Em O Globo, Comércio em Pauta expõe que, diante do avanço da proposta sobre o fim da escala 6×1 no Congresso, a CNC intensificou a articulação política e técnica para defender que possíveis mudanças na jornada ocorram por meio da negociação coletiva, e não por imposição constitucional.
O percentual de famílias endividadas em fevereiro foi o maior da série histórica do levantamento.
O Valor Econômico reporta que segundo a CNC, o custo de adequação no setor de serviços poderá chegar a R$ 235,8 bilhões anuais. A entidade calcula que cada 1% de aumento real na folha de pagamento do comércio eleva os preços médios do setor em 0,6%. Com alta de 21% na folha, haveria reajuste de 13% nos preços setoriais.

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