Publicação de Cícero Vieira
Depois de quase uma década marcada por crises, retração e migração acelerada para o digital, o #varejo físico – especialmente as lojas de rua – volta a ganhar tração nas grandes cidades. Reportagem de autoria de Adriana Mattos Ana Luiza Tieghi, publicada no “Valor Econômico” (link para ler a íntegra da matéria, nos comentários), revela que redes estão retomando investimentos, impulsionadas por três fatores principais: – Mudança no #comportamentodoconsumidor, que voltou a valorizar conveniência, proximidade e experiência presencial; – Custo e saturação dos #shoppings, hoje mais seletivos e caros para novos lojistas; – Requalificação urbana e reforço da segurança, com planos específicos para ruas comerciais estratégicas. O dado mais simbólico: enquanto shoppings ainda sentem os efeitos da queda no fluxo, a intenção de compra nas lojas de rua cresce, especialmente em bairros consolidados, avenidas movimentadas e regiões com mix diversificado de serviços. Mais do que um “revival”, o movimento aponta para um novo papel do físico: lojas menores foco em experiência e relacionamento integração com o digital presença onde o consumidor vive e circula O recado é claro: o varejo do futuro não é rua ou shopping. É contexto, estratégia e proximidade.
(A reportagem ouviu importantes executivos do varejo, entre eles, Carlos Eduardo Santos, Rafael Bernardini e Mathieu Le Roux. #reputacao #Assessoriadeimprensa #ecossistemavarejista).

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