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Durante anos, muita gente achou que os shopping centers estavam com os dias contados por causa do comércio online. Acontece que a Gen Z chegou para revitalizar esses espaços.
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O novo point físico dos nativos digitais: Uma pesquisa mostrou que os jovens entre 14 e 29 anos estão frequentando os shoppings mais do que qualquer outra geração. |
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E eles têm muito a agradecer: Só nos EUA, mais de 200 shoppings fecharam as portas desde 2008. Mas, agora, graças à Gen Z, essa tendência está se invertendo. |
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Prova disso é que o valor dos shoppings que continuam de pé na Terra do Tio Sam subiu 13% no último ano — o maior ganho entre todos os setores do mercado imobiliário comercial dos EUA.
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O que mudou? Grande parte disso vem do fato de que, para os mais jobens jovens, ir ao shopping não é só comprar — é também uma experiência. |
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Mais de 60% da Gen Z vai ao shopping para socializar, e 42% encaram isso como uma atividade social para sair com os amigos, conversar e passar tempo juntos fora da internet.
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A fórmula agora é outra: O shopping tradicional, dominado por lojas de departamento, dava para fazer compras — só isso. |
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Talking business: Percebendo esse movo público, muitos centros comerciais estão criando espaços “instagramáveis”, com cenários e decorações pensados para fotos e vídeos nas redes sociais. |
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No fim das contas, se antes a internet ameaçava os shoppings, agora ela pode acabar salvando esses espaços — que deixaram de ser centros de compras para se tornarem centros de entretenimento.
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O novo point físico dos nativos digitais: Uma pesquisa mostrou que os jovens entre 14 e 29 anos estão frequentando os shoppings mais do que qualquer outra geração.
E eles têm muito a agradecer: Só nos EUA, mais de 200 shoppings fecharam as portas desde 2008. Mas, agora,
O que mudou? Grande parte disso vem do fato de que, para os mais jobens jovens, ir ao shopping não é só comprar — é também uma experiência.
A fórmula agora é outra: O shopping tradicional, dominado por lojas de departamento, dava para fazer compras — só isso.
Talking business: Percebendo esse movo público, muitos centros comerciais estão criando espaços “instagramáveis”, com cenários e decorações pensados para fotos e vídeos nas redes sociais.
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