Prezado Senhor Lojista,

Temos recebido manifestações, especialmente de micro e pequenos lojistas, relatando dificuldades para acessar recursos financeiros junto a bancos. As principais queixas incluem:

  • Taxas de juros elevadas, que inviabilizam operações como antecipação de recebíveis e empréstimos;
  • Exigências rigorosas quanto ao histórico financeiro do CNPJ e CPF, sem qualquer registro em SPC ou protestos;
  • Desconfiança em relação a factorings, devido à proliferação de empresas fraudulentas, que utilizam práticas como testemunhos falsos, cobrança de taxas de inscrição ou seguros adiantados.

Diante desse cenário, fomos procurados por uma factoring legítima, sediada em Curitiba, Paraná. Após pesquisas e diálogo direto com seu sócio e gestor, decidimos indicá-la aos lojistas que buscam acesso seguro a recursos financeiros.

Vantagens e Condições Especiais

Conseguimos negociar condições diferenciadas com essa factoring:

  • Taxas reduzidas para a antecipação de recebíveis: 5% a.m. para duplicatas e 4,5% a.m. para cheques, abaixo da média do mercado;
  • Se sua loja estiver adimplente com o Sindishopping em relação às taxas e contribuições previstas na CCT vigente, sua operação contará com o aval e a fiança do Sindishopping;
  • Limites estabelecidos para essas operações:
    • Duplicatas: Somente com aceite do sacado. Valor limite: R$ 6.000,00;
    • Cheques: Apenas de contas ativas. Valor limite: R$ 6.000,00.

Garantias

A factoring indicada é uma empresa real, com nome, endereço e contato devidamente comprovados, possuindo todos os registros legais e necessários. Não há riscos de envolvimento com fraudes ou cobrança de taxas antecipadas.

Todos os interessados deverão entrar em contato inicialmente com um atendente, que analisará as informações e documentos. Caso a solicitação seja aprovada, será encaminhada à factoring. O solicitante receberá um protocolo para acompanhamento do processo.

Contato do atendente:

  • E-mail: contatoluizrbf@gmail.com
  • Telefone/WhatsApp: (41) 99288-3653

Recomendamos que avalie a informação com atenção. Caso tenha interesse, entre em contato para simular sua necessidade. Permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais.

Atenciosamente,
Sindishopping
Conselho Diretor / Presidência

Jussara Maturo  5 de março de 2025  /  GBLjeans Report <gbljeansreport@gbljeans.com.br>

Ganho de R$254,9 milhões é o maior desde que a varejista de moda abriu o capital em 2019.

Ao publicar o balanço financeiro de 2024, a C&A Brasil afirmou aos investidores que 2024 foi o melhor exercício fiscal da companhia desde 2019, quando abriu capital no país. Só no quarto trimestre o lucro líquido da C&A dispara, subindo para R$254,9 milhões no quarto trimestre, o mais alto desde 2019. No ano, o lucro líquido da companhia atinge R$452,5 milhões, contra R$2,3 milhões em 2023.

Ajustado, o lucro líquido da C&A soma R$250 milhões no quarto trimestre e R$298,9 milhões no acumulado do ano.

“A C&A voltou a brilhar em 2024”, é a afirmação que abre a mensagem da administração no relatório financeiro. A receita líquida mantém o desempenho de crescimento observado ao longo do ano, com alta de dois dígitos em todos os trimestres. No quarto, a receita líquida sobe 11,3% para R$2,55 bilhões. Para o ano, a alta é de 13,7%, para R$7,63 bilhões.

Conforme a companhia, o crescimento combina expansão do volume de vendas de peças com aumento de preços. Só a receita líquida com vestuário sustenta R$6,46 bilhões no ano, avanço de 16,4%. Em relação ao 4º trimestre, a receita líquida de vestuário sobe 14,4% para R$2,23 bilhões.

Com o desembarque da C&A em telefonia, a receita com artigos eletrônicos e de beleza caiu no ano 11,4%, para R$695,8 milhões. Essa redução era esperada na medida em que gradativamente a varejista fechara todos os quiosques que vendem celulares, concentrando esforço na venda de artigos de beleza, como cosméticos e perfumes. Das 332 lojas, em operação em 2024, 113 mantinham os quiosques de telefonia.

DESALAVANCAGEM

O investimento do quarto trimestre de R$187,6 milhões foi maior que todo o desembolso aplicado nos primeiros nove meses do ano somados. Ao longo de 2024, atingiu R$359,7 milhões.

Outro ponto positivo dos resultados é a redução da dívida líquida que caiu quase pela metade (-42%), anotando R$509,6 milhões.

A C&A encerrou 2024 com 332 lojas, duas a menos que em 2023, tendo inaugurado quatro unidades e fechado 6.

Redação  / Amanha  07/03/2025

O comércio influenciou no crescimento da economia no ano passado]

O Produto Interno Bruto (PIB) do país apresentou variação positiva de 0,2% no quarto trimestre de 2024 contra o terceiro e encerrou o ano com crescimento de 3,4%, totalizando R$ 11,7 trilhões. As variações positivas no desempenho do PIB vieram dos serviços (+3,7%) e da indústria (+3,3%). Na mesma comparação, a agropecuária sofreu queda de 3,2%. Já o PIB per capita alcançou R$ 55.247,45, um avanço, em termos reais, de 3% frente ao ano anterior. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira (7), pelo IBGE.

Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, ressalta que os principais destaques do PIB pela ótica produtiva (das atividades econômicas) foram outras atividades de serviços (5,3%), indústria de transformação (3,8%) e comércio (3,8%), que juntos foram responsáveis por cerca da metade do crescimento do PIB no ano passado. Na indústria, a atividade de construção foi o destaque positivo ao registrar alta de 4,3% em 2024, em função do crescimento da ocupação na atividade, da produção de insumos típicos e da expansão do crédito. Outra influência positiva, além da Indústria de transformação, foi a eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (3,6%). A queda na agropecuária (-3,2%) reflete o desempenho da agricultura. Efeitos climáticos adversos impactaram várias culturas importantes da lavoura que registraram queda na estimativa anual de produção e perda de produtividade, tendo como destaque a soja (-4,6%) e o milho (-12,5%).

Consumo das famílias é a maior influência no crescimento do PIB sob ótica da demanda
Pela ótica da demanda, destaque para a despesa de consumo das famílias, que avançou 4,8% em relação a 2023. “Para o consumo das famílias tivemos uma conjunção positiva, como os programas de transferência de renda do governo, a continuação da melhoria do mercado de trabalho e os juros que foram, em média, mais baixos que em 2023”, explica a pesquisadora. Outro destaque foi o investimento (7,3%), que apesar de ter crescido mais, tem peso menor que o consumo das famílias.

A despesa do consumo do governo teve crescimento de 1,9% no ano. As importações de bens e serviços apresentaram alta de 14,7% em 2024 e as exportações cresceram 2,9%. Já a taxa de investimento em 2024 foi de 17,0% do PIB, maior que em 2023, quando foi de 16,4%. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 14,5% em 2024 (ante 15% no ano anterior).

PIB do quarto trimestre apresenta estabilidade
O PIB apresentou variação positiva (0,2%) na comparação do quarto trimestre contra o trimestre de 2024. Entre os setores, a indústria variou 0,3%, enquanto os serviços tiveram leve alta de 0,1%. Já a agropecuária recuou 2,3%. “No quarto trimestre o que chama atenção é que o PIB ficou praticamente estável, com crescimento nos investimentos, mas com queda no consumo das famílias. Isso porque entre outubro e dezembro tivemos um pouco de aceleração da inflação, principalmente a de alimentos. Continuamos tendo melhoria no mercado de trabalho, mas com uma taxa já não tão alta. E os juros começaram a subir em setembro do ano passado, o que já impactou no quarto trimestre”, explica Rebeca.

Nas atividades industriais, destaque para a alta na construção (2,5%), nas indústrias de transformação (0,8%) e nas indústrias extrativas (0,7%). Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos registrou queda de 1,2%. Nos serviços, as atividades de transporte, armazenagem e correio (0,4%) e comércio (0,3%) registraram variação positiva. Houve estabilidade para atividades imobiliárias (0,1%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%) e outras atividades de serviços (retração de 0,1%). Já as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%) e informação e comunicação (-0,4%) apresentaram resultados negativos.

Pela ótica da demanda, houve queda da despesa de consumo das famílias (-1%), elevação da despesa de consumo do governo (0,6%) e do investimento (0,4%). No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 1,3%, enquanto as importações de bens e serviços ficaram estáveis (-0,1%) nesta comparação.

contraponto / site   –      10 de março de 2025 11:00

Por Lisiane Mehl Rocha

A partir de 26 de maio de 2025, entra em vigor a Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego nº 1419, que altera a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) e estabelece como obrigação das empresas identificar em seu Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), os “fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho”, ou seja, aqueles que podem causar estresse e adoecimento mental aos trabalhadores.

A NR-1 foi criada no final dos anos 70, onde esse assunto – saúde mental – ainda era pouco discutido e considerado tabu pela sociedade.  A preocupação do legislador era garantir a saúde física e a segurança dos trabalhadores.

Nessa época, popularizaram-se doenças como LER (lesão de esforço repetitivo), decorrente do uso de computadores, e a atenção no ambiente de trabalho estava voltada para a ergonomia.

De lá para cá muita coisa mudou, e hoje sabemos que o trabalho pode desencadear sofrimentos emocionais e doenças psíquicas, a exemplo do “burnout”, reconhecida como doença ocupacional desde 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e caracterizada pelo estresse crônico, que faz parte do cotidiano do trabalhador.

Dados do Ministério da Previdência Social revelam que em 2024 foram quase meio milhão de afastamentos em decorrência de transtornos mentais, ou seja, um aumento de 68% em relação ao ano anterior e o maior número em pelo menos dez anos.

Assim, a atualização da NR-1 vem reforçar a importância e a responsabilidade das empresas em manter um ambiente de trabalho saudável, livre de assédio e outras violências, sem a sobrecarga pelo cumprimento de jornadas excessivas.

A nova regra impõe aos empregadores a elaboração de um inventário de riscos e plano de ação (subitem 1.5.7 da NR-01), com a identificação dos possíveis riscos ocupacionais relacionados à saúde mental, documentos que deverão ficar à disposição aos trabalhadores interessados, Sindicato e autoridades de Inspeção do Trabalho.

Importante mencionar que em caso de não conformidade, o Ministério do Trabalho e Emprego poderá impor multas, que vão variar de acordo com o porte da empresa, reincidência e gravidade da infração.

A recomendação dada é que as empresas busquem a capacitação e treinamento de seus gestores, realizando ações preventivas e procurando manter um ambiente de trabalho equilibrado.

Ainda, são consideradas boas práticas de governança a adoção de “Código de Conduta e Ética”, como também a criação de “Canal de Denúncia”, acessível a todos os trabalhadores, garantindo o sigilo e privacidade das informações.

Ao repensarem suas estratégias e adaptarem-se às novas exigências da NR-1, além de promoverem a melhora do ambiente de trabalho e consequentemente evitarem afastamentos, as empresas conseguirão minimizar riscos de ajuizamento de ações perante a Justiça do Trabalho.

 

*Lisiane Mehl Rocha: é advogada especialista em Direito do Trabalho com atuação na área há mais de 20 anos.

Redação  amanha  / 14/03/2025

Na visão da CNC, as famílias estão se sentindo cada vez mais cautelosas com os seus gastos e preocupadas com o futuro

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), manteve o processo de queda dos últimos seis meses e reduziu 1,4% em março diante do mesmo mês de 2024. Mesmo com as quedas, o indicador se mantém ligeiramente dentro do espectro de otimismo (acima de 100 pontos), com 102,7 pontos. A pesquisa aponta também que as famílias de menor renda estão sendo as mais afetadas pelo cenário atual e apresentam insatisfação com relação ao consumo, entrando, assim, no espectro do pessimismo. A intenção de consumir tanto das famílias que recebem mais de dez salários mínimos quanto das que recebem menos, em março, registrou retração com taxa mensal de 0,5%. Com isso, a percepção das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos alcançou 99,8 pontos, entrando no espectro de pessimismo (abaixo dos 100 pontos) pela primeira vez desde novembro de 2024.

Em uma análise anual por gênero, a pesquisa revelou queda somente da intenção de consumo entre os homens, de 2,4%. O dado contrasta com a das mulheres, que obteve avanço de 0,2% em relação a março de 2024. “Os resultados deixam claros os efeitos adversos que a economia brasileira vem apresentando. As famílias estão se sentindo cada vez mais cautelosas com os seus gastos e preocupadas com o futuro”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros. “A ICF de março nos apresentou um dado importante. Os homens reduziram suas perspectivas de consumo em relação ao ano passado, enquanto as mulheres aumentaram”, avalia João Marcelo Costa, economista da CNC. O estudo revelou que as mulheres demonstraram uma Perspectiva de Consumo – ICF acima do resultado de março do ano passado (+0,3%), enquanto os homens experimentaram queda de 4,4% no indicador, apontando que as mulheres devem manter esses efeitos positivos nos próximos meses.

A ICF apontou também queda apenas no grupo com maior renda (-0,3%). As famílias com rendimentos abaixo de dez salários mínimos mantiveram uma taxa positiva (+0,5%). Este fato revela que os consumidores de maior renda estão sendo os mais afetados pela retração na oferta de crédito, dado que dependem menos desses recursos para seu consumo. No entanto, a retração no mercado de crédito ainda não causou uma reversão do indicador a ponto de colocá-lo no espectro de pessimismo (abaixo de 100 pontos).

Alexandre Hashiguchi – 20.3.25

 A importância de resolver problemas no atendimento ao cliente 
Todos nós cometemos erros, e os clientes sabem disso. O que realmente faz a diferença é como reagimos quando algo dá errado.

 “O CLIENTE até perdoa se você errar. O que ele não perdoa é se você não resolver.”

Ter um serviço de atendimento ao cliente eficiente e focado na resolução de problemas não apenas reconquista a confiança do cliente, mas também fortalece a relação e a fidelidade à marca. Lembre-se sempre: cada interação é uma oportunidade de mostrar comprometimento e valor.

Carlos Alves – 14.3.25

As vendas no varejo brasileiro caíram 0,4% em fevereiro, em comparação com o mesmo mês de 2024, descontada a inflação, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado. 

Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, houve crescimento de 5,1%, com o hashtag#ecommerce mostrando alta de 5,4% e o comércio físico registrando acréscimo de 5%.

O segmento de Bens Não Duráveis registrou queda de 1,4%, enquanto Livrarias, Papelarias e Afins apresentou a maior variação negativa.

A diminuição das vendas em Supermercados e Hipermercados também prejudicou o resultado. 

Fevereiro teve um dia útil a menos em relação ao ano passado, que foi bissexto. O resultado só não foi mais negativo porque este ano o Carnaval caiu em março. Se fosse em fevereiro haveria menos dias úteis e, portanto, menos atividade econômica.

Efeitos inflacionários também podem ter afetado negativamente o consumo. 

hashtag#tech hashtag#icva hashtag#timecielo

Fabien Datas – Linkedin – 17.3.25

InMoment realizou um desk research para montar um estudo explorando as principais tendências que estão moldando a experiência do cliente em 2025:

1️
 Gêmeos digitais (réplicas virtuais de clientes construídas a partir de vastas quantidades de dados)
=> Eles permitirão que as organizações simulem, prevejam e otimizem as experiências dos clientes, permitindo que as empresas personalizem as interações, testam antes de lançar e prevejam ações futuras com precisão

2️ Hiperpersonalização
=> Mudança de uma abordagem reativa para um modelo proativo e prescritivo, onde as experiências do cliente são personalizadas, tanto para as preferências individuais quanto para comportamentos futuros previstos, a fim de cultivar relacionamentos mais profundos e baseados em valor para construção de lealdade a longo prazo

3️ IA para prever o futuro
=> Sistemas avançados de IA fornecerão insights em tempo real e análises preditivas que permitem às empresas antecipar as necessidades dos clientes e tomar ações proativas para prevenir a perda de clientes, impulsionando o engajamento e o sucesso a longo prazo

4️ Máquinas com emoções
=> Surgimento de avatares com inteligência emocional, trazendo um novo nível de empatia para as experiências digitais, que serão capazes de reconhecer e responder a sinais emocionais, oferecendo soluções e respostas emocionalmente conscientes que criam engajamentos mais humanos

5️ Transparência
=> Não é mais um diferencial ser “transparente”, é o preço para conquistar a confiança do cliente. Práticas éticas de dados, dando visibilidade total sobre como os dados são tratados, têm o potencial de construir relacionamentos mais profundos com os clientes

6️ Clientes máquina
=> À medida que a IA, a Internet das Coisas e as tecnologias de IA conversacional se desenvolvem, dispositivos inteligentes e assistentes pessoais virtuais se tornarão participantes ativos na experiência do cliente, gerenciando tarefas como solução de problemas, compras e até mesmo iniciar solicitações de serviço sem intervenção humana

7️ Empatia em códigos
=> Evolução dos assistentes digitais, muito além dos chatbots e agentes virtuais atuais, tornando-se assistentes digitais quase conscientes, capazes de entender, interpretar e responder às emoções humanas em tempo real e tornando o atendimento ao cliente eficiente, mas também empático

8️ Insights digitais
=> À medida que as expectativas dos clientes por respostas em tempo real crescem, as organizações adotarão análises avançadas de Voz do Cliente impulsionadas por IA, para analisar dados de voz, texto e interação e fornecer insights, feedbacks e ações corretivas real time

9️ O novo “verde”
=> Crescente importância da CX e toda a jornada de compra centrada no meio ambiente, com apoio de novas tecnologias como Blockchain, para rastrear a origem e as cadeias de suprimentos dos produtos

hashtag#tendenciashashtag#consumohashtag#consumidorhashtag#IAhashtag#tecnologiahashtag#chatbothashtag#iot

Luiz Antonio Secco – 20.3.25 – Como fazer gestão de categorias

– leis trabalhistas absurdas na contratação e demissão
– luvas e alugueis por m2 altíssimos
– impostos inacreditáveis (tanto ICMS quanto os trabalhistas)
– custos estruturais enormes (viagens, administrativos, bancários, cartões)
– maiores taxas de juros do mundo

Têm de ser proficientes no planejamento e gestão das 3 variáveis comerciais do varejo:

VENDAS, ESTOQUES E MARGENS.

A busca incessante de AUMENTAR VENDAS é a maior prioridade de um varejista, e isso não precisa ser explicado, está na gênese de qualquer marca, seja qual for o segmento de atuação.

A segunda prioridade é REDUZIR ESTOQUES. Na verdade, isso não é de forma absoluta e sim, relativa. A busca não é a de reduzir o total dos estoques, em $ e em unidades, do varejista e sim, da relação entre o estoque e as vendas planejadas, a cobertura de estoque (CE).

A terceira prioridade é a MELHORIA DA MARGEM BRUTA OU MARKUP, que pode ser obtida seja num melhor markup inicial (através de melhor negociação, compra com maior profundidade, concentração ou troca de fornecedores) ou final (acertando mais nas vendas e estoques planejados e, em consequência, demarcando menos).

Todo este movimento é feito, sempre, por categoria de produtos, e não pela loja (ou rede) inteira.

E como deve ser feita esta gestão?

Minha experiência de muitos anos me levou a uma solução muito básica, muito simples, e por conta disso, muito eficiente: a

REUNIÃO SEMANAL DE GESTÃO DE CATEGORIAS, com os seguintes detalhes:

Frequência: semanal, sempre no mesmo dia da semana e horário. Por exemplo, toda 3ª feira, das 9h às 12h, ou das 14h às 17h.

Presentes: todos os principais envolvidos com produto (estilo ou design, planejamento, compras), marketing, e lojas. O número e status dos presentes depende, claro, do tamanho do varejista.

Conteúdo: análise, sempre por categoria, das vendas, estoques, markups, e PMV, no mês corrente, comparados com vendas, estoques, markups e PMV do ano passado e planejados. Além disso, análise por categoria da situação da verba de compras (que vários chamam de open to buy).

Ata: sempre colocar o assunto, decisão ou status quo, responsável e prazo. Esta ata passa a ser automaticamente a pauta da próxima reunião.

Na minha experiência em implantar e acompanhar esta reunião semanal de gestão de categorias, em pouco tempo de atividade o 1º escalão da empresa passa a dominar as variáveis comerciais, se alinhar em relação aos problemas, êxitos e oportunidades por categoria, relacionar gestão de produtos com marketing e vendas, enfim, se causa uma ruptura no processo de administração da empresa que faz com que seus resultados subam de patamar.

Assim, recomendo que todo varejista priorize totalmente a gestão de categorias, e utilize como principal ferramenta esta reunião semanal com seu primeiro escalão.

Fabiano Simoes – Linkedin 11.3.25
O comparativo entre fevereiro/25 x fevereiro/24 mostra um crescimento médio de +0,9% no fluxo de consumidores nos shoppings brasileiros.

Mas os números variam bastante por região:

Nordeste liderando: +3,8% de aumento no fluxo! O que pode estar impulsionando esse crescimento? Turismo, sazonalidade ou novos hábitos de consumo?

Norte e Sudeste estáveis: +0,6%, indicando uma leve retomada.

Centro-Oeste e Sul em queda: -1,2% e -0,7%, respectivamente. Será que fatores econômicos ou mudanças no comportamento do consumidor estão influenciando?

Para quem trabalha com varejo e expansão, esses dados são valiosos!

Eles mostram oportunidades e desafios regionais que podem guiar estratégias de crescimento, escolha de novos pontos de venda e ações de marketing mais assertivas.

E você, como enxerga esse cenário? Acredita que os shoppings vão continuar em alta ou precisam se reinventar ainda mais?