A Temu foi a grande responsável por essa expansão, com um aumento de 11.000% em seu tráfego

de Redação

 26 de fevereiro de 2025

 

Com mais de 639 milhões de acessos no mês, os e-commerces asiáticos representam cerca de 40% do tráfego total do top 10 do Brasil. Segundo o Relatório Setores do E-commerce no Brasil, desde novembro, Shopee (2º), Temu (4º), Samsung (6º), Shein (8º) e AliExpress (10º). O ranking é liderado pela Mercado Livre, com Amazon Brasil na terceira colocação. OLX (5°), Magalu (7°) e iFood (9°) completam a lista.

O impacto desses e-commerces foi maior no setor de importados, que teve um crescimento de 68% nos acessos no último ano, alcançando 331 milhões de visitas mensais em janeiro de 2025. A Temu, plataforma chinesa que chegou ao Brasil em maio de 2024, foi a grande responsável por essa expansão, com um aumento de 11.000% em seu tráfego, passando de 1,2 milhão para 142,9 milhões de visitas mensais.

Outros e-commerces

Outras categorias também tiveram forte alta no mês. Com a volta às aulas, o setor de Educação, Livros e Papelaria cresceu 30%, puxado pelo Gran Cursos Online, que assumiu a liderança da categoria. O maior crescimento percentual foi o da Descomplica, que cresceu 86,8% na comparação mensal e chegou a 7º posição no top 10.

 

Presentes & Flores e Pet também registraram o melhor desempenho dos últimos 13 meses, com destaque para a Gocase, com 1,9 milhão de acessos a mais do que em dezembro, registrando um crescimento mensal de 49%.

Transformar o futuro da beleza faz parte da realidade que construímos todos os dias aqui dentro.
E, hoje, nós comemoramos mais uma conquista que reafirma tudo isso: somos a 4ª empresa de reputação mais sólida do Brasil, em um dos rankings mais respeitados do mundo: o Ranking Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco).
Essa conquista reflete o nosso compromisso com a sociedade, nossa transparência, integridade e excelência. Há mais de 47 anos, construímos uma jornada consistente alinhada ao nosso propósito de criar oportunidades que transformam a vida das pessoas e do mundo ao nosso redor.

Acesse a matéria completa: https://lnkd.in/dwQJB2eJ

Porto Belo Outlet Premium / Ass. Impr. / fev 25

O Porto Belo Outlet Premium tem sido palco de um fluxo impressionante nesta temporada: mais de 2 milhões de pessoas cruzaram nossos corredores até agora, reafirmando nosso status como destino de compras preferido para turistas de todo o Brasil e do Mercosul. Os números não mentem: recordes de vendas e mais de 22 marcas com resultados extraordinários, projetando nosso destaque por toda a América Latina.

Mas o que impulsiona esse sucesso? A resposta está na combinação perfeita de fatores que atraem cada vez mais visitantes: marcas internacionais, um ambiente acolhedor que proporciona uma experiência de compra completa, preços competitivos em um espaço 100% outlet – tudo isso contribui para a crescente preferência dos turistas, especialmente do Mercosul. A cada ano, essa preferência se intensifica, como comprovam os resultados de 2024/25.

E o melhor de tudo: esse grande movimento está apenas começando. Estamos preparando novidades incríveis que reforçam o Porto Belo Outlet Premium como o principal destino de compras e lazer de referência internacional.

Ericoh Morbiz ( Sindishopping)

Eta notícia boa: capital e DNA das araucárias! Irreversível: irá superar metas, limites e se destacar como escol, traduzindo a visão primorosa desse já maior grupo de SC do sul da Am do Sul!
Parabéns a família Tacla!!

Entre as varejistas em maior dificuldade no país estão Gamestop, Victoria’s Secret, Petco Health and Wellness, Groupon e Land’s End

Letícia Furlan

Repórter de Mercado Imobiliário/26.2.25 / exame

As vendas do varejo nos Estados Unidos cresceram 2,4% em 2024, superando as expectativas, mas o setor enfrenta um aumento no número de falências.

De acordo com um relatório da Coface divulgado com exclusividade à EXAME, mais de 30 grandes varejistas pediram falência no ano passado, o maior volume desde o que ficou conhecido como o “Apocalipse do Varejo”, na década de 2010. Segundo o estudo, os bons números das vendas estariam escondendo uma realidade desigual.

O crescimento do e-commerce impulsionou o setor, mas segmentos como passatempo, móveis, materiais de construção e lojas de departamentos registraram queda nas vendas. Redes de eletrônicos, alimentos e vestuário cresceram abaixo da inflação de 2,9%, indicando retração no volume real de vendas.

Para o autor do estudo, Aurélien Duthoit, o crescimento desigual do varejo mostra que a resiliência do consumidor não é sentida por todo o setor. Segundo ele, enquanto grandes redes seguem ganhando mercado, varejistas menores, principalmente os de segmentos não essenciais, enfrentam pressão crescente.

As empresas com maiores e menores crescimentos dos EUA

A Coface analisou 141 empresas do setor, que somam US$ 2,5 trilhões em vendas anuais. Três companhias — Walmart, Amazon e Costco — responderam por quase 50% do crescimento das vendas no varejo entre 2023 e 2024. A participação combinada delas subiu de 19% em 2019 para 24% em 2024, ampliando a pressão sobre concorrentes menores.

A rentabilidade do setor também caiu nos últimos três anos. As margens de EBITDA de varejistas listados nos EUA em 2023 e 2024 voltaram a patamares da crise da década passada, sugerindo que o impulso da pandemia foi temporário. “A deterioração das margens reforça a percepção de alto risco para o setor”, diz Duthoit.

O percentual de empresas com endividamento elevado ou fragilidade no serviço da dívida atingiu níveis próximos dos recordes, com 31% e 48%, respectivamente. Entre as varejistas em maior dificuldade estão Gamestop, Victoria’s Secret, Petco Health and Wellness, Groupon e Land’s End.

Segmentos como e-commerce, eletrônicos, eletrodomésticos e produtos de lazer estão entre os mais expostos a riscos. Lojas de departamentos seguem em declínio estrutural, enquanto redes de desconto lidam com pressão inflacionária e a concorrência de gigantes como Walmart e Amazon. “O varejo dos EUA está em um ponto crítico. O aumento das tarifas e a concentração de mercado devem acentuar os desafios”, conclui Duthoit.

Empreendimento paranaense contribuiu para robustecer o resultado da Multiplan

Redação  amanha 21/02/2025

O ParkShoppingBarigüi recebeu R$ 600 milhões para ampliar sua estrutura em mais de 15 mil metros quadrados

O ParkShoppingBarigüi está entre os dez shoppings da Multiplan que tiveram melhor desempenho das vendas ao longo do ano passado. O empreendimento curitibano alcançou R$ 1,6 bilhão em vendas, 6,8% a mais do que o mesmo período do ano passado, segundo o relatório de resultados da Multiplan, anunciado neste mês. Somente entre outubro e dezembro, o ParkShoppingBarigüi atingiu R$ 551,9 milhões em vendas, 12,5 % a mais em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ao longo de 2024, a Multiplan investiu R$ 911 milhões, 53% a mais que no ano passado, sendo a maior parte destinada para expansões e revitalizações. O ParkShoppingBarigüi recebeu R$ 600 milhões para ampliar sua estrutura em mais de 15 mil metros quadrados, incluindo um terceiro piso, 75 lojas e um centro médico com 25 especialidades.

“Tivemos um ano histórico, marcado por investimentos em expansões e revitalizações. Demos continuidade à estratégia de ampliar e melhorar os nossos ativos, o que vem gerando resultados positivos ano após ano. Inauguramos as expansões do DiamondMall, em Minas Gerais, e do ParkShoppingBarigüi, em Curitiba; e lançamos a do ParkShopping, em Brasília. Concluímos, também, a primeira fase das revitalizações do BarraShopping, no Rio de Janeiro, e do MorumbiShopping, em São Paulo”, enumera Eduardo Kaminitz Peres, presidente da Multiplan.

Paulo Brenha –  KAM / HEAD Comercial / 28.2.25

A  Euromonitor International destaca cinco tendências transformadoras:
 Planos de Longevidade: Saúde não é apenas sobre viver mais, mas viver melhor. Consumidores estão investindo em suplementos personalizados, dispositivos wearables e soluções baseadas em dados para prolongar sua vitalidade.
 Consumo Consciente: Com incertezas econômicas, consumidores buscam economizar sem abrir mão de valor, priorizando marcas que oferecem benefícios claros e de longo prazo.
 Sustentabilidade Realista: Produtos e práticas ecológicas ganham destaque, mas os consumidores exigem ações práticas e transparentes das marcas.
 Foco Filtrado: Em um mundo hiperconectado, consumidores adotam hábitos que priorizam o bem-estar mental e emocional.
 IA Ambivalente: A Inteligência Artificial divide opiniões, mas a inovação prática e ética será essencial para conquistar confiança.

Essas tendências são mais que previsões; são direções estratégicas para quem quer liderar o futuro.

Paulo Correa / CEO / C&A – 26.2.25

Quando paro para pensar em como foi o ano passado, passa um filme na cabeça de toda minha jornada na C&A. De quando assumi a cadeira de CEO até agora, os desafios para abertura de capital, e o quanto temos conquistado resultados excepcionais, recuperando o brilho da marca, a preferência das clientes.

A evolução de quase 7 pontos no nosso NPS em relação ao ano anterior demonstra a satisfação das nossas consumidoras.

Cada vez que você vai à loja, encontra mais produtos lindos, interessantes e que conectam com o que está buscando. As jornadas estão ficando melhores e mais fluidas!

Nossa capacidade de transformar e evoluir o negócio, os fundamentos de produto, sortimento e experiência, usando muita tecnologia para isso, faz a percepção da cliente mudar. Essa mudança de percepção gera uma atitude diferente, maior conversão, recorrência de compras, e isso traz resultados para companhia.

Estou extremamente orgulhoso em compartilhar os resultados excepcionais da C&A Brasil no 4T24, que refletem todo o nosso esforço com a Estratégia Energia C&A. Esse foi o melhor exercício fiscal desde o nosso IPO em 2019, e esses números são um reflexo da dedicação, trabalho e talento de toda a equipe!

Vamos continuar inovando e crescendo juntos: 2025 ainda está só no começo! Te convido a acessar os números em https://ri.cea.com.br/

A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que apura a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) mostra queda mensal de 0,2% no índice em fevereiro, chegando aos 104,5 pontos, já descontados os efeitos sazonais. Impactado principalmente pela redução do consumo de bens duráveis (-1,6% mensal e -4,8% no comparativo anual), o resultado interrompe a curva ascendente observada desde dezembro do ano passado. No comparativo com fevereiro de 2024, a variação anual da ICF sofreu queda de 1,1%.

Os dados da CNC revelam que as famílias de maior renda estão mais cautelosas ao consumir, tendência também notada entre aquelas que ganham menos de dez salários mínimos mensais: a intenção de compra reduziu 0,5% e 0,2%, respectivamente, em relação ao mês anterior. O subindicador Perspectiva de Consumo, que mensura a percepção dos entrevistados sobre o seu próprio consumo a médio prazo (nos próximos três meses), caiu nos dois grupos: 2,2% e 1%, respectivamente.

“As famílias já sentem dificuldade em adquirir bens duráveis neste início de ano. Apesar do cenário desafiador, há um esforço em manter o padrão de consumo. No entanto, o comércio já deve sentir a redução das vendas nos próximos meses”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Homens e mulheres estão menos otimistas

No recorte por gênero, nota-se maior pessimismo em relação ao consumo, com a baixa na variação anual de intenção de compra de 1,4% entre os homens e de 0,4% entre as mulheres.

Em contrapartida, o público feminino melhorou a sua “perspectiva de consumo” em relação a fevereiro de 2024, ficando 1,1% acima. Os homens não têm o mesmo ponto de vista, pontuando -2,2% no comparativo anual.   

Acesso ao crédito restringe consumo

O subindicador “acesso ao crédito” mostrou que as famílias de maior renda registraram queda de 0,4%, e que as com rendimentos menores apresentaram aumento de 0,4%.  

“A maioria dos componentes do ICF teve alta, com exceção dos duráveis, que teve a maior redução. Isso deixa claro que as famílias sentem o impacto dos juros altos, principalmente os consumidores de maior renda, que estão sendo os mais afetados pela seletividade do crédito”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Mercado de trabalho mais promissor

depois de quatro meses de baixas, os consumidores mostraram mais otimismo em relação às oportunidades profissionais. O “emprego atual”, que mede a satisfação com o trabalho, apresentou alta de 0,2%, enquanto a “perspectiva profissional”, que mede a percepção do trabalhados sobre o cenário de oportunidades profissionais a médio prazo, teve o quinto crescimento seguido, de 0,4%.

Thiago de Melo Furbino – fev 25 – Linkedin

Casas Bahia, sob a gestão de Renato Franklin, transformou o seu marketplace online com a implementação da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) do Google Cloud. Por meio do projeto “Enriquecimento de Catálogo”, a empresa está enfrentando de forma inovadora um de seus maiores desafios: gerenciar o cadastro de cerca de 300 mil novos produtos diariamente, garantindo qualidade e consistência nas informações.

Antes dessa iniciativa, problemas nas descrições e classificações de produtos comprometiam a experiência do consumidor, dificultando tanto a busca quanto a decisão de compra. Produtos como geladeiras, por exemplo, muitas vezes eram registrados em categorias genéricas ou equivocadas, o que criava frustração para os clientes. Agora, com o uso da GenAI, 95% dos itens cadastrados são corretamente classificados, e os atributos detalhados são preenchidos automaticamente. Dimensões, capacidade, resolução de tela e outros detalhes essenciais, antes ausentes, agora enriquecem o catálogo e facilitam a navegação dos consumidores.

Essa automação melhora a experiência de compra e também otimiza os processos internos da empresa. A dependência de revisões manuais foi drasticamente reduzida: 50% dos cadastros já não exigem intervenção humana, e a expectativa é atingir quase 100% de automação em um futuro próximo. Isso permitiu que as equipes focassem em atividades mais estratégicas, enquanto tarefas repetitivas passaram a ser realizadas pela IA.

Os benefícios vão além do consumidor final. Vendedores que utilizam a plataforma também encontram um processo simplificado para o cadastro de produtos, reduzindo barreiras operacionais e facilitando o acesso ao marketplace. A eficiência reflete a visão da Casas Bahia de criar um ambiente que atenda às necessidades de toda a cadeia, desde parceiros comerciais até os clientes.

A tecnologia implementada modernizou a operação da empresa e também potencializou outros sistemas, como os modelos de busca, recomendação de produtos e identificação de itens similares. Essa integração fortalece o desempenho geral da plataforma, tornando-a mais competitiva no mercado brasileiro.

Essa inovação posiciona a Casas Bahia como uma das referências em transformação digital no varejo brasileiro, destacando o papel essencial da tecnologia na construção do futuro do comércio eletrônico.

A IA Como Motor de Crescimento

Além da eficiência operacional, a IA generativa impulsiona o crescimento da empresa ao:
✅ Automatizar processos manuais, economizando tempo e recursos.
✅ Reduzir erros e garantir maior consistência nas informações.
✅ Ampliar a personalização e a escalabilidade da operação.
A escolha da GenAI se baseou em sua capacidade de integração com os sistemas da empresa, personalização da experiência de compra e escalabilidade, permitindo uma evolução contínua do marketplace.

💬 E você, como vê o impacto da IA no varejo brasileiro?

fonte: Infor Channel

 

Curitiba, BH e Manaus: sim, esses são os locais com o maior número de contestadores nacionais, com notas 7,8, 7,5 e 7,5, respectivamente

Redação / 02/02/25  / Portal NOSSO DIA

Que os brasileiros não resistem a uma reclamaçãozinha de vez em quando ninguém tem dúvidas — ser uma população naturalmente comunicativa significa, também, expressar opiniões e descontentamentos nos mais diversos momentos.

Agora, que Curitiba, BH e Manaus são as cidades em que mais se reclama no Brasil, quem acaba de revelar é o novo estudo da Preply, que, recentemente, “mediu” a frequência com que as pessoas se queixam de Norte a Sul do país.

Isso porque, para compreender a relação dos residentes de diferentes municípios com as reclamações, nas últimas semanas, a plataforma de idiomas pediu que milhares de entrevistados compartilhassem o quanto protestam no dia a dia, dos grupos sociais com quem mais dividem as lamentações às situações onde é quase impossível não se tornar um verdadeiro “resmungão”. 

Em uma escala de 0 a 10, desenvolvida pela especialista para mensurar a frequência das reclamações em diferentes localidades, os habitantes das cidades em questão levaram as pontuações mais expressivas do levantamento, o que os alçou ao topo do pódio do ranking de “reclamões” nacionais. Já os bons exemplos, conforme destaca a Preply, estariam nas cidades de Brasília, Porto Alegre e Campinas — os locais em que tal comportamento é menos visto se comparados a todo o território nacional. 

Curitiba, BH e Manaus: as cidades com os maiores “reclamões” do Brasil 

Embora, ao final do dia, seja difícil encontrar alguém que não reclame por aí, se existe algo que o estudo da Preply revela é como, seja dentro ou fora do Brasil, há populações que poderiam ser descritas como experts da arte de reclamar… fazendo de toda e qualquer ocasião uma oportunidade para lamentações com os demais. 

Após analisar a frequência com que se reclama ao redor do país, atribuindo notas de reclamação a residentes de diferentes cidades de Norte a Sul, a plataforma de idiomas chegou a uma conclusão que pode surpreender as pessoas de Curitiba, BH e Manaus: sim, esses são os locais com o maior número de contestadores nacionais, com notas 7,8, 7,5 e 7,5, respectivamente.

Trata-se de uma realidade muito diferente, por exemplo, da encontrada nos municípios de Brasília (2,9) e Porto Alegre (3,3), responsáveis pelas menores taxas de contestação de todo o Brasil — e, por esse motivo, bons exemplos para quem deseja um pouco mais de autocontrole, paciência e otimismo enquanto se enfrenta possíveis desagrados.

Política, trânsito, trabalho: do que mais reclamam os brasileiros?
Ora, mas se o que não falta são “reclamões” no país, quais os principais motivos para a frustração dos brasileiros nos últimos anos? Para desvendar essa dúvida, a Preply decidiu questionar os entrevistados, que elencaram os tópicos que mais vêm tirando as pessoas de Norte a Sul do sério.

Provando que é impossível não se frustrar com os serviços de saúde (44,9%), esse tema foi eleito a grande causa de incômodo nacional, à frente de assuntos como custo de vida (33,9%) e limpeza (30,6%). Não só ele, aliás: assuntos como taxas de segurança e criminalidade (39,5%) também aparecem entre os maiores estresses da população.

Quem passa raiva, mas vive se sentindo mal por reclamar muitas vezes sobre o transporte público (37%) também pode respirar aliviado: embora a modalidade ajude muita gente, a falta de qualidade dos veículos se mostrou uma das razões por trás de mais reclamações no Brasil, mesmo entre os que não precisam recorrer aos ônibus no dia a dia. 

Quando o problema são os outros 

Verdade seja dita: embora alguns assuntos tendam a nos tirar do sério, em muitos casos, o motivo do estresse diário não são tópicos específicos, mas certas pessoas ao redor — sensação compartilhada por boa parte dos brasileiros. 

 

Não por acaso, quando perguntados pela Preply, mais de 75% dos entrevistados disseram ter o costume de reclamar sobre um grupo bastante específico, mas alvo constante de frustrações: os políticos. E sobrou até mesmo para os parceiros românticos, eleitos por 61,9% dos brasileiros o motivo de muitas reclamações no dia a dia. 

No entanto, se esse é um hábito recorrente por aí, saiba que, na opinião de algumas pessoas, se opor demais às coisas pode ser o suficiente para romper relações. Mesmo reconhecendo não resistirem a uma reclamaçãozinha, por exemplo, boa parte dos entrevistados admitiram que já cortaram amizades com pessoas que só querem saber de manifestar a própria indignação.

Metodologia

Partindo do interesse em observar como reclamam os brasileiros, recentemente, a Preply entrevistou 1,7 mil pessoas de todas as partes do país, que compartilharam com a plataforma detalhes de suas experiências individuais. Por meio de dez diferentes perguntas, os respondentes puderam revelar a frequência com que reclamam, onde tendem a se lamuriar mais e os assuntos mais estressantes, o que possibilitou a criação de rankings comparativos entre tal hábito nas diferentes regiões brasileiras.

Para desenvolver uma escala de pontuação comum a todas as localidades, vale dizer, foram atribuídos pontos com base na frequência e no número de tópicos sobre os quais as pessoas tendem a reclamar, bem como uma média dos pontos para encontrar a pontuação final de cada local. Os dados seguem a escala de 0 a 100, onde 100 representa o maior número de reclamações.

*Com informações da assessoria de imprensa