Documentos disponíveis para consulta

Informamos que já estão disponíveis para consulta e download os Acordos Coletivos de Trabalho Natalinos (ACTs) firmados para o período de festas de 2025.

Esses documentos regulamentam as condições especiais de funcionamento, jornada, remuneração e demais diretrizes aplicáveis às lojas estabelecidas nos Shoppings Centers durante o período natalino.

Abaixo, disponibilizamos os ACTs Natalinos, organizados por shopping:

Shopping Palladium – ACT Natal 2025 (Palladium)

Shopping Barigui – ACT Natal 2025 (Barigui)

Shopping Estação– ACT Natal 2025 (Estação)

Shopping Curitiba – ACT Natal 2025 (Curitiba)

Shopping Laredo/Ventura – ACT Natal 2025 (Laredo/Ventura)

Shopping Mueller – ACT Natal 2025 (Mueller)

Shopping Cidade – ACT Natal 2025 (Cidade)

Shopping Pátio Batel – ACT Natal 2025 (Pátio Batel)

Shopping Jardim das Américas – ACT Natal 2025 (Jardim das Américas)

Shopping Jockey Plaza  – ACT Natal 2025 (Jockey Plaza)

Recomendamos que as empresas consultem atentamente o documento correspondente ao seu shopping, garantindo o cumprimento integral das condições estabelecidas.

Para esclarecimentos adicionais, nossa equipe permanece à disposição.

Acesse todas as informações essenciais para sua empresa e seus colaboradores:
👉 Clique aqui para abrir o material completo – CCT 2025 Com. Var Shopping

No ranking do PIB em dólares, a Rússia subiu da 11ª posição para a 9ª colocação nas estimativas de 2025

Estadão Conteúdo 04/12/2025

 

Brasil deixou de ser uma das 10 maiores economias do mundo em termos de Produto Interno Bruto (PIB), descendo para a 11ª posição, divulgou a agência de classificação de risco Austin Rating. No ranking do PIB em dólares, a Rússia subiu da 11ª posição para a 9ª colocação nas estimativas de 2025. O Brasil caiu assim da 10ª posição para a 11ª. O Canadá passou da 9ª posição para a 10ª.

Segundo a Austin, informações do relatório do Fundo Monetário Internacional com base em dados compilados até o primeiro semestre deste ano sugerem uma probabilidade alta de que a Rússia supere em brevê o PIB da Itália, assumindo assim a 8ª posição.

“Não é que as economias do Brasil, Canadá e Itália derraparam ou pioraram entre o início de 2025 e o momento atual. Muito pelo contrário, pois o Brasil inclusive teve valorização do real e melhora nas expectativas de crescimento do PIB e até diminui a distância entre Canadá e Itália, que praticamente não alteraram suas projeções desde o início do ano”, escreveram o economista-chefe Alex Agostini, e o economista Rodolpho Sartori, da Austin, em relatório. “O fato é que houve forte valorização da moeda da Rússia (o rublo) de mais de 39% neste ano de 2025.

Quanto ao terceiro trimestre de 2025, o Brasil teve o 34º melhor desempenho dentro de um ranking de crescimento considerando as informações de 51 países.

O PIB do Brasil cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025 ante trimestre imediatamente anterior, segundo os dados das Contas Nacionais trimestrais publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os países com desempenho melhor do que o do Brasil no período estão China (1,1%), Canadá (0,6%), África do Sul (0,5%) e França (0,5%).

O avanço brasileiro foi idêntico ao do Reino Unido (0,1%), Itália (0,1%), e Angola (0,1%).

10 de dezembro de 2025, 16 Danilo

Pelas projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a economia brasileira deve fechar 2025 com crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e continuar desacelerando em 2026, com 1,8%, por causa, principalmente, da elevada taxa de juros.

Esses dados foram apresentados pelo Observatório Nacional da Indústria em evento promovido na manhã desta quarta-feira (10/12), em Brasília.

O crescimento esperado do PIB para 2025 é 0,1% acima do projetado pela CNI em dezembro de 2024. A projeção de desaceleração se confirmou, já que no ano passado os resultados econômicos foram surpreendentemente positivos.

O principal elemento para frear o desempenho do PIB, na análise da confederação, é o ciclo de alta da taxa Selic, atualmente em 15%. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reunirá nesta quarta pela última vez no ano e deve manter o índice.

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, com juros nesse patamar, a economia vai desacelerar ainda mais, prejudicando todos os setores produtivos, em especial a indústria, o que deverá ser sentido pela população, com menos emprego e renda.

“É necessário que o Banco Central não apenas inicie o ciclo de cortes na taxa Selic o quanto antes, mas que, ao final de 2026, tenhamos juros reais menores do que as projeções indicam no momento”, avaliou Alban.

Impacto dos juros elevados

A consequência da política econômica contracionista é a queda da inflação, que deve fechar o ano em 4,5%, no limite do teto da meta, conforme as projeções da CNI. Esse cenário gera menos oferta de crédito e menos consumo.

De acordo com a entidade, o controle da inflação e as projeções do Banco Central já tornariam possível que a Selic estivesse no patamar de 11,25%. As projeções, no entanto, são de que ela continue em 15% até fevereiro, quando começará a baixar.

Depois de crescer 3,3% no ano passado, o PIB industrial tende a aumentar 1,8% em 2025. A desaceleração será mais sentida pelos segmentos de transformação e de construção, que são mais sensíveis aos juros elevados.

Previsão para 2026

No ano que vem, o cenário deve ser ainda mais complicado. A projeção é de crescimento de 1,8% do PIB. O avanço deve ocorrer a partir do setor de serviços, que tem expectativa de alta de 1,9%. A indústria tende a perder ritmo, crescendo apenas 1,1%, enquanto o setor agropecuário deverá ficar estável.

Já a Selic deve encerrar o ano que vem em 12%, enquanto a inflação fechará o ano em 4,1%. Para a CNI, os juros reais devem ficar em torno de 7,9%, patamar que continuará inibindo o crescimento econômico e o investimento.

Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI, afirma que a redução da taxa de juros tende a ter efeitos dilargados, o que afeta a previsão para 2026.

“A redução é positiva, mas é pouco. Com essa trajetória que projetamos e a expectativa de inflação, devemos chegar em 2026 ainda com taxa de juros real de 7,9%. É uma política fiscal menos contracionista, mas ainda muito.”

A expectativa só não é pior porque, sendo 2026 um ano eleitoral, a tendência é que haja maior estímulo fiscal, principalmente dos estados. E também por causa da reforma do Imposto de Renda, que deve liberar o orçamento das famílias e estimular o consumo.

é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Entidade reforça que mudanças na jornada devem ser construídas por acordos coletivos e alerta para aumento de custos e impacto nas pequenas empresas A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (10), audiência pública para discutir os impactos do possível fim da escala 6×1 na jornada de trabalho no Brasil. O encontro, solicitado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG) e também assinado pelo então deputado Guilherme Boulos (Psol-SP) e atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, reuniu representantes do governo e de entidades do setor produtivo.

O diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente em exercício da Fecomércio-SP, Ivo Dall’Acqua Junior, reafirmou a posição da entidade: mudanças na jornada devem ser fruto de convenções e acordos coletivos, respeitando a realidade de cada setor.

Segundo Dall’Acqua, legislações rígidas e generalizadas podem fragilizar a autonomia sindical e gerar impactos relevantes, especialmente, em micros e pequenas empresas. Ele demonstrou preocupação com o aumento automático do custo da folha salarial caso a jornada seja reduzida de 44 para 36 horas semanais, o que poderia elevar despesas em até 18% — percentual impossível de ser absorvido por muitos negócios.

O representante da CNC lembrou ainda que diversos setores já praticam jornadas específicas, fruto de negociação coletiva, como é o caso da saúde com o modelo 12×36. “Romper esses arranjos pode gerar desequilíbrios, quebrar rotinas de funcionamento e aumentar custos operacionais”, afirmou.

Produtividade e tendências internacionais Outro ponto destacado foi a necessidade de considerar a baixa produtividade média brasileira, estagnada desde os anos 1980. Enquanto países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) registram produtividade por hora superior a US$ 60, no Brasil esse valor gira em torno de US$ 17.

Dall’Acqua apresentou também um panorama internacional: embora muitos países tenham jornadas legais próximas a 40 horas, a jornada real, que é aquela resultante de negociações, costuma ser menor em nações com forte diálogo social. Na Alemanha, por exemplo, a média é de 34 horas; nos EUA, 38; e, no Japão, 37 horas semanais.

No Brasil, negociações coletivas já permitiram reduções em diversos setores, levando a uma média real de 38,5 horas por semana. Para o representante da CNC, esse caminho gradual e negociado é o mais seguro e sustentável.

Governo reforça importância da pauta O ministro Guilherme Boulos expôs a visão do governo federal sobre a proposta e ouviu contribuições de parlamentares, do setor produtivo e de representantes dos trabalhadores. Já o deputado Rogério Correia reforçou que a Comissão de Finanças e Tributação tem papel estratégico na análise dos impactos econômicos e fiscais de eventuais mudanças.

A CNC reiterou que está aberta ao diálogo, mas defende que qualquer alteração na jornada seja construída por meio da negociação coletiva, garantindo segurança jurídica e sustentabilidade para empresas e trabalhadores. A entidade avalia que mudanças precipitadas podem gerar aumento de custos, perda de competitividade, informalidade e impactos no setor público, especialmente em saúde e educação.

A audiência também contou com a participação de representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI).Senado aprova PEC que reduz jornada semanal para 36 horas Paralelamente ao debate na Câmara, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, de maneira simbólica e extrapauta, a PEC nº 148/2015, que propõe a redução gradual da jornada semanal para 36 horas em quatro anos, sem redução salarial.

A aprovação ocorreu rapidamente, enquanto o plenário da comissão estava esvaziado, o que gerou críticas de parlamentares e do setor produtivo. A matéria segue para deliberação no Plenário do Senado.