O grupo sueco H&M acaba de anunciar lucro operacional 40% maior que no mesmo período do ano passado. As ações subiram 10% na Bolsa de Estocolmo logo após o anúncio. E isso aconteceu no mesmo trimestre em que 135 lojas foram fechadas. Menos lojas, mais valor. O varejo está entendendo que crescer não é abrir mais portas, mas abrir novos sentidos — e isso exige estratégia. Enquanto reduz operações em mercados maduros, a H&M aposta em expansões em novos mercados, como o Brasil (que já conta com 2 inaugurações recentes em SP). Mesmo antes de ampliar sua presença física, a marca já conquistou espaço simbólico por aqui. Um estudo da Imagem Corporativa, publicado pela Veja, mostrou que a H&M teve seu pico de visibilidade em agosto, mês da inauguração, superando marcas tradicionais do setor. O dado reforça um ponto essencial: o físico e o digital precisam caminhar juntos. A performance de marca hoje nasce da coerência entre presença, propósito e percepção.
Renato Fregnani – Retail Design Estratégico | Experiência de Marca & Arquitetura Comercial | Curadoria | Conteúdo | Palestrante | Founder @FREG DESIGN | Presidente @Retail Design Institute Brasil
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