Transformar o futuro da beleza faz parte da realidade que construímos todos os dias aqui dentro.
E, hoje, nós comemoramos mais uma conquista que reafirma tudo isso: somos a 4ª empresa de reputação mais sólida do Brasil, em um dos rankings mais respeitados do mundo: o Ranking Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco).
Essa conquista reflete o nosso compromisso com a sociedade, nossa transparência, integridade e excelência. Há mais de 47 anos, construímos uma jornada consistente alinhada ao nosso propósito de criar oportunidades que transformam a vida das pessoas e do mundo ao nosso redor.

Acesse a matéria completa: https://lnkd.in/dwQJB2eJ

Porto Belo Outlet Premium / Ass. Impr. / fev 25

O Porto Belo Outlet Premium tem sido palco de um fluxo impressionante nesta temporada: mais de 2 milhões de pessoas cruzaram nossos corredores até agora, reafirmando nosso status como destino de compras preferido para turistas de todo o Brasil e do Mercosul. Os números não mentem: recordes de vendas e mais de 22 marcas com resultados extraordinários, projetando nosso destaque por toda a América Latina.

Mas o que impulsiona esse sucesso? A resposta está na combinação perfeita de fatores que atraem cada vez mais visitantes: marcas internacionais, um ambiente acolhedor que proporciona uma experiência de compra completa, preços competitivos em um espaço 100% outlet – tudo isso contribui para a crescente preferência dos turistas, especialmente do Mercosul. A cada ano, essa preferência se intensifica, como comprovam os resultados de 2024/25.

E o melhor de tudo: esse grande movimento está apenas começando. Estamos preparando novidades incríveis que reforçam o Porto Belo Outlet Premium como o principal destino de compras e lazer de referência internacional.

Ericoh Morbiz ( Sindishopping)

Eta notícia boa: capital e DNA das araucárias! Irreversível: irá superar metas, limites e se destacar como escol, traduzindo a visão primorosa desse já maior grupo de SC do sul da Am do Sul!
Parabéns a família Tacla!!

Entre as varejistas em maior dificuldade no país estão Gamestop, Victoria’s Secret, Petco Health and Wellness, Groupon e Land’s End

Letícia Furlan

Repórter de Mercado Imobiliário/26.2.25 / exame

As vendas do varejo nos Estados Unidos cresceram 2,4% em 2024, superando as expectativas, mas o setor enfrenta um aumento no número de falências.

De acordo com um relatório da Coface divulgado com exclusividade à EXAME, mais de 30 grandes varejistas pediram falência no ano passado, o maior volume desde o que ficou conhecido como o “Apocalipse do Varejo”, na década de 2010. Segundo o estudo, os bons números das vendas estariam escondendo uma realidade desigual.

O crescimento do e-commerce impulsionou o setor, mas segmentos como passatempo, móveis, materiais de construção e lojas de departamentos registraram queda nas vendas. Redes de eletrônicos, alimentos e vestuário cresceram abaixo da inflação de 2,9%, indicando retração no volume real de vendas.

Para o autor do estudo, Aurélien Duthoit, o crescimento desigual do varejo mostra que a resiliência do consumidor não é sentida por todo o setor. Segundo ele, enquanto grandes redes seguem ganhando mercado, varejistas menores, principalmente os de segmentos não essenciais, enfrentam pressão crescente.

As empresas com maiores e menores crescimentos dos EUA

A Coface analisou 141 empresas do setor, que somam US$ 2,5 trilhões em vendas anuais. Três companhias — Walmart, Amazon e Costco — responderam por quase 50% do crescimento das vendas no varejo entre 2023 e 2024. A participação combinada delas subiu de 19% em 2019 para 24% em 2024, ampliando a pressão sobre concorrentes menores.

A rentabilidade do setor também caiu nos últimos três anos. As margens de EBITDA de varejistas listados nos EUA em 2023 e 2024 voltaram a patamares da crise da década passada, sugerindo que o impulso da pandemia foi temporário. “A deterioração das margens reforça a percepção de alto risco para o setor”, diz Duthoit.

O percentual de empresas com endividamento elevado ou fragilidade no serviço da dívida atingiu níveis próximos dos recordes, com 31% e 48%, respectivamente. Entre as varejistas em maior dificuldade estão Gamestop, Victoria’s Secret, Petco Health and Wellness, Groupon e Land’s End.

Segmentos como e-commerce, eletrônicos, eletrodomésticos e produtos de lazer estão entre os mais expostos a riscos. Lojas de departamentos seguem em declínio estrutural, enquanto redes de desconto lidam com pressão inflacionária e a concorrência de gigantes como Walmart e Amazon. “O varejo dos EUA está em um ponto crítico. O aumento das tarifas e a concentração de mercado devem acentuar os desafios”, conclui Duthoit.

Empreendimento paranaense contribuiu para robustecer o resultado da Multiplan

Redação  amanha 21/02/2025

O ParkShoppingBarigüi recebeu R$ 600 milhões para ampliar sua estrutura em mais de 15 mil metros quadrados

O ParkShoppingBarigüi está entre os dez shoppings da Multiplan que tiveram melhor desempenho das vendas ao longo do ano passado. O empreendimento curitibano alcançou R$ 1,6 bilhão em vendas, 6,8% a mais do que o mesmo período do ano passado, segundo o relatório de resultados da Multiplan, anunciado neste mês. Somente entre outubro e dezembro, o ParkShoppingBarigüi atingiu R$ 551,9 milhões em vendas, 12,5 % a mais em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ao longo de 2024, a Multiplan investiu R$ 911 milhões, 53% a mais que no ano passado, sendo a maior parte destinada para expansões e revitalizações. O ParkShoppingBarigüi recebeu R$ 600 milhões para ampliar sua estrutura em mais de 15 mil metros quadrados, incluindo um terceiro piso, 75 lojas e um centro médico com 25 especialidades.

“Tivemos um ano histórico, marcado por investimentos em expansões e revitalizações. Demos continuidade à estratégia de ampliar e melhorar os nossos ativos, o que vem gerando resultados positivos ano após ano. Inauguramos as expansões do DiamondMall, em Minas Gerais, e do ParkShoppingBarigüi, em Curitiba; e lançamos a do ParkShopping, em Brasília. Concluímos, também, a primeira fase das revitalizações do BarraShopping, no Rio de Janeiro, e do MorumbiShopping, em São Paulo”, enumera Eduardo Kaminitz Peres, presidente da Multiplan.

Paulo Brenha –  KAM / HEAD Comercial / 28.2.25

A  Euromonitor International destaca cinco tendências transformadoras:
 Planos de Longevidade: Saúde não é apenas sobre viver mais, mas viver melhor. Consumidores estão investindo em suplementos personalizados, dispositivos wearables e soluções baseadas em dados para prolongar sua vitalidade.
 Consumo Consciente: Com incertezas econômicas, consumidores buscam economizar sem abrir mão de valor, priorizando marcas que oferecem benefícios claros e de longo prazo.
 Sustentabilidade Realista: Produtos e práticas ecológicas ganham destaque, mas os consumidores exigem ações práticas e transparentes das marcas.
 Foco Filtrado: Em um mundo hiperconectado, consumidores adotam hábitos que priorizam o bem-estar mental e emocional.
 IA Ambivalente: A Inteligência Artificial divide opiniões, mas a inovação prática e ética será essencial para conquistar confiança.

Essas tendências são mais que previsões; são direções estratégicas para quem quer liderar o futuro.

Paulo Correa / CEO / C&A – 26.2.25

Quando paro para pensar em como foi o ano passado, passa um filme na cabeça de toda minha jornada na C&A. De quando assumi a cadeira de CEO até agora, os desafios para abertura de capital, e o quanto temos conquistado resultados excepcionais, recuperando o brilho da marca, a preferência das clientes.

A evolução de quase 7 pontos no nosso NPS em relação ao ano anterior demonstra a satisfação das nossas consumidoras.

Cada vez que você vai à loja, encontra mais produtos lindos, interessantes e que conectam com o que está buscando. As jornadas estão ficando melhores e mais fluidas!

Nossa capacidade de transformar e evoluir o negócio, os fundamentos de produto, sortimento e experiência, usando muita tecnologia para isso, faz a percepção da cliente mudar. Essa mudança de percepção gera uma atitude diferente, maior conversão, recorrência de compras, e isso traz resultados para companhia.

Estou extremamente orgulhoso em compartilhar os resultados excepcionais da C&A Brasil no 4T24, que refletem todo o nosso esforço com a Estratégia Energia C&A. Esse foi o melhor exercício fiscal desde o nosso IPO em 2019, e esses números são um reflexo da dedicação, trabalho e talento de toda a equipe!

Vamos continuar inovando e crescendo juntos: 2025 ainda está só no começo! Te convido a acessar os números em https://ri.cea.com.br/

A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que apura a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) mostra queda mensal de 0,2% no índice em fevereiro, chegando aos 104,5 pontos, já descontados os efeitos sazonais. Impactado principalmente pela redução do consumo de bens duráveis (-1,6% mensal e -4,8% no comparativo anual), o resultado interrompe a curva ascendente observada desde dezembro do ano passado. No comparativo com fevereiro de 2024, a variação anual da ICF sofreu queda de 1,1%.

Os dados da CNC revelam que as famílias de maior renda estão mais cautelosas ao consumir, tendência também notada entre aquelas que ganham menos de dez salários mínimos mensais: a intenção de compra reduziu 0,5% e 0,2%, respectivamente, em relação ao mês anterior. O subindicador Perspectiva de Consumo, que mensura a percepção dos entrevistados sobre o seu próprio consumo a médio prazo (nos próximos três meses), caiu nos dois grupos: 2,2% e 1%, respectivamente.

“As famílias já sentem dificuldade em adquirir bens duráveis neste início de ano. Apesar do cenário desafiador, há um esforço em manter o padrão de consumo. No entanto, o comércio já deve sentir a redução das vendas nos próximos meses”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Homens e mulheres estão menos otimistas

No recorte por gênero, nota-se maior pessimismo em relação ao consumo, com a baixa na variação anual de intenção de compra de 1,4% entre os homens e de 0,4% entre as mulheres.

Em contrapartida, o público feminino melhorou a sua “perspectiva de consumo” em relação a fevereiro de 2024, ficando 1,1% acima. Os homens não têm o mesmo ponto de vista, pontuando -2,2% no comparativo anual.   

Acesso ao crédito restringe consumo

O subindicador “acesso ao crédito” mostrou que as famílias de maior renda registraram queda de 0,4%, e que as com rendimentos menores apresentaram aumento de 0,4%.  

“A maioria dos componentes do ICF teve alta, com exceção dos duráveis, que teve a maior redução. Isso deixa claro que as famílias sentem o impacto dos juros altos, principalmente os consumidores de maior renda, que estão sendo os mais afetados pela seletividade do crédito”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Mercado de trabalho mais promissor

depois de quatro meses de baixas, os consumidores mostraram mais otimismo em relação às oportunidades profissionais. O “emprego atual”, que mede a satisfação com o trabalho, apresentou alta de 0,2%, enquanto a “perspectiva profissional”, que mede a percepção do trabalhados sobre o cenário de oportunidades profissionais a médio prazo, teve o quinto crescimento seguido, de 0,4%.

Thiago de Melo Furbino – fev 25 – Linkedin

Casas Bahia, sob a gestão de Renato Franklin, transformou o seu marketplace online com a implementação da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) do Google Cloud. Por meio do projeto “Enriquecimento de Catálogo”, a empresa está enfrentando de forma inovadora um de seus maiores desafios: gerenciar o cadastro de cerca de 300 mil novos produtos diariamente, garantindo qualidade e consistência nas informações.

Antes dessa iniciativa, problemas nas descrições e classificações de produtos comprometiam a experiência do consumidor, dificultando tanto a busca quanto a decisão de compra. Produtos como geladeiras, por exemplo, muitas vezes eram registrados em categorias genéricas ou equivocadas, o que criava frustração para os clientes. Agora, com o uso da GenAI, 95% dos itens cadastrados são corretamente classificados, e os atributos detalhados são preenchidos automaticamente. Dimensões, capacidade, resolução de tela e outros detalhes essenciais, antes ausentes, agora enriquecem o catálogo e facilitam a navegação dos consumidores.

Essa automação melhora a experiência de compra e também otimiza os processos internos da empresa. A dependência de revisões manuais foi drasticamente reduzida: 50% dos cadastros já não exigem intervenção humana, e a expectativa é atingir quase 100% de automação em um futuro próximo. Isso permitiu que as equipes focassem em atividades mais estratégicas, enquanto tarefas repetitivas passaram a ser realizadas pela IA.

Os benefícios vão além do consumidor final. Vendedores que utilizam a plataforma também encontram um processo simplificado para o cadastro de produtos, reduzindo barreiras operacionais e facilitando o acesso ao marketplace. A eficiência reflete a visão da Casas Bahia de criar um ambiente que atenda às necessidades de toda a cadeia, desde parceiros comerciais até os clientes.

A tecnologia implementada modernizou a operação da empresa e também potencializou outros sistemas, como os modelos de busca, recomendação de produtos e identificação de itens similares. Essa integração fortalece o desempenho geral da plataforma, tornando-a mais competitiva no mercado brasileiro.

Essa inovação posiciona a Casas Bahia como uma das referências em transformação digital no varejo brasileiro, destacando o papel essencial da tecnologia na construção do futuro do comércio eletrônico.

A IA Como Motor de Crescimento

Além da eficiência operacional, a IA generativa impulsiona o crescimento da empresa ao:
✅ Automatizar processos manuais, economizando tempo e recursos.
✅ Reduzir erros e garantir maior consistência nas informações.
✅ Ampliar a personalização e a escalabilidade da operação.
A escolha da GenAI se baseou em sua capacidade de integração com os sistemas da empresa, personalização da experiência de compra e escalabilidade, permitindo uma evolução contínua do marketplace.

💬 E você, como vê o impacto da IA no varejo brasileiro?

fonte: Infor Channel

 

Curitiba, BH e Manaus: sim, esses são os locais com o maior número de contestadores nacionais, com notas 7,8, 7,5 e 7,5, respectivamente

Redação / 02/02/25  / Portal NOSSO DIA

Que os brasileiros não resistem a uma reclamaçãozinha de vez em quando ninguém tem dúvidas — ser uma população naturalmente comunicativa significa, também, expressar opiniões e descontentamentos nos mais diversos momentos.

Agora, que Curitiba, BH e Manaus são as cidades em que mais se reclama no Brasil, quem acaba de revelar é o novo estudo da Preply, que, recentemente, “mediu” a frequência com que as pessoas se queixam de Norte a Sul do país.

Isso porque, para compreender a relação dos residentes de diferentes municípios com as reclamações, nas últimas semanas, a plataforma de idiomas pediu que milhares de entrevistados compartilhassem o quanto protestam no dia a dia, dos grupos sociais com quem mais dividem as lamentações às situações onde é quase impossível não se tornar um verdadeiro “resmungão”. 

Em uma escala de 0 a 10, desenvolvida pela especialista para mensurar a frequência das reclamações em diferentes localidades, os habitantes das cidades em questão levaram as pontuações mais expressivas do levantamento, o que os alçou ao topo do pódio do ranking de “reclamões” nacionais. Já os bons exemplos, conforme destaca a Preply, estariam nas cidades de Brasília, Porto Alegre e Campinas — os locais em que tal comportamento é menos visto se comparados a todo o território nacional. 

Curitiba, BH e Manaus: as cidades com os maiores “reclamões” do Brasil 

Embora, ao final do dia, seja difícil encontrar alguém que não reclame por aí, se existe algo que o estudo da Preply revela é como, seja dentro ou fora do Brasil, há populações que poderiam ser descritas como experts da arte de reclamar… fazendo de toda e qualquer ocasião uma oportunidade para lamentações com os demais. 

Após analisar a frequência com que se reclama ao redor do país, atribuindo notas de reclamação a residentes de diferentes cidades de Norte a Sul, a plataforma de idiomas chegou a uma conclusão que pode surpreender as pessoas de Curitiba, BH e Manaus: sim, esses são os locais com o maior número de contestadores nacionais, com notas 7,8, 7,5 e 7,5, respectivamente.

Trata-se de uma realidade muito diferente, por exemplo, da encontrada nos municípios de Brasília (2,9) e Porto Alegre (3,3), responsáveis pelas menores taxas de contestação de todo o Brasil — e, por esse motivo, bons exemplos para quem deseja um pouco mais de autocontrole, paciência e otimismo enquanto se enfrenta possíveis desagrados.

Política, trânsito, trabalho: do que mais reclamam os brasileiros?
Ora, mas se o que não falta são “reclamões” no país, quais os principais motivos para a frustração dos brasileiros nos últimos anos? Para desvendar essa dúvida, a Preply decidiu questionar os entrevistados, que elencaram os tópicos que mais vêm tirando as pessoas de Norte a Sul do sério.

Provando que é impossível não se frustrar com os serviços de saúde (44,9%), esse tema foi eleito a grande causa de incômodo nacional, à frente de assuntos como custo de vida (33,9%) e limpeza (30,6%). Não só ele, aliás: assuntos como taxas de segurança e criminalidade (39,5%) também aparecem entre os maiores estresses da população.

Quem passa raiva, mas vive se sentindo mal por reclamar muitas vezes sobre o transporte público (37%) também pode respirar aliviado: embora a modalidade ajude muita gente, a falta de qualidade dos veículos se mostrou uma das razões por trás de mais reclamações no Brasil, mesmo entre os que não precisam recorrer aos ônibus no dia a dia. 

Quando o problema são os outros 

Verdade seja dita: embora alguns assuntos tendam a nos tirar do sério, em muitos casos, o motivo do estresse diário não são tópicos específicos, mas certas pessoas ao redor — sensação compartilhada por boa parte dos brasileiros. 

 

Não por acaso, quando perguntados pela Preply, mais de 75% dos entrevistados disseram ter o costume de reclamar sobre um grupo bastante específico, mas alvo constante de frustrações: os políticos. E sobrou até mesmo para os parceiros românticos, eleitos por 61,9% dos brasileiros o motivo de muitas reclamações no dia a dia. 

No entanto, se esse é um hábito recorrente por aí, saiba que, na opinião de algumas pessoas, se opor demais às coisas pode ser o suficiente para romper relações. Mesmo reconhecendo não resistirem a uma reclamaçãozinha, por exemplo, boa parte dos entrevistados admitiram que já cortaram amizades com pessoas que só querem saber de manifestar a própria indignação.

Metodologia

Partindo do interesse em observar como reclamam os brasileiros, recentemente, a Preply entrevistou 1,7 mil pessoas de todas as partes do país, que compartilharam com a plataforma detalhes de suas experiências individuais. Por meio de dez diferentes perguntas, os respondentes puderam revelar a frequência com que reclamam, onde tendem a se lamuriar mais e os assuntos mais estressantes, o que possibilitou a criação de rankings comparativos entre tal hábito nas diferentes regiões brasileiras.

Para desenvolver uma escala de pontuação comum a todas as localidades, vale dizer, foram atribuídos pontos com base na frequência e no número de tópicos sobre os quais as pessoas tendem a reclamar, bem como uma média dos pontos para encontrar a pontuação final de cada local. Os dados seguem a escala de 0 a 100, onde 100 representa o maior número de reclamações.

*Com informações da assessoria de imprensa

Paraná liderou abertura de postos abertos no ano

Redação Amanha /  30/01/2025

O desempenho paranaense foi o quarto melhor do Brasil, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais

A região Sul fechou 2024 com um saldo positivo de 297.955 novas vagas, resultado de 5.211.583 admissões e 4.913.628 desligamentos durante o ano. Em dezembro, porém, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentaram um saldo negativo de 111.186 postos, devido ao movimento sazonal de encerramento de contratos temporários após as festas de fim de ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Paraná encerrou o ano de 2024 com um saldo positivo de 128.012 novas vagas de emprego com carteira assinada. O desempenho paranaense foi o quarto melhor do Brasil, atrás apenas de São Paulo (459.371), Rio de Janeiro (145.240) e Minas Gerais (139.503), que são estados mais populosos. Logo atrás do Paraná, ficaram Santa Catarina (106.392), Bahia (84.726), Rio Grande do Sul (63.551), Pernambuco (62.233), Goiás (56.786). Em todo o Brasil, o saldo de novas vagas de acordo com o Caged foi de 1.693.673.

Desse modo, o Paraná chegou a um estoque de 3.218.470 pessoas empregadas com carteira assinada. Na comparação com os dados de 2023, o crescimento no estoque de empregados foi de 4,1%, uma variação superior a estados como São Paulo (3,3%), Rio de Janeiro (3,8%), Minas Gerais (2,9%), Bahia (4,1%), Rio Grande do Sul (2,2%) e Goiás (2,7%). Santa Catarina, no mesmo período, teve um salto de 4,3% no estoque de empregados com carteira assinada.