Publicação de Everson Rodrigues / Linkedin

Esse gráfico não mostra apenas quem fatura mais. Ele revela quem entendeu o jogo no vestuário e calçados e não cresceram por acaso.

* Renner, * Riachuelo, * C&A, * Grupo SBF, * Alpargatas, * Grendene, * Vulcabras, * Dass Essas empresas têm algo em comum: domínio da cadeia, escala global e estratégia de importação bem estruturada. O ponto central: Não é sobre “importar para baratear”. É sobre importar para ganhar margem, velocidade e poder competitivo. Enquanto o cross border commerce chinês entrega: * Preço agressivo * Lead time curto * Variedade absurda * Escala industrial Muitas empresas brasileiras ainda tentam competir apenas com: * Produção local cara * Mix limitado * Margem espremida * Dependência do varejo tradicional Resultado? Ficam vulneráveis. O que os grandes fazem diferente 1 – Importação estratégica, não oportunista 2 – Mix híbrido: produção local + Ásia 3 – Sourcing global para proteger margem 4 – Volume + negociação direta com fábrica 5 – Controle de custo antes do marketing, não depois Não é coincidência que quem domina isso aparece no topo do gráfico. A verdade que poucos falam: Quem não dominar importação, desenvolvimento de produto global e supply chain internacional vai perder competitividade, não para outra empresa brasileira, mas para o cross border chinês direto ao consumidor final. * O consumidor já mudou. * A logística já mudou. * O preço de referência já mudou. A pergunta é simples: seu modelo de negócio mudou junto? Importação hoje não é alternativa. É estratégia de sobrevivência e escala. Quer importa da China com segurança? Saiba mais: https://lnkd.in/dt7kAVXd

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