O Globo avalia que o avanço dos pedidos de recuperação judicial no varejo, envolvendo redes como Casas Bahia, Marabraz, Zinzane, Americanas, Tok&Stok, Mobly, Casa & Video e Le Biscuit, decorre da combinação entre juros elevados, endividamento recorde das famílias e maior concorrência do varejo digital. Entre janeiro e abril, foram 268 pedidos, somando 602 empresas, em linha com o recorde de 2025.
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