Com a prorrogação, as medidas de enfrentamento ao coronavírus em vigor desde 10 de março serão válidas até abril. São mantidas restrições de circulação e de venda de bebidas alcoólicas entre 20h e 5h.

O Governo do Estado prorrogou até as 5 horas do dia 1º de abril as medidas restritivas que estão em vigor no Paraná desde o último dia 10. Com isso, serão mais 16 dias de restrições de circulação. Também estão mantidas as regras para as atividades que têm permissão para funcionar. O Decreto 7.122/2021 foi assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta terça-feira (16).

A decisão endossa a necessidade de controle da circulação do coronavírus no Paraná neste momento. O Estado atravessa um período de elevação dos índices relacionados à doença, como número de casos, óbitos, internações e taxa de transmissão. O governador Ratinho Junior reforçou que o momento de emergência vivido no Estado demanda o cumprimento de medidas mais restritivas. Ele também pediu solidariedade.

“Contamos com o bom senso de toda a população para seguir as restrições impostas pelo Decreto, como o toque de recolher e o isolamento social mais intenso aos fins de semana. Ainda não é momento de manter uma rotina normal”, afirmou. “Dessa maneira, juntos, podemos conter a contaminação de mais pessoas pelo vírus e reduzir o impacto causado por casos graves no nosso sistema hospitalar”.

Ratinho Junior também destacou que o Governo do Estado apoia decisões administrativas mais restritivas por parte dos municípios paranaenses. “Há um esforço coletivo muito grande no Paraná para interromper a cadeia de transmissão do coronavírus. É momento de preservar vidas, evitar deslocamentos, adiar compromissos. Temos que fazer esse esforço diante dessa nova variante do vírus, que é avassaladora”, acrescentou.

RESTRIÇÕES – Entre as medidas de enfrentamento que continuam vigentes nos próximos dias estão a restrição de circulação de pessoas entre as 20 horas e 5 horas, excetuando-se apenas os profissionais e veículos vinculados a atividades essenciais. Também continua em vigor a proibição da venda e consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso público e coletivo durante o mesmo horário, das 20 horas às 5 horas, em todos os dias da semana.

O documento especifica que serviços e atividades considerados não essenciais devem ser suspensos durante os dois próximos finais de semana. Atividades essenciais (CONFIRA A LISTA), por sua vez, têm seu funcionamento liberado durante todos os dias da semana, inclusive aos finais de semana.

Alguns estabelecimentos comerciais e serviços considerados não essenciais possuem horários de funcionamento específicos. O setor de bares, restaurantes e lanchonetes segue com funcionamento permitido de segunda a sexta-feira, entre 10h e 20h, com 50% de ocupação. Nos finais de semana, o consumo local fica vedado. Já a modalidade de delivery é permitida sem restrições de horário, durante todos os dias da semana.

Shoppings centers têm funcionamento permitido entre as 11h e 20h de segunda a sexta-feira, com 50% da ocupação. Academias de esportes têm limite de 30% da ocupação e podem abrir de segunda a sexta-feira entre 6h e 20h.

Algumas regras para o comércio também variam de acordo com o tamanho dos municípios. Segundo o documento, comércios de rua, galerias comerciais e serviços não essenciais devem seguir o horário das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira, e limite de 50% de ocupação nas cidades com mais de 50 mil habitantes. Já municípios com população inferior a 50 mil habitantes devem seguir a orientação de sua própria regulamentação municipal.

ATIVIDADES SUSPENSAS – Continuam suspensas atividades que causem aglomerações, de forma a diminuir a contaminação da população pelo vírus e, consequentemente, reduzir o impacto de casos no sistema de saúde. A fiscalização mais intensa das forças policiais continuará até o dia 1º de abril.

Entre os estabelecimentos cujo funcionamento está suspenso estão aqueles destinados ao entretenimento ou a eventos culturais, como casas de shows, circos, teatros, cinemas e museus; os destinados a eventos sociais e atividades correlatas em espaços fechados, como casas de festas, de eventos, incluídas aquelas com serviços de buffet; os estabelecimentos destinados a mostras comerciais, feiras, eventos técnicos, congressos e convenções; bares, casas noturnas e correlatos; além de reuniões com aglomeração de pessoas, encontros familiares e corporativos.

DEMAIS ATIVIDADES – As aulas presenciais da rede estadual de ensino seguem suspensas, seguindo determinação da última sexta-feira (12). Já as atividades religiosas devem continuar seguindo a regulamentação da Secretaria da Saúde publicada em 26 de fevereiro, especificada na Resolução 221/2021. Segundo o documento, os templos, igrejas e outros espaços devem realizar suas atividades de forma preferencialmente virtual. Em casos de atividades presenciais, deve-se respeitar o limite de 15% da ocupação máxima do local.

Canadá, Coreia do Sul e Rússia passam na frente, e país cai para a 12ª posição no ranking de 2020. Este ano, pode recuar para 14ª.

SÃO PAULO — Depois de 14 anos, o Brasil deixou de figurar entre as dez maiores economias do mundo. Com a queda de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, impactado pelos efeitos negativos da pandemia, o Brasil passou a ocupar a 12ª posição, entre as maiores economias do mundo. O ranking foi elaborado por Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, agência de classificação de risco.

— O Brasil entrou para o grupo das dez maiores economias mundiais em 2006, mas caiu para a 12ª posição em 2020, depois de 14 anos. Em 2019, o país ocupava o 9º lugar, mas no ano passado foi ultrapassado por Canadá, Coreia e Rússia — disse Agostini.

No ranking, os Estados Unidos continuam sendo a maior economia mundial, com PIB de US$ 20,8 trilhões, que representa 23% da economia global. Em seguida, aparece a China com um PIB de US$ 14,8 trilhões, que equivale a 16,4% da economia mundial.

No terceiro posto, está o Japão, com uma economia que produziu US$ 4,9 trilhões, o equivalente a 5,4% da participação mundial. Só na quarta colocação surge um país europeu, a Alemanha, com PIB de US$ 3,7 trilhões.

O Brasil fica na 12ª colocação com um PIB de US$ 1,42 trilhão. O Canadá está em 9º lugar, com PIB de US$ 1,6 trilhão; a Coreia do Sul está na décima colocação, com US$ 1,5 trilhão, e a Rússia aparece na 11ª colocação, com US$ 1,46 trilhão de PIB.

Agostini observa que, para este ano, sua estimativa é que o Brasil possa perder ainda mais duas posições e cair para a 14ª colocação, sendo ultrapassado por Espanha e Itália.

Para elaborar o ranking, Agostini utilizou dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Ele observa que a desvalorização de 32,9% do real frente ao dólar ano passado também contribuiu para essa queda no ranking, já que para efeito de comparação os PIBs estão dolarizados.

— O encolhimento do PIB em relação a outros países mostra perda de eficiência e competitividade da economia. Além disso, a desvalorização cambial acentuada, na comparação com outros países, também mostra que algo está errado, com perda de confiança dos investidores e de produtividade.

O ranking funciona como uma espécie de bússola para os investidores, porque revela a grandeza e o histórico que a economia deste país vem ocupando nos últimos anos. A pandemia afetou todo mundo, mas o Brasil acabou sendo mais impactado — diz Agostini.

COM PANDEMIA E SEM O AUXÍLIO EMERGENCIAL, POBREZA AUMENTA NO PAÍS

Ele lembra que entre uma série de países emergentes, a moeda brasileira foi a que mais se desvalorizou ano passado (mais de 30% frete ao dólar) e este movimento continua em 2021. Além disso, por aqui, a vacinação caminha a passos lentos, o que tende a retardar a recuperação da atividade econômica.

— Além disso, desde 2014, o Brasil vem piorando seu quadro fiscal. Deu um passo positivo nesse capítulo ao promover a reforma da Previdência, mas veio a pandemia e tudo piorou. O real continua se desvalorizando mais do que outras economias emergentes – diz Agostini, que ainda mantém uma estimativa positiva para o PIB brasileiro em 2021, que deve crescer 3,3%.

Queda: Em 2020, renda per capita do Brasil foi a menor da História

No ranking do PIB de 2020, também elaborado pela Austin Rating, ao divulgar uma queda de 4,1% no PIB, o Brasil acabou na 21ª colocação, atrás de países como Letônia (que teve queda de 3,6% no PIB e ficou na 17ª colocação), Estônia, com a economia encolhendo 3% ano passado (13ª posição no ranking) e Nigéria, que apresentou recuo de 1,9% no PIB e ocupou a 7ª colocação no ranking.

Apenas três países apresentaram crescimento positivo, entre os 50 analisados pelo estudo: Taiwan (alta de 3,1%), China (2,0%) e Turquia (crescimento de 1,6%).

Prezado Companheiro Lojista:
Lá em maio, diante do quadro de incertezas provocado pela Covid, firmamos um aditamento com o Sindicato Laboral e estendemos nossa CCT vigente até 20 de outubro último, a partir dali, iniciamos negociações, visando a renovação total da CCT.
O SINDISHOPPING finalizou as negociações com o Sindicato Laboral e firmamos a CCT, para 2020/21, que irá vigir desde 01 de maio de 2020 até 30 de abril desse ano.
Conseguimos através dessas negociações um reajuste de salário de 2,46% (sem ganho real) e, além disso, conseguimos que o valor do reajuste seja aplicado a partir de novembro e referente aos seis meses anteriores (de maio a outubro de 2020) será feito pagamento através de abono salarial no valor fixo de R$35,00 por parcela.
Não tivemos também reajuste do vale refeição, mantivemos em R$21,00 e ainda como ganho tivemos também a abertura no domingo de Páscoa e na 6ª.feira da Paixão (que estava fechado na ultima CCT).
Espero que daqui para frente todos consigam se reerguer e ganhar força para esse novo momento, e que fiquem bem e com saúde.
Teremos que encarar e superar esse difícil e dramático momento que vivenciamos.
Atenciosamente,

Carolina Maria Assis da Silva
Presidente, em exercício

(no nosso site – http://www.sindishopping.com.br encontra-se a íntegra dessa CCT).

Assistimos um festival de incompetência, movido por improviso, sem logica e amparo legal. De maneira global! Não há coordenação, cada autoridade gestora decide o que quer! Executivo federal negacionista, legislativos confusos e frágeis e governadores safando se de pressões imediatistas. 10 dias fechados afundarão Shopping Centers e seus lojistas, mas irrigarão hipermercados, farmácias e bancos! Inevitáveis passivos judiciais a médio prazo!

Por que não 4 ou 5 dias de lockdown ( total, geral?!). Critérios ( ou ausência deles!) sem nexo induzindo teorias de privilegiar alguns. Industria e construção civil diferem muito das demais atividades? Lamentável que após 12 meses e 250 mil óbitos ainda ocorram ações assim. Triste um secretario estadual de saúde afirmar que só tem uns poucos respiradores. Soube que iria precisar deles agora? Enfim, medida ineficaz e que só aliviara a pressão imediata. Não resolvera!
Infelizmente. Mas passa a sensação de má gestão, num Estado de primeira linha!

Ericoh Morbiz.

 

A Prefeitura de Curitiba publica nesta quarta-feira (10/2) o Decreto 275/2020, que prorroga até o dia 17 de fevereiro a bandeira amarela na cidade. A capital saiu da bandeira laranja no dia 28 de janeiro, após 61 dias de medidas mais restritivas.

Mercados, shoppings e outros comércios continuam funcionando aos domingos. Bares continuam proibidos.

Estabelecimentos destinados a eventos culturais, como circos, teatros, cinemas, museus, estão liberados com limitação de público: 50% da capacidade. Já estabelecimentos de eventos sociais, como casas de festas, têm limitação de 50 pessoas.

Apesar da retomada das atividades, a recomendação do Comitê de Técnica e Ética Médica, da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, é cautela.

Atividades e serviços suspensos

– Estabelecimentos destinados ao entretenimento, tais como casas de shows e atividades correlatas.
– Estabelecimentos destinados a mostras comerciais, feiras de varejo, eventos técnicos, congressos, convenções, entre outros eventos de interesse profissional, técnico e/ou científico.
– Bares, casas noturnas e atividades correlatas.
– Circulação de pessoas, no período das 23h às 5h, em espaços e vias públicas, salvo em razão de atividades ou serviços essenciais e casos de urgência.
– A comercialização e o consumo, em espaços de uso público ou coletivo, de bebidas alcoólicas no período das 23h às 5h, estendendo-se a vedação para quaisquer estabelecimentos comerciais, serviços de conveniência em postos de combustíveis, clubes sociais e desportivos e áreas comuns de condomínios.
– Ficam vedadas as concessões de licenças ou alvarás para a realização de eventos de massa, assim definidos na Resolução n.º 595, de 10 de novembro de 2017, da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná.

Atividades e serviços que podem funcionar com restrição

– Atividades comerciais de rua não essenciais, galerias e centros comerciais: das 9h às 22h, em todos os dias da semana.
– Atividades de prestação de serviços não essenciais, tais como escritórios em geral, salões de beleza, barbearias, atividades de estética, academias de ginástica para práticas esportivas individuais, serviços de banho, tosa e estética de animais: até as 22h, em todos os dias da semana.
– Shopping centers: das 8h às 22h, em todos os dias da semana.
– Parques infantis e temáticos: das 8h às 22h, em todos os dias da semana, sendo permitida apenas a utilização de equipamentos e brinquedos de uso individual, desde que realizada a assepsia após o uso por cada pessoa, ficando proibido o compartilhamento de brinquedos e demais objetos.
– Parques, em todos os dias da semana, permitida exclusivamente a prática de atividades esportivas coletivas ou individuais ao ar livre, com uso de máscaras, observado o distanciamento social.
– Das 6h às 22h, em todos os dias da semana, para os seguintes estabelecimentos e atividades:
a) comércio varejista de hortifrutigranjeiros, quitandas, mercearias, distribuidoras de bebidas, peixarias e açougues;
b) mercados, supermercados e hipermercados;
c) panificadoras, padarias e confeitarias de rua;
d) restaurantes e lanchonetes, inclusive na modalidade de atendimento de buffets no sistema de autosserviço (selfservice);
e) comércio de produtos e alimentos para animais;
f) feiras livres e de artesanato;
g) concessionárias de veículos em geral;
h) lojas de material de construção;
i) comércio ambulante de rua;
j) estabelecimentos destinados a eventos culturais, tais como circos, teatros, cinemas e museus (não podem ultrapassar 50% da capacidade de público);
k) estabelecimentos destinados a eventos sociais e atividades correlatas, tais como casas de festas, de eventos ou recepções, incluídas aquelas com serviços de buffet (podem funcionar com a restrição da capacidade máxima de até 50 pessoas).
Nesses estabelecimentos é permitida a disponibilização de música ao vivo, ficando proibido o funcionamento de pista de dança.
Nos espaços de prática de atividades esportivas coletivas, localizados em praças e demais bens públicos ou privados, incluídos os condomínios e áreas residenciais, ficam proibidos o consumo e a comercialização de alimentos e bebidas.

Serviços e atividades que devem funcionar com até 50% da capacidade

Hotéis, resorts, pousadas e hostels.

Serviços e atividades que devem funcionar com restrição de horário de atendimento e com até 50% da capacidade

Serviços de call center e telemarketing: a partir das 9 horas, exceto aqueles vinculados aos serviços de saúde ou executados em home office.

Fonte: https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/curitiba-prorroga-decreto-da-bandeira-amarela-ate-a-proxima-quarta-feira/57920#:~:text=A%20Prefeitura%20de%20Curitiba%20publica,dias%20de%20medidas%20mais%20restritivas.

Grupo terá a união de empresários, campanha publicitária e todo o resultado é focado na vacinação pública

Henrique Gomes Batista 08/02/2021 – O GLOBO

SÃO PAULO – Um grupo de empresários e entidades, capitaneados por Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, e seu Grupo Mulheres do Brasil, está lançando o Unidos pela Vacina, movimento que visa facilitar a chegada do imunizante contra a Covid-19 a todos os brasileiros até setembro.

Diferente do movimento empresarial anunciado em janeiro, que queria comprar vacinas doando ao menos metade das doses ao SUS e retendo a outra parte para seus funcionários, o objetivo desta iniciativa é resolver os entraves da vacinação pública, apoiando o Sistema Único de Saúde.

“O nosso objetivo é vacinar todos os Brasileiros até setembro deste ano. Sim, vacina para todos até setembro deste ano! A gente não discute política, não procura culpado.

A gente discute sim, como levar a vacina até todas as pessoas do nosso país”, escreveu Trajano em uma rede social ao apresentar o logotipo da campanha, desenvolvida por Nizan Guanaes.

O movimento planeja várias frentes, como facilitar a aquisição e produção de insumos, como seringas e agulhas, e ajudar na fabricação dos imunizantes, com o auxílio na logística e solução de problemas da Fiocruz e do Instituto Butantan.

— Queremos usar nossa experiência, nossa força, para ajudar a destravar os problemas. Por exemplo, coisas que pelo rito normal demoraria um mês, queremos solucionar em 15 dias — afirmou Marisa Cesar, CEO do Grupo Mulheres do Brasil.

O ponto mais visível da atuação, contudo, será uma campanha publicitária em prol da vacina, que será veiculada em todo o país, em parceria com redes de TV. A ideia é reduzir a resistência à vacina, em um primeiro momento, e depois dar esclarecimentos práticos de como tomar o imunizante.

— Tem muita gente jogando contra, muitas pessoas com resistência à vacina, precisamos esclarecer isso — afirmou Cesar.

Durante a semana haverá a apresentação formal do grupo, com as ações e medidas que serão tomadas. Algumas entidades, como a Federação Nacional de Bancos (Febraban) devem apoiar a iniciativa.

Economistas afirmam que a vacinação é fundamental para a retomada da economia, além da questão sanitária. O Itaú Unibanco, por exemplo, informou na semana passada que se o ritmo de vacinação for lento, o crescimento do PIB neste ano será metade do previsto.

Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/luiza-helena-trajano-lanca-movimento-para-levar-vacinas-todos-os-brasileiros-ate-setembro-24873777?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstarde?newsletterLink

Antes, depósitos seriam feitos em março – Mudança impacta 6,9 milhões de pessoas site PODER DOUGLAS RODRIGUES 05.fev.2021 (sexta-feira) –

O governo decidiu antecipar em 1 mês e 5 dias o pagamento do abono salarial, uma espécie de 14º salário a trabalhadores que ganham até 2 mínimos. Os recursos, que estariam disponíveis apenas em 17 de março, serão transferidos em 11 de fevereiro, junto com o pagamento daqueles nascidos em março e abril.

A decisão injeta um caminhão de dinheiro na economia (R$ 7,33 bilhões), o que ajuda a mitigar o problema causado pelo fim do auxílio emergencial. Ao menos 8,6 milhões de trabalhadores serão beneficiados.

A iniciativa é tida como viável pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Os recursos já estavam previstos no Orçamento e serão apenas desembolsados com antecedência.

O documento com o novo calendário foi publicado nesta 6ª feira (5.fev.2021) no Diário Oficial da União. A resolução é do Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), responsável por operar políticas de amparo ao trabalhador.

“Se a pandemia persiste, vamos agir com a mesma precisão que antes”, disse Guedes na noite de 5ª feira, ao afirmar que medidas anticíclicas poderiam ser anuncias em caso de 2ª onda de covid-19. Em março de 2020, quando o coronavírus começava a se alastrar pelo país, a equipe econômica apresentou um cardápio de ações para suavizar a crise, o que incluía antecipação do calendário do abono salarial.

O presidente do Codefat, Francisco Canindé, que assinou a nova resolução, diz que medida é muito importante e veio em uma boa hora para o trabalhador. “O Codefat tem a prerrogativa de, sempre que possível –dentro das condições orçamentárias–, colaborar e antecipar benefícios”, afirmou ao Poder360.

QUEM TEM DIREITO A SACAR O ABONO?
quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2019;
ganhou, no máximo, 2 salários mínimos por mês, em média durante o ano-base;
está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos 5 anos;
é preciso que a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente ao governo.
O abono salarial é pago pela Caixa Econômica Federal para os funcionários do setor privado. E pelo Banco do Brasil para os servidores públicos. Caso os trabalhadores sejam correntistas nesses bancos, eles receberão o crédito em conta a partir de 9 de fevereiro.

O valor do benefício varia de R$ 92 a R$ 1.100, dependendo do período trabalhado formalmente em 2019.

Ao longo do ano, o governo deve gastar R$ 18 bilhões com o abono, o que deve beneficiar 21,6 milhões de pessoas, segundo a proposta orçamentária enviada ao Congresso. O número pode mudar, pois o texto ainda não foi aprovado pelos congressistas.

Em 2020, foram destinados R$ 19 bilhões ao programa, impactando diretamente 25 milhões de pessoas. Até 31 de dezembro, as regiões com mais saques foram:

Sudeste: 11,7 milhões (R$ 4,2 bilhões)
Nordeste: 5,4 milhões (R$ 2,8 bilhões)
Sul: 4,3 milhões (R$ 1,5 bilhão)
Centro-Oeste: 2,8 milhões (R$ 742,4 milhões)
Norte: 1,5 milhão (R$ 537,6 milhões)

Fonte: https://www.poder360.com.br/economia/guedes-antecipa-abono-salarial-e-joga-r-73-bilhoes-na-economia-em-fevereiro/

O número de endividados no país chegou ao maior patamar em 11 anos em 2020, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). O percentual de famílias com pendências financeiras subiu 2,8 pontos percentuais no ano passado em comparação com 2019. Fechou aos 66,5%.

Os dados foram publicados nesta 6ª feira (29.jan.2021). Eis a íntegra (423 MB).

O endividamento chegou a alcançar 67,5% em agosto e, desde então, teve início uma trajetória de queda.

O período foi marcado pela pandemia de covid-19, que teve impacto no número de desempregados do país. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 14 milhões de pessoas procuravam emprego no trimestre de setembro a novembro.

Passe o cursor para visualizar os valores no gráfico abaixo:

A CNC publica mensalmente a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) com as médias de famílias com pendências financeiras. Apesar de ter registrado o maior percentual em 11 anos, subiu menos do que em 2019, quando registrou alta de 3,3 pontos percentuais contra 2018. Na prática, o crescimento do endividamento desacelerou.

De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, os impactos negativos do surto de covid-19 ao longo do ano impuseram a adoção de medidas de recomposição da renda, como o auxílio emergencial, e de estímulo ao crédito, como forma de manter algum nível de consumo pelos brasileiros. Ele afirmou que a taxa básica de juros, a Selic, que está em 2% ao ano, também contribuiu para manter o controle financeiro das pessoas.

“Em conjunto com a redução dos juros ao menor patamar da história e com a inflação ao consumidor controlada em níveis baixos, estas ações [de auxílios emergenciais] forneceram às famílias condições de ampliar a contratação de dívidas e renegociar as já existentes”, afirmou Tadros.

A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso cresceu 1,5 ponto percentual. Chegou a 25,5% na média do ano.

“Houve sucessivas altas ao longo do ano, com o percentual atingindo o maior nível da história em agosto, com 26,7%. Porém, esta porcentagem passou a cair durante o 2º semestre, influenciada pelo conjunto de medidas de combate à pandemia que ajudaram os consumidores com relação à capacidade de pagamento de parte das contas e dívidas”, afirmou Izis Ferreira, economista da CNC.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de quitar os débitos no mês seguintes cresceu 1,4 ponto percentual de 2019 para 2020. Subiu para 11% na média anual.

Fonte: poder 29/01/2021 Hamilton Ferreira 

 

 

Está muito claro que o mundo não tem oferta de vacinas pra sua bilionária demanda.
Entao, confiemos nas soluções possíveis, justas e aceitáveis.
Aqui, em nosso Brasil, por razoes diversas ( principalmente ineficácia governamental!) estamos aquém  da tarefa de vacinar logo, urgente, nosso time de trabalhadores da saúde.
Entao, nada melhor do  que as empresas com condiçoes, socorrer essa situação,buscando alternativas pra seu universo corporativo.
Afinal, SUS é ótimo, tem e sempre teve condições de atender a vacinação. Agora é que está sem o principal: a vacina!
As empresas pagam muito caro, muito mesmo!, de tributo sobre o salario de seu empregado,para manter o SUS, além do próprio empregado também pagar.(Sei, o primeiro objetivo é a aposentadoria, mas a saúde se incorporou nessa engenharia!)
Essa tal crise ética, amparada em “especialistas”, objeta mas não faz nada além disso.
Muito especialista e pouca solução!
Os empregados que tiverem vacina onde trabalham, não irao no SUS, esvaziarão as filas do setor público, poderão usar o transporte público e principalmente, facilitar o retorno da atividade econômica! Precisamos produzir, pagar salários, impostos.
Tem muito outros países fazendo isso.
Aqui há muito especialista e pouca solução, repito!
E bem que o sistema S poderia usar parte de sua bilionária reserva para ajudar nessa tarefa! Menos sedes!
Com transparência e honestidade! ( quase desaprendemos a fazer isso!).

Ericoh Morbis/Curitiba,jan.2021, 28

Busca por locais ao ar livre, obsessão por produtos de higiene e limpeza e mistura entre modelos físicos e virtuais. São algumas das tendências apontadas pela Euromonitor International, consultoria global de pesquisa de mercado, em seu relatório anual de tendências de consumo para 2021. Segundo a consultoria, os consumidores acreditam que é “hora de construir um futuro melhor”.
“As empresas devem colaborar para a criação de um mundo mais sustentável, contribuindo para a solução da desigualdade social e dos danos ambientais”, diz o relatório. Além disso, os consumidores querem mais conveniência, espaços ao ar livre e que as empresas os ajudem em questões do dia a dia, como o apoio entre vida pessoal e profissional.
Confira as dez principais tendências globais de consumo apontadas pela Euromonitor para 2021:
1. Refúgio ao ar livre
Locais abertos serão refúgios para os consumidores confinados. As pessoas pretendem se reconectar com a natureza e buscar locais ao ar livre para o lazer e para uma “socialização segura”.
2. Obsessão por segurança sanitária
Há um novo movimento pelo bem-estar. O medo do contágio aumentou a demanda por produtos de higiene e estimulou os consumidores a buscar soluções que não requerem contato físico. As empresas devem implementar inovações e medidas de segurança voltadas para diminuir as preocupações dos consumidores.
3. Pechinchar
Consumidores estão cautelosos e moderados. Os gastos com supérfluos estão diminuindo. Agora, eles querem produtos e serviços com um maior valor agregado e alinhados às medidas sanitárias. As empresas deverão oferecer opções acessíveis, sem redução da qualidade. Histórias que despertem empatia e que tenham ligações com saúde, autocuidado e bem-estar psicológico estarão em alta.
4. Novos espaços de trabalho
A expressão “fora do escritório” ganhou um novo significado. A tendência influenciou vestuário, gastos com tecnologia e hábitos alimentares, por exemplo. As empresas precisarão apoiar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e atender às necessidades de produtividade e de comunicação.
5. Crise de confiança
Preconceitos e desinformação estão causando uma crise de confiança. Desconfiar dos líderes agora é a regra. Para aproveitar esta tendência, as empresas deverão realizar ações de marketing mais precisas nas redes sociais e no mundo dos games, dando voz aos consumidores e pressionando as plataformas, como Facebook, Twitter e Youtube, a combaterem a desinformação.
6. Usar melhor o tempo
Os consumidores precisam ser mais criativos com a distribuição do tempo. As empresas devem propor soluções que atendam ao desejo do consumidor de otimizar seu tempo, oferecendo uma maior flexibilidade, especialmente com relação a produtos e serviços acessíveis a partir da casa do cliente, ou em sua vizinhança.
7. Mistura dos mundos físico e virtual
O modelo híbrido, formado pelos mundos físico e virtual, já é realidade. As empresas devem integrar processos virtuais nos espaços físicos, para oferecer uma nova possibilidade aos consumidores que preferirem ficar em casa. A oferta de experiências virtuais nos lares ainda é crucial para impulsionar vendas online (e coleta de dados).
8. Bem-estar psicológico
A pandemia reformulou o cotidiano, testando a resiliência psicológica das pessoas. Os consumidores agora têm uma nova compreensão sobre si mesmos e buscam uma vida mais plena, equilibrada e melhor. As empresas deverão fornecer produtos e serviços que auxiliem na promoção do bem-estar psicológico e que ajudem os consumidores a lidarem com circunstâncias adversas.
9. Sustentabilidade
Consumidores esperam iniciativas orientadas por propósitos, que apoiem a sustentabilidade.
10. Adaptação das empresas
Eles querem que as empresas adaptem rapidamente suas operações, mantendo a agilidade e a continuidade da jornada de compra em todos os canais.

fonte: Renato Pezzotti uol 22.1.21