanidade se transforme em seu maior desastre humanitário.”

Delano de Valença Lins Filho

A pergunta que separa profissionais medianos de profissionais estratégicos A maioria pergunta: “Quanto isso custa?” Poucos perguntam: “Quanto custa NÃO fazer?” Essa pergunta muda tudo — de tecnologia à carreira.

Ricardo Camargo

O relatório do Fórum Econômico Mundial projeta uma transformação líquida relevante até 2030: milhões de funções desaparecem, outras surgem, e a maioria das ocupações será redesenhada. Não se trata de desemprego estrutural clássico — trata-se de substituição técnica e requalificação em escala. Historicamente, ondas tecnológicas eliminaram tarefas, não necessariamente trabalho. A diferença agora é a velocidade e o alcance cognitivo da inteligência artificial. Automação deixou de atingir apenas atividades físicas repetitivas e passou a impactar funções administrativas, contábeis operacionais, atendimento padronizado e processos lineares. O critério de risco é claro: • Atividades previsíveis • Baseadas em regras fixas • Dependentes de processamento repetitivo Por outro lado, crescem funções com alto teor de decisão, integração de dados, governança, gestão de riscos e análise estratégica. A IA amplia produtividade onde há pensamento crítico; substitui onde há apenas execução. Para empresas, isso gera três implicações técnicas: 1️⃣ Estrutura organizacional precisa migrar de hierarquias operacionais para células analíticas e orientadas a dados. 2️⃣ Controladoria, finanças e contabilidade deixam de ser registradoras e passam a ser áreas de inteligência decisória. 3️⃣ Educação corporativa deve priorizar raciocínio analítico, interpretação de dados e uso estratégico de IA. No campo empresarial, especialmente para PMEs, o impacto é ainda mais sensível. Processos financeiros mal estruturados são os primeiros a sofrer quando a complexidade aumenta. BPO financeiro, governança contábil e gestão baseada em indicadores deixam de ser custo e passam a ser infraestrutura estratégica. Na Camargo & Associados, temos acompanhado essa transição de perto. Empresas que organizam fluxo de caixa, controladoria, indicadores financeiros e integração tecnológica conseguem transformar dados em decisão — e decisão em margem. O futuro não será vencido por quem executa mais tarefas, mas por quem interpreta melhor cenários. Se o mercado exige pensamento crítico, gestão baseada em dados e uso inteligente de tecnologia, a estrutura empresarial precisa acompanhar. Convido você a compartilhar este conteúdo, comentar sua visão sobre essa transição e visitar nosso blog para aprofundar essa discussão:  https://lnkd.in/dxF8p8pm Vamos preparar empresas — e pessoas — para o mercado que já está chegando. #BPOFinanceiro #ConsultoriaFinanceira #ContabilidadeEstratégica #InteligenciaArtificial #GestaoEmpresarial #Controladoria #GovernancaCorporativa #TransformacaoDigital

Carlos Alberto Tavares Ferreira 

Founder / CEO / Carbon Zero /

Seus filhos estão sendo preparados para um mundo que não vai existir em 2030. E o problema não é falta de escola. É excesso de currículo do século passado. Os dados são públicos. Estão nos relatórios do Fórum Econômico Mundial de 2025. Mas seguimos fingindo surpresa. Até 2030: • 92 milhões de empregos deixam de existir. • 170 milhões surgem. • 1 em cada 5 ocupações muda completamente. • Quase 60 por cento das pessoas precisarão se requalificar. Ainda assim, continuamos treinando jovens para funções previsíveis, repetitivas e administrativas. Exatamente o tipo de tarefa que a inteligência artificial executa melhor, mais rápido e sem reclamar de segunda-feira. Os cargos que mais encolhem têm algo em comum: São lineares. São padronizáveis. São automatizáveis. Auxiliares administrativos, caixas, teleoperadores, contadores tradicionais, parte do design gráfico, motoristas e operadores logísticos repetitivos não estão “em risco”. Estão em processo de substituição técnica. E não por maldade da tecnologia. Por ineficiência do modelo mental que insiste em ensinar o passado como se fosse futuro. Ao mesmo tempo, crescem áreas onde a IA não substitui. Ela amplifica: Inteligência artificial aplicada. Análise e governança de dados. Cibersegurança. Energia e transição energética. Saúde, cuidado humano e longevidade. Educação avançada. Logística inteligente. Gestão de projetos complexos. Note o padrão: não são áreas de execução cega. São áreas de decisão, integração, julgamento e contexto. O paradoxo é simples e desconfortável: Nossos filhos não carecem de informação. Carecem de habilidade cognitiva para um mundo instável. O mercado não está pedindo mais diplomas decorados. Está pedindo gente capaz de: Pensar analiticamente. Resolver problemas que ainda não têm manual. Comunicar ideias complexas com clareza. Aprender rápido, desaprender sem apego e reaprender sem drama. Usar IA como ferramenta, não como muleta. Em 2026, não saber usar inteligência artificial não será opinião. Será desvantagem competitiva mensurável. Nunca se falou tanto em futuro. E nunca se ensinou tanto o passado. Talvez o maior analfabetismo da próxima década não seja tecnológico. Será cognitivo. Estamos formando jovens para responder perguntas que a inteligência artificial já resolve. E ignorando ensinar aquilo que nenhuma máquina consegue substituir: pensamento, critério e responsabilidade. O futuro não vai cobrar diplomas. Vai cobrar capacidade de pensar sob pressão, decidir em cenários novos e aprender antes que o mercado demita. Quem continuar ensinando o mundo de ontem, vai assistir seus alunos disputarem vagas que já não existem.

Carlos Alberto Tavares Ferreira 

Darlem Bodak

O mercado de trabalho está cada vez mais atento às soft skills. E entre todas elas, uma se destaca como a mais procurada: pensamento crítico. Em tempos de inteligência artificial, não vence quem sabe apertar botões. Vence quem tem repertório, conhecimento e embasamento para conduzir boas pesquisas. A IA responde rápido. Mas só trabalha bem quando alguém sabe perguntar melhor. Antes de buscar respostas, precisamos aprender a formular perguntas. Pensar sobre o que realmente precisamos investigar, analisar e decidir. Sem pensamento crítico, a tecnologia entrega volume. Com pensamento crítico, ela entrega valor. O futuro do trabalho não é sobre saber tudo. É sobre saber como pensar. #PensamentoCrítico #SoftSkills #InteligênciaArtificial #InovaçãoHumana #FuturoDoTrabalho #Carreira #DesenvolvimentoHumano

Edna souza dos Santos

Preconceito etário (etarismo) Muitas empresas ainda têm a ideia errada de que profissionais mais velhos: têm dificuldade com tecnologia são menos adaptáveis resistem a mudanças aprendem mais devagar Na prática, isso não é verdade. Estudos mostram que profissionais 40+ costumam ter: mais responsabi