O governo e o Senado trabalham para que o projeto de renegociação de dívidas de empresas, chamado de Refis, seja aprovado na Casa até o fim de maio.

A medida ainda não foi à pauta da Casa Alta por falta de concordância do Ministério da Economia, de Paulo Guedes, que não apoia a ideia. Articuladores do governo no Senado negociam com a pasta para viabilizar a votação no prazo.

A proposta é do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O senador defende a ideia como uma forma imediata de ajudar empresas em meio à pandemia da covid-19.

Há baixa controvérsia no Congresso, e Guedes reconhece a necessidade de apoiar empresas que devem ao Fisco, mas resiste ao Refis porque prefere que a negociação seja dentro da reforma tributária.

A Economia também diz que a negociação individual de dívidas é possível por meio da transação tributária –modalidade que foi regulamentada em 2020 pela Lei 13.988.

Para a equipe econômica, o ideal seria analisar caso a caso antes de autorizar a renegociação. Por isso, auxiliares de Guedes admitem as conversas com o Senado sobre o Refis, mas querem negociar o modelo do programa.

O receio é criar um programa com regras genéricas, que beneficiem as empresas que precisam do parcelamento, mas também empresas que ainda têm condições de manter os pagamentos ao governo.

Programas de regularização como o proposto pelo presidente do Senado custaram R$ 176 bilhões. A informação está em estudo de 2020 feito pela Receita Federal. R$ 176 bilhões em 18 anos. Houve 40 programas no período. O órgão não vê a ideia com bons olhos.

As renegociações de dívidas dos pagadores de impostos têm como objetivo regularizar a situação dos devedores. Técnicos argumentam, porém, que as regras tornam vantajoso deixar de pagar os tributos para aplicar os recursos no mercado financeiro.

O programa tenta conseguir o pagamento de pelo menos parte do valor devido, mas a arrecadação fica abaixo da esperada porque muitas empresas ficam inadimplentes.

Fonte: https://www.poder360.com.br/congresso/senado-e-economia-negociam-para-novo-refis-ser-aprovado-ate-o-fim-de-maio/

Parte das companhias contornou as dificuldades com apoio do e-commerce, enquanto outras afundaram com as portas fechadas

O reforço das medidas de restrição contra a Covid-19 no primeiro trimestre deste ano afetou as operações de muitas companhias brasileiras, em especial das varejistas – com impacto ainda pior sobre as que ainda iniciam o processo de digitalização de seus negócios. Conforme Pesquisa Mensal de Comércio divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no início de maio, o varejo registrou uma queda acumulada de 0,6% nas vendas no primeiro trimestre. Só o segmento de tecidos, vestuários e calçados caiu 18% no mesmo período

Ainda assim, muitas varejistas conseguiram superar os resultados anteriores e apresentaram resiliência frente ao contexto, após mais de um ano de pandemia. A Lojas Marisa reduziu o prejuízo no primeiro trimestre divulgado na segunda-feira (10), ante o mesmo período do ano anterior, mas ressalta que ainda sofre os impactos pela pandemia, parcialmente compensados pela maior eficiência em despesas.

O desempenho negativo da companhia no período ficou em R$ 53,4 milhões, contra o prejuízo de R$ 107,1 milhões um ano antes. No entanto, a receita da companhia foi menor, de R$ 415,434 milhões entre janeiro e março deste ano, queda de 27,3%, em comparação com a receita de R$ 571,775 milhões no mesmo período de 2020. A Marisa ainda assim foi beneficiada pelo aumento das vendas pela plataforma digital, de 67,3% no primeiro trimestre – com o aplicativo representando 45% das vendas digitais. Já o varejo teve queda de 30,5%.

A gestora das marcas Olympikus, Mizuno e Under Armour também mostrou recuperação em relação ao primeiro trimestre de 2020. A Vulcabras registrou lucro líquido de R$ 14,6 milhões nos primeiros três meses deste ano, uma alta de 64% ante os R$ 8,9 milhões do primeiro período de 2020. A receita líquida da companhia foi de R$ 311,9 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 30,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, e o terceiro trimestre consecutivo de ganhos.

O CEO da Vulcabras, Pedro Bartelle, atribui o crescimento de receita no trimestre às novas coleções adaptadas à realidade do mercado neste momento e ao comportamento do consumidor.

Já a Natura &Co não seguiu na mesma linha. Na quarta-feira (12), a companhia anunciou prejuízo de R$ 156,6 milhões, ante o valor negativo de R$ 824,9 milhões no primeiro trimestre de 2020. Roberto Marques, presidente-executivo do conselho de administração e CEO do Grupo, ressaltou que o ambiente segue desafiador, “em termos sanitários, com bloqueios e restrições em alguns mercados importantes”.

A receita líquida da companhia foi de R$ 9,5 bilhões, aumento de 25,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas digitais da Natura representaram 48% da receita total, ante 33% no primeiro trimestre de 2020.

A mais nova aquisição do Grupo Soma, a Cia Hering apresentou lucro líquido de R$ 19,76 milhões no primeiro trimestre, antes de ser vendida ao grupo no dia 28 de abril. O lucro representa um aumento de 291,8% ante o mesmo período do ano anterior. A receita líquida da Cia Hering ficou em R$ 285,08 milhões, aumento de 4,8% na comparação com o ano anterior.

Paralelamente, o próprio Grupo Soma contornou as dificuldades com as restrições e trouxe resultados acima do esperado pela XP Investimentos. A receita líquida da holding foi de R$ 353,6 milhões, um crescimento de 20,1% ante o primeiro trimestre de 2020. O lucro líquido da companhia foi de R$ 14,9 milhões, revertendo o prejuízo do mesmo período do ano anterior de R$ 43,4 milhões.

De acordo com a XP Investimentos, o Grupo Soma foi favorecido pelas “vendas a preço cheio no canal online e o forte crescimento da Farm Global (+135,5% ano a ano)”.

Já a Guararapes, dona da Riachuelo, registrou prejuízo de R$ 104,9 milhões no primeiro trimestre, maior que o prejuízo dos três primeiros meses de 2020, de R$ 47,5 milhões. A empresa explicou que a performance apresentada no trimestre é reflexo da queda nas vendas em lojas, da expansão de margem bruta de mercadorias, do desempenho das despesas operacionais e do forte crescimento do resultado da operação financeira.

A receita líquida da companhia ficou em R$ 1,24 bilhão, um recuo de 23,5% ante o mesmo período de 2020. As vendas realizadas pelos canais digitais cresceram 253,5% no 1T21, representando 13,3% das vendas totais de mercadorias no período.

Na última quarta-feira (12), a Via (antiga Via Varejo) apresentou um surpreendente salto de 1284,6% no lucro líquido do primeiro trimestre, comparado ao mesmo período de 2020, aos R$ 180 milhões. A receita líquida da companhia foi de R$ 7,5 bilhões, 19,1% a mais que o mesmo período do ano passado.

O bom desempenho da Via tem como destaque a performance online, que, de acordo com a administração, é “fruto das melhorias nos prazos de entrega, da maior assertividade comercial e principalmente pela entrada de novas categorias e ganhos de marketshare”. A receita bruta do canal online apresentou crescimento aproximado de 111% nos três primeiros meses do ano comparando com 2020.

Na semana, a quinta-feira concentrou o maior volume de balanços no varejo – uma “rave” de resultados, nas palavras da XP Investimentos. As duas representantes do segmento de e-commerce no dia, Westwing e Magazine Luiza, trouxeram bons resultados, especialmente a segunda, favorecidas pela menor circulação das pessoas, com esse movimento migrando parcialmente para o varejo digital.

A Magazine Luiza trouxe R$ 8,8 bilhões de vendas no e-commerce, um aumento de 111,4%, e que representa 70% das vendas totais no período. A companhia atribui o resultado favorável à boa performance do aplicativo, entrega mais rápida e à evolução do marketplace. Em mensagem da administração, a Magazine Luiza promete acelerar ainda mais as entregas, e expandir o sistema de pedidos que chegam em uma hora, que já está disponível em 50 lojas do grupo.

A receita líquida da Magazine Luiza nos três primeiros meses de 2021 foi de R$ 8,25 bilhões, um aumento de 57,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi de R$ 258,6 milhões, impressionantes 739,7% acima do ano anterior.

Após a estreia na Bolsa em fevereiro, a Westwing não conseguiu reduzir o prejuízo líquido do primeiro trimestre, de R$ 16,6 milhões, em relação ao resultado negativo de R$ 2,5 milhões do mesmo período de 2020. Para a XP Investimentos, o prejuízo ainda veio menor que o esperado, “por conta de menores despesas não operacionais e do impacto do reconhecimento de imposto diferido no período”.

Já o Ebitda da companhia ainda veio “pressionado por conta de maiores investimentos na operação”, e ficou negativo em R$ 22,58 milhões. A receita líquida da Westwing foi de R$ 60,57 milhões, um aumento de 83,3% ante o mesmo período de 2020.

A C&A reportou uma receita líquida de R$ 776,1 milhões no período, uma queda de 20,6% comparado ao ano anterior, que, de acordo com a companhia, se deve às restrições impostas pela pandemia e à “maior insegurança da cliente”. A companhia trouxe um prejuízo de R$ 138,5 milhões, pior que o resultado negativo no primeiro trimestre de 2020, de R$ 55,4 milhões.

A Lojas Renner trouxe resultado abaixo do esperado, na visão da XP, apesar do crescimento de 140% nos downloads do aplicativo no trimestre, totalizando 4,5 milhões e com recorde de 1,8 milhão em março. A receita líquida da companhia foi de R$ 1,58 bilhão, queda de 15,2% ante o mesmo período de 2020. O prejuízo da Lojas Renner foi de R$147,7 milhões, ante lucro de R$ 7,1 milhões no primeiro trimestre do ano passado.

Já a Arezzo viu seu lucro líquido disparar 310,7% na comparação anual, para R$ 29,6 milhões. A receita líquida da companhia no período foi de R$ 499,9 milhões, aumento de 33,2% sobre o mesmo período de 2020. De acordo com a administração da companhia, as vendas digitais apresentaram “excelente nível de maturidade”, que “permitiu que a rede novamente apresentasse resultados sólidos”.

 

Vídeo: https://sindishopping.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Untitled-Project.mp4

Rodrigo Pacheco apoia a ideia

-Guedes é contra renegociação

O governo e o Senado trabalham para que o projeto de renegociação de dívidas de empresas, chamado de Refis, seja aprovado na Casa até o fim de maio.

A medida ainda não foi à pauta da Casa Alta por falta de concordância do Ministério da Economia, de Paulo Guedes, que não apoia a ideia. Articuladores do governo no Senado negociam com a pasta para viabilizar a votação no prazo.

A proposta é do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O senador defende a ideia como uma forma imediata de ajudar empresas em meio à pandemia da covid-19.

Há baixa controvérsia no Congresso, e Guedes reconhece a necessidade de apoiar empresas que devem ao Fisco, mas resiste ao Refis porque prefere que a negociação seja dentro da reforma tributária.

A Economia também diz que a negociação individual de dívidas é possível por meio da transação tributária –modalidade que foi regulamentada em 2020 pela Lei 13.988.

Para a equipe econômica, o ideal seria analisar caso a caso antes de autorizar a renegociação. Por isso, auxiliares de Guedes admitem as conversas com o Senado sobre o Refis, mas querem negociar o modelo do programa.

O receio é criar um programa com regras genéricas, que beneficiem as empresas que precisam do parcelamento, mas também empresas que ainda têm condições de manter os pagamentos ao governo.

Programas de regularização como o proposto pelo presidente do Senado custaram R$ 176 bilhões. A informação está em estudo de 2020 feito pela Receita Federal. R$ 176 bilhões em 18 anos. Houve 40 programas no período. O órgão não vê a ideia com bons olhos.

As renegociações de dívidas dos pagadores de impostos têm como objetivo regularizar a situação dos devedores. Técnicos argumentam, porém, que as regras tornam vantajoso deixar de pagar os tributos para aplicar os recursos no mercado financeiro.

O programa tenta conseguir o pagamento de pelo menos parte do valor devido, mas a arrecadação fica abaixo da esperada porque muitas empresas ficam inadimplentes.

Fonte: https://www.poder360.com.br/congresso/senado-e-economia-negociam-para-novo-refis-ser-aprovado-ate-o-fim-de-maio/

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia elevou a projeção de alta do PIB em 2021 para 3,5%. Os dados constam no Boletim Macrofiscal de maio, divulgado hoje.

Na última versão, publicada em março, a equipe econômica estimava um crescimento de 3,2%. No boletim mais atual, as projeções de inflação também cresceram: de 4,42% para 5,05%, puxada principalmente, segundo a SPE, pelas pressões nos combustíveis e na bandeira de energia elétrica.

A projeção mais otimista de crescimento está em linha com estimativas de mercado. Boletim Focus divulgado nesta semana mostra que o mercado financeiro prevê um PIB de 3,45% em 2021 e inflação de 5,15% este ano.

“Pode-se destacar a expectativa do bom resultado da atividade econômica no primeiro trimestre, mesmo diante do aumento das regras legais de distanciamento e a despeito do fim do auxílio emergencial”, assinalou a SPE no Boletim.

Segundo a equipe, “os resultados melhores no começo deste ano e a expectativa de continuidade do processo de vacinação, impulsionando o setor de serviços no segundo semestre, possibilitaram a revisão do crescimento do PIB para 2021 em 0,3 p.p., para 3,5%”.

O secretário de política econômica, Adolfo Sachsida, afirmou, no entanto, que essa é uma projeção conservadora e ainda há incertezas sobre a evolução da pandemia – possível chegada de uma terceira onda – e o risco fiscal.

“Sem a consolidação fiscal perderíamos a ancoragem das expectativas e isso desestabilizaria a trajetória inflacionária com resultados negativos sobre a atividade econômica”, assinala a SPE na apresentação.

Nesse sentido, Sachsida afirmou que “a melhor política econômica é a vacinação em massa”.

Já em relação às novas estimativas de inflação, a SPE destaca que, apesar de o valor estar acima da meta de inflação de 3,75% para o ano, “deve-se destacar que ele se encontra dentro do intervalo de tolerância”. “A projeção do IPCA converge para o centro da meta a partir de 2022 (3,5%)”, projeta a secretaria.

Fonte: https://www.jota.info/tributos-e-empresas/mercado/governo-crescimento-pib-ano-18052021#:~:text=economia-,Governo%20eleva%20projeção%20de%20crescimento,este%20ano%20para%203%2C5%25&text=A%20Secretaria%20de%20Política%20Econômica,Macrofiscal%20de%20maio%2C%20divulgado%20hoje.

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PR) protocolou nessa segunda (17), no Ministério Público do Paraná (MPPR), um pedido de providências contra a Prefeitura de Curitiba por ter promovido evento com aglomeração de pessoas na noite de sexta (14). Fotos e vídeos mostram aglomerações na inauguração do Memorial Paranista, no Parque São Lourenço.

A entidade argumenta que Prefeitura desrespeitou as próprias regras restritivas que proíbem eventos e aglomerações para conter o avanço da Covid na capital paranaense.

O pedido cita o artigo do decreto em vigência que proíbe reuniões com aglomeração de pessoas, incluindo eventos, comemorações, assembleias, confraternizações, encontros familiares ou corporativos, em espaços de uso público, localizados em bens públicos ou privados.

Os restaurantes e bares estão entre os setores que mais sofrem restrições desde o início da pandemia e por isso pede providências do Ministério Público. O MPPR deve avaliar nos próximos dias o pedido. Apesar dos vídeos e fotos, a prefeitura garante que o evento respeitou as normas de distanciamento, o uso de máscara e ainda alega que a maior parte da inauguração aconteceu ao ar livre.

Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticia/abrasel-denuncia-ao-mppr-aglomeracao-em-inaguracao-da-prefeitura#.YKvjYIzPyUk

Dono da varejista afirma que dívidas ultrapassam R$ 200 milhões(“trabalhamos só 200 dias desde a crise”)

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A rede de moda TNG entrou com pedido de recuperação judicial na sexta-feira, 21. A empresa, que já enfrentava dificuldades antes da crise decorrente da pandemia, creditou a decisão aos quase 50 dias em que parte de suas lojas ficaram fechadas em 2021.

“Nos dias em que ficamos abertos, a receita ainda foi 25%, 30% menor do que era antes”, afirmou em nota o fundador da companhia, Tito Bessa Junior, ao Estadão/Broadcast. Segundo ele, a recuperação judicial foi protocolada para a empresa ter fôlego e aproveitar a melhora geral da economia no pós-pandemia. “Apesar da pecha negativa da RJ, a nossa decisão foi para que possamos nos reconstruir.”

A companhia deve apresentar um plano de reestruturação em até sessenta dias. O processo está sendo assessorado pelo escritório de advocacia Moraes Jr. e pela consultoria Siegen.

“Vamos pedir uma carência de dois anos para os pagamentos, tentar descontos em algumas situações”, disse Bessa. Os débitos da TNG totalizam mais de R$ 200 milhões, de acordo com ele.

Nos últimos anos, a TNG estava executando planos de reestruturação de despesas, e contratos vinham sendo renegociados e encerrados. “Reduzimos e trocamos operações que apresentavam um poder lento de recuperação e com custos desproporcionais à receita.”

Durante a pandemia, foram fechadas 70 lojas da rede, que permanece com 100 unidades. Bessa, que também é presidente da Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos), afirmou que as restrições prejudicaram todos os lojistas e poderiam ter sido feitas de outras formas.

Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2021/05/22/tng-pede-recuperao-judicial-trabalhamos-s-200-dias-desde-a-crise-diz-dono.ghtml

Shopping Center Curitiba celebra 13 anos de atividades com uma ação especial para lojistas e clientes.)

O Palladium Shopping Center Curitiba celebra 13 anos de atividades com uma ação especial para lojistas e clientes: uma grande caixa instagramável para entrar, escolher uma mensagem, tirar fotos e compartilhar nas redes sociais. Além disso, o local está todo decorado com muitas nuvens e balões coloridos. A ação acontece até o dia 30 de maio.

De acordo com a gerente de marketing do shopping, Cida Oliveira, pesquisas realizadas pelo Prêmio Impar/Ibope apontaram algumas vezes que o paranaense e o curitibano têm o Palladium como um de seus shoppings preferidos e, além disso, o público normalmente gosta dessas instalações.

Nesses 13 anos de atuação, os negócios gerados pelo Palladium contribuíram com a região do bairro Portão, facilitando o acesso a serviços, lazer, gastronomia e compras. Nos últimos anos, o bairro do Portão também recebeu lançamentos imobiliários, teve acessos e transporte público melhorados e serviços de diferentes setores se consolidaram em suas proximidades. “A geração de empregos e o lazer entram na rotina da comunidade beneficiando milhares de pessoas diariamente”, conta Anibal Tacla, empreendedor do Grupo Tacla, que além do Palladium Curitiba, administra outros 10 empreendimentos no Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Relacionamento

Cada lojista recebeu uma taça de cristal com guloseimas.

Como qualquer outro setor da economia, o varejo tem sofrido os impactos da pandemia. Neste cenário, os lojistas precisaram de bastante apoio e incentivo para suportar a oscilação de movimento dos últimos tempos. Cida pontua que a ação surgiu também para homenageá-los e reconhecê-los como fator determinante para o sucesso do empreendimento. Cada lojista recebeu uma taça de cristal com guloseimas. “É uma maneira grata e carinhosa do Palladium dizer obrigado aos seus parceiros, por estarem ao nosso lado adoçando e colorindo nossos dias”, completa.

Fonte: https://www.bemparana.com.br/blog/comerecurtir/post/shopping-palladium-completa-13-anos-com-acao-para-clientes-e-lojistas

Segundo o Sebrae, três a cada quatro pequenos negócios retomarão o faturamento até outubro, mas isolamento em queda e vacinação lenta jogam dúvida sobre uma possível terceira onda da Covid-19; especialistas consultados pelo G1 comentam se vale a pena partir para o crédito.

.”O que parece positivo é que o novo Pronampe vem agora com 20% reservado às empresas mais atingidas do turismo, o que ajuda nosso setor. Mas deveria ter sido renovado com muito mais celeridade”, diz Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

Juros mais altos previstos para novo Pronampe preocupam economistas e donos de pequenos negócios

Retorno tardio

O período de paralisação dos programas de apoio às empresas e a falta de incentivos fiscais no início de 2021 foram amplamente criticados também por outras associações de comerciantes. Com o iminente colapso do sistema de saúde por conta da segunda onda da Covid-19, foi preciso restringir mais uma vez a circulação de pessoas e o setor queria compensações mais cedo.

Auxílio Emergencial, para melhora do consumo, e o BEm, para reequilibrar contas fixas das empresas, foram reinstalados, faltando apenas a política de crédito facilitado.

‘Novo’ Pronampe aguarda sanção

Foi necessário um novo projeto que partiu do Senado para buscar tornar o programa permanente e estabelecer novas regras, incluindo aumento da taxa de juros. No último dia 11 de maio, o Congresso terminou a fase de tramitação e enviou o programa para aprovação presidencial. Até o momento, no entanto, o presidente Jair Bolsonaro não sancionou a legislação.

A insegurança com os rumos da pandemia acende o alerta de empreendedores que precisam de reforço para continuar de portas abertas. Enquanto procuram reforço de caixa para voltar a operar com vigor, infectologistas não descartam uma terceira onda de Covid dado o cenário de vacinação lenta e isolamento social em queda.

Mas há quem esteja otimista. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) estima que 73% das pequenas e médias empresas terão retomado o faturamento equivalente ao período pré-pandemia até o início de outubro.

Isso significa um universo de 12,5 milhões de pequenos negócios que podem retomar o nível de atividade do início de 2020. Mas há uma condição: vacinação de todos os adultos acima dos 25 anos até 5 de outubro, como prevê o calendário do Ministério da Saúde.

“As pessoas estão muito ávidas para passear, consumir e conviver. Com boa parcela da população vacinada, haverá alta muito forte do faturamento e o momento será de oportunidade”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.

A ressalva de Melles fica para negócios que podem ser impactados de forma mais intensa por mudanças de comportamento da população que vieram para ficar.

Um exemplo é o efeito da maior adoção do home office, que pode diminuir a circulação em polos empresariais. Prestadores de serviços em regiões como essa podem apenas não reaver o nível de atividade a que estavam habituados.

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Crédito compensa?

Para especialistas consultados pelo G1, o possível retorno do Pronampe é ótima notícia, mesmo com taxas de juros mais altas que na edição passada. O reajuste, contudo, aperta ainda mais as contas de empresas que já passam por dificuldades e pode tornar-se proibitivo pelo custo a longo prazo.

O professor de administração da FEA-USP Paulo Feldmann prefere a precaução e afirma que o ideal é que os empresários façam uma boa estimativa de caixa futuro para que fiquem claras as entradas e saídas por seis meses, no mínimo.

“O segundo semestre ainda deve ser complicado. A melhor alternativa é negociar de saída para que, se for possível, as parcelas comecem apenas em 2022”, afirma Feldmann.

O professor acredita que o retorno forte de países em que a Covid está controlada, como Estados Unidos, Israel e Reino Unido, pode ser replicado no Brasil. O alongamento sugerido é, justamente, para anular o atraso de vacinação e aproveitar a retomada, considerando uma hipótese mais pessimista de chegada de doses.

“Houve uma queda relevante de renda neste ano, mas uma saída segura da crise, por meio de vacinas, aumentará o investimento e as contratações. É mais renda distribuída pelo trabalho e nova injeção no consumo”, diz.

· Confiança dos pequenos negócios cresce após cinco meses de queda

Já Sérgio Lazzarini, professor de administração do Insper, entende que o Brasil perdeu a oportunidade de um desgaste muito menor dos negócios por falta de coordenação.

Para ele, os programas de crédito deveriam estar preparados para liberação conforme as necessidades de fechamento do comércio para reduzir a curva de contágios pela Covid. A ação seria conjunta entre entes federais, estaduais, municipais e instituições financeiras.

“Seria possível levar o isolamento social ao máximo, reverter a curva de contágios e dar resgate ao empresário com o devido planejamento de como e quando será reaberta a economia”, diz Lazzarini.

Segundo ele, caberia a um gabinete interministerial de crise centralizar as ações em âmbito federal, com comunicação direta com os demais entes federativos. Sem a articulação conjunta, porém, o empresariado como um todo foi obrigado a queimar o caixa além do necessário, com suporte de crédito que demorou a chegar – quando veio.

“Os empresários não podem ter uma visão míope de só exigir reabertura. Tem que entender o motivo do fechamento do comércio e exigir ajuda para esse momento”, afirma.

A incerteza de que dias melhores vêm pela frente é justamente o que ameaça outros 50 mil bares e restaurantes de fechar as portas em 2021, segundo a Abrasel. Sem um cenário melhor, um deles pode ser o Barziin Gastrobar.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2021/05/22/a-espera-da-volta-do-pronampe-incerteza-aumenta-cautela-de-empresarios-na-tomada-de-credito.ghtml