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O fechamento das análises de 2025 mostra que o varejo físico brasileiro segue resiliente, porém cada vez mais dependente de sazonalidade, localização e segmento. O crescimento anual do fluxo de pessoas foi sustentado principalmente pelo bom desempenho do primeiro semestre e pela forte concentração de visitas no último bimestre do ano, enquanto o início de 2026 tende a manter o padrão histórico de retração. As lojas em shopping centers seguem como principal motor de crescimento do fluxo, superando os resultados de 2023 e 2024. Em contrapartida, as lojas de rua mantêm uma trajetória estrutural de perda, observada desde a reabertura do varejo no pós-pandemia. Entre os segmentos, destaque para a retomada de Home Center e Material de Construção, algo que não ocorria desde 2021, e para a evolução contínua de Perfumaria e Cosméticos. Regionalmente, o Sudeste foi determinante para a desaceleração do crescimento nacional do indicador. O cenário reforça a importância de estratégias mais granulares, baseadas em dados, para capturar oportunidades e mitigar perdas ao longo do ano. ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados IBGE FecomercioSP Sebrae ABVTEX – Associação Brasileira do Varejo Têxtil IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo #varejo #varejobrasileiro #varejofisico #fluxodeclientes #inteligenciadedados #indicadores #shoppingcenter #lojaderua #homecenter #cosmeticos #economiabrasileira

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