Assistimos um festival de incompetência, movido por improviso, sem logica e amparo legal. De maneira global! Não há coordenação, cada autoridade gestora decide o que quer! Executivo federal negacionista, legislativos confusos e frágeis e governadores safando se de pressões imediatistas. 10 dias fechados afundarão Shopping Centers e seus lojistas, mas irrigarão hipermercados, farmácias e bancos! Inevitáveis passivos judiciais a médio prazo!

Por que não 4 ou 5 dias de lockdown ( total, geral?!). Critérios ( ou ausência deles!) sem nexo induzindo teorias de privilegiar alguns. Industria e construção civil diferem muito das demais atividades? Lamentável que após 12 meses e 250 mil óbitos ainda ocorram ações assim. Triste um secretario estadual de saúde afirmar que só tem uns poucos respiradores. Soube que iria precisar deles agora? Enfim, medida ineficaz e que só aliviara a pressão imediata. Não resolvera!
Infelizmente. Mas passa a sensação de má gestão, num Estado de primeira linha!

Ericoh Morbiz.

 

A Prefeitura de Curitiba publica nesta quarta-feira (10/2) o Decreto 275/2020, que prorroga até o dia 17 de fevereiro a bandeira amarela na cidade. A capital saiu da bandeira laranja no dia 28 de janeiro, após 61 dias de medidas mais restritivas.

Mercados, shoppings e outros comércios continuam funcionando aos domingos. Bares continuam proibidos.

Estabelecimentos destinados a eventos culturais, como circos, teatros, cinemas, museus, estão liberados com limitação de público: 50% da capacidade. Já estabelecimentos de eventos sociais, como casas de festas, têm limitação de 50 pessoas.

Apesar da retomada das atividades, a recomendação do Comitê de Técnica e Ética Médica, da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, é cautela.

Atividades e serviços suspensos

– Estabelecimentos destinados ao entretenimento, tais como casas de shows e atividades correlatas.
– Estabelecimentos destinados a mostras comerciais, feiras de varejo, eventos técnicos, congressos, convenções, entre outros eventos de interesse profissional, técnico e/ou científico.
– Bares, casas noturnas e atividades correlatas.
– Circulação de pessoas, no período das 23h às 5h, em espaços e vias públicas, salvo em razão de atividades ou serviços essenciais e casos de urgência.
– A comercialização e o consumo, em espaços de uso público ou coletivo, de bebidas alcoólicas no período das 23h às 5h, estendendo-se a vedação para quaisquer estabelecimentos comerciais, serviços de conveniência em postos de combustíveis, clubes sociais e desportivos e áreas comuns de condomínios.
– Ficam vedadas as concessões de licenças ou alvarás para a realização de eventos de massa, assim definidos na Resolução n.º 595, de 10 de novembro de 2017, da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná.

Atividades e serviços que podem funcionar com restrição

– Atividades comerciais de rua não essenciais, galerias e centros comerciais: das 9h às 22h, em todos os dias da semana.
– Atividades de prestação de serviços não essenciais, tais como escritórios em geral, salões de beleza, barbearias, atividades de estética, academias de ginástica para práticas esportivas individuais, serviços de banho, tosa e estética de animais: até as 22h, em todos os dias da semana.
– Shopping centers: das 8h às 22h, em todos os dias da semana.
– Parques infantis e temáticos: das 8h às 22h, em todos os dias da semana, sendo permitida apenas a utilização de equipamentos e brinquedos de uso individual, desde que realizada a assepsia após o uso por cada pessoa, ficando proibido o compartilhamento de brinquedos e demais objetos.
– Parques, em todos os dias da semana, permitida exclusivamente a prática de atividades esportivas coletivas ou individuais ao ar livre, com uso de máscaras, observado o distanciamento social.
– Das 6h às 22h, em todos os dias da semana, para os seguintes estabelecimentos e atividades:
a) comércio varejista de hortifrutigranjeiros, quitandas, mercearias, distribuidoras de bebidas, peixarias e açougues;
b) mercados, supermercados e hipermercados;
c) panificadoras, padarias e confeitarias de rua;
d) restaurantes e lanchonetes, inclusive na modalidade de atendimento de buffets no sistema de autosserviço (selfservice);
e) comércio de produtos e alimentos para animais;
f) feiras livres e de artesanato;
g) concessionárias de veículos em geral;
h) lojas de material de construção;
i) comércio ambulante de rua;
j) estabelecimentos destinados a eventos culturais, tais como circos, teatros, cinemas e museus (não podem ultrapassar 50% da capacidade de público);
k) estabelecimentos destinados a eventos sociais e atividades correlatas, tais como casas de festas, de eventos ou recepções, incluídas aquelas com serviços de buffet (podem funcionar com a restrição da capacidade máxima de até 50 pessoas).
Nesses estabelecimentos é permitida a disponibilização de música ao vivo, ficando proibido o funcionamento de pista de dança.
Nos espaços de prática de atividades esportivas coletivas, localizados em praças e demais bens públicos ou privados, incluídos os condomínios e áreas residenciais, ficam proibidos o consumo e a comercialização de alimentos e bebidas.

Serviços e atividades que devem funcionar com até 50% da capacidade

Hotéis, resorts, pousadas e hostels.

Serviços e atividades que devem funcionar com restrição de horário de atendimento e com até 50% da capacidade

Serviços de call center e telemarketing: a partir das 9 horas, exceto aqueles vinculados aos serviços de saúde ou executados em home office.

Fonte: https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/curitiba-prorroga-decreto-da-bandeira-amarela-ate-a-proxima-quarta-feira/57920#:~:text=A%20Prefeitura%20de%20Curitiba%20publica,dias%20de%20medidas%20mais%20restritivas.

Grupo terá a união de empresários, campanha publicitária e todo o resultado é focado na vacinação pública

Henrique Gomes Batista 08/02/2021 – O GLOBO

SÃO PAULO – Um grupo de empresários e entidades, capitaneados por Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, e seu Grupo Mulheres do Brasil, está lançando o Unidos pela Vacina, movimento que visa facilitar a chegada do imunizante contra a Covid-19 a todos os brasileiros até setembro.

Diferente do movimento empresarial anunciado em janeiro, que queria comprar vacinas doando ao menos metade das doses ao SUS e retendo a outra parte para seus funcionários, o objetivo desta iniciativa é resolver os entraves da vacinação pública, apoiando o Sistema Único de Saúde.

“O nosso objetivo é vacinar todos os Brasileiros até setembro deste ano. Sim, vacina para todos até setembro deste ano! A gente não discute política, não procura culpado.

A gente discute sim, como levar a vacina até todas as pessoas do nosso país”, escreveu Trajano em uma rede social ao apresentar o logotipo da campanha, desenvolvida por Nizan Guanaes.

O movimento planeja várias frentes, como facilitar a aquisição e produção de insumos, como seringas e agulhas, e ajudar na fabricação dos imunizantes, com o auxílio na logística e solução de problemas da Fiocruz e do Instituto Butantan.

— Queremos usar nossa experiência, nossa força, para ajudar a destravar os problemas. Por exemplo, coisas que pelo rito normal demoraria um mês, queremos solucionar em 15 dias — afirmou Marisa Cesar, CEO do Grupo Mulheres do Brasil.

O ponto mais visível da atuação, contudo, será uma campanha publicitária em prol da vacina, que será veiculada em todo o país, em parceria com redes de TV. A ideia é reduzir a resistência à vacina, em um primeiro momento, e depois dar esclarecimentos práticos de como tomar o imunizante.

— Tem muita gente jogando contra, muitas pessoas com resistência à vacina, precisamos esclarecer isso — afirmou Cesar.

Durante a semana haverá a apresentação formal do grupo, com as ações e medidas que serão tomadas. Algumas entidades, como a Federação Nacional de Bancos (Febraban) devem apoiar a iniciativa.

Economistas afirmam que a vacinação é fundamental para a retomada da economia, além da questão sanitária. O Itaú Unibanco, por exemplo, informou na semana passada que se o ritmo de vacinação for lento, o crescimento do PIB neste ano será metade do previsto.

Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/luiza-helena-trajano-lanca-movimento-para-levar-vacinas-todos-os-brasileiros-ate-setembro-24873777?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstarde?newsletterLink

Antes, depósitos seriam feitos em março – Mudança impacta 6,9 milhões de pessoas site PODER DOUGLAS RODRIGUES 05.fev.2021 (sexta-feira) –

O governo decidiu antecipar em 1 mês e 5 dias o pagamento do abono salarial, uma espécie de 14º salário a trabalhadores que ganham até 2 mínimos. Os recursos, que estariam disponíveis apenas em 17 de março, serão transferidos em 11 de fevereiro, junto com o pagamento daqueles nascidos em março e abril.

A decisão injeta um caminhão de dinheiro na economia (R$ 7,33 bilhões), o que ajuda a mitigar o problema causado pelo fim do auxílio emergencial. Ao menos 8,6 milhões de trabalhadores serão beneficiados.

A iniciativa é tida como viável pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Os recursos já estavam previstos no Orçamento e serão apenas desembolsados com antecedência.

O documento com o novo calendário foi publicado nesta 6ª feira (5.fev.2021) no Diário Oficial da União. A resolução é do Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), responsável por operar políticas de amparo ao trabalhador.

“Se a pandemia persiste, vamos agir com a mesma precisão que antes”, disse Guedes na noite de 5ª feira, ao afirmar que medidas anticíclicas poderiam ser anuncias em caso de 2ª onda de covid-19. Em março de 2020, quando o coronavírus começava a se alastrar pelo país, a equipe econômica apresentou um cardápio de ações para suavizar a crise, o que incluía antecipação do calendário do abono salarial.

O presidente do Codefat, Francisco Canindé, que assinou a nova resolução, diz que medida é muito importante e veio em uma boa hora para o trabalhador. “O Codefat tem a prerrogativa de, sempre que possível –dentro das condições orçamentárias–, colaborar e antecipar benefícios”, afirmou ao Poder360.

QUEM TEM DIREITO A SACAR O ABONO?
quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2019;
ganhou, no máximo, 2 salários mínimos por mês, em média durante o ano-base;
está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos 5 anos;
é preciso que a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente ao governo.
O abono salarial é pago pela Caixa Econômica Federal para os funcionários do setor privado. E pelo Banco do Brasil para os servidores públicos. Caso os trabalhadores sejam correntistas nesses bancos, eles receberão o crédito em conta a partir de 9 de fevereiro.

O valor do benefício varia de R$ 92 a R$ 1.100, dependendo do período trabalhado formalmente em 2019.

Ao longo do ano, o governo deve gastar R$ 18 bilhões com o abono, o que deve beneficiar 21,6 milhões de pessoas, segundo a proposta orçamentária enviada ao Congresso. O número pode mudar, pois o texto ainda não foi aprovado pelos congressistas.

Em 2020, foram destinados R$ 19 bilhões ao programa, impactando diretamente 25 milhões de pessoas. Até 31 de dezembro, as regiões com mais saques foram:

Sudeste: 11,7 milhões (R$ 4,2 bilhões)
Nordeste: 5,4 milhões (R$ 2,8 bilhões)
Sul: 4,3 milhões (R$ 1,5 bilhão)
Centro-Oeste: 2,8 milhões (R$ 742,4 milhões)
Norte: 1,5 milhão (R$ 537,6 milhões)

Fonte: https://www.poder360.com.br/economia/guedes-antecipa-abono-salarial-e-joga-r-73-bilhoes-na-economia-em-fevereiro/

O número de endividados no país chegou ao maior patamar em 11 anos em 2020, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). O percentual de famílias com pendências financeiras subiu 2,8 pontos percentuais no ano passado em comparação com 2019. Fechou aos 66,5%.

Os dados foram publicados nesta 6ª feira (29.jan.2021). Eis a íntegra (423 MB).

O endividamento chegou a alcançar 67,5% em agosto e, desde então, teve início uma trajetória de queda.

O período foi marcado pela pandemia de covid-19, que teve impacto no número de desempregados do país. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 14 milhões de pessoas procuravam emprego no trimestre de setembro a novembro.

Passe o cursor para visualizar os valores no gráfico abaixo:

A CNC publica mensalmente a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) com as médias de famílias com pendências financeiras. Apesar de ter registrado o maior percentual em 11 anos, subiu menos do que em 2019, quando registrou alta de 3,3 pontos percentuais contra 2018. Na prática, o crescimento do endividamento desacelerou.

De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, os impactos negativos do surto de covid-19 ao longo do ano impuseram a adoção de medidas de recomposição da renda, como o auxílio emergencial, e de estímulo ao crédito, como forma de manter algum nível de consumo pelos brasileiros. Ele afirmou que a taxa básica de juros, a Selic, que está em 2% ao ano, também contribuiu para manter o controle financeiro das pessoas.

“Em conjunto com a redução dos juros ao menor patamar da história e com a inflação ao consumidor controlada em níveis baixos, estas ações [de auxílios emergenciais] forneceram às famílias condições de ampliar a contratação de dívidas e renegociar as já existentes”, afirmou Tadros.

A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso cresceu 1,5 ponto percentual. Chegou a 25,5% na média do ano.

“Houve sucessivas altas ao longo do ano, com o percentual atingindo o maior nível da história em agosto, com 26,7%. Porém, esta porcentagem passou a cair durante o 2º semestre, influenciada pelo conjunto de medidas de combate à pandemia que ajudaram os consumidores com relação à capacidade de pagamento de parte das contas e dívidas”, afirmou Izis Ferreira, economista da CNC.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de quitar os débitos no mês seguintes cresceu 1,4 ponto percentual de 2019 para 2020. Subiu para 11% na média anual.

Fonte: poder 29/01/2021 Hamilton Ferreira 

 

 

Está muito claro que o mundo não tem oferta de vacinas pra sua bilionária demanda.
Entao, confiemos nas soluções possíveis, justas e aceitáveis.
Aqui, em nosso Brasil, por razoes diversas ( principalmente ineficácia governamental!) estamos aquém  da tarefa de vacinar logo, urgente, nosso time de trabalhadores da saúde.
Entao, nada melhor do  que as empresas com condiçoes, socorrer essa situação,buscando alternativas pra seu universo corporativo.
Afinal, SUS é ótimo, tem e sempre teve condições de atender a vacinação. Agora é que está sem o principal: a vacina!
As empresas pagam muito caro, muito mesmo!, de tributo sobre o salario de seu empregado,para manter o SUS, além do próprio empregado também pagar.(Sei, o primeiro objetivo é a aposentadoria, mas a saúde se incorporou nessa engenharia!)
Essa tal crise ética, amparada em “especialistas”, objeta mas não faz nada além disso.
Muito especialista e pouca solução!
Os empregados que tiverem vacina onde trabalham, não irao no SUS, esvaziarão as filas do setor público, poderão usar o transporte público e principalmente, facilitar o retorno da atividade econômica! Precisamos produzir, pagar salários, impostos.
Tem muito outros países fazendo isso.
Aqui há muito especialista e pouca solução, repito!
E bem que o sistema S poderia usar parte de sua bilionária reserva para ajudar nessa tarefa! Menos sedes!
Com transparência e honestidade! ( quase desaprendemos a fazer isso!).

Ericoh Morbis/Curitiba,jan.2021, 28

Busca por locais ao ar livre, obsessão por produtos de higiene e limpeza e mistura entre modelos físicos e virtuais. São algumas das tendências apontadas pela Euromonitor International, consultoria global de pesquisa de mercado, em seu relatório anual de tendências de consumo para 2021. Segundo a consultoria, os consumidores acreditam que é “hora de construir um futuro melhor”.
“As empresas devem colaborar para a criação de um mundo mais sustentável, contribuindo para a solução da desigualdade social e dos danos ambientais”, diz o relatório. Além disso, os consumidores querem mais conveniência, espaços ao ar livre e que as empresas os ajudem em questões do dia a dia, como o apoio entre vida pessoal e profissional.
Confira as dez principais tendências globais de consumo apontadas pela Euromonitor para 2021:
1. Refúgio ao ar livre
Locais abertos serão refúgios para os consumidores confinados. As pessoas pretendem se reconectar com a natureza e buscar locais ao ar livre para o lazer e para uma “socialização segura”.
2. Obsessão por segurança sanitária
Há um novo movimento pelo bem-estar. O medo do contágio aumentou a demanda por produtos de higiene e estimulou os consumidores a buscar soluções que não requerem contato físico. As empresas devem implementar inovações e medidas de segurança voltadas para diminuir as preocupações dos consumidores.
3. Pechinchar
Consumidores estão cautelosos e moderados. Os gastos com supérfluos estão diminuindo. Agora, eles querem produtos e serviços com um maior valor agregado e alinhados às medidas sanitárias. As empresas deverão oferecer opções acessíveis, sem redução da qualidade. Histórias que despertem empatia e que tenham ligações com saúde, autocuidado e bem-estar psicológico estarão em alta.
4. Novos espaços de trabalho
A expressão “fora do escritório” ganhou um novo significado. A tendência influenciou vestuário, gastos com tecnologia e hábitos alimentares, por exemplo. As empresas precisarão apoiar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e atender às necessidades de produtividade e de comunicação.
5. Crise de confiança
Preconceitos e desinformação estão causando uma crise de confiança. Desconfiar dos líderes agora é a regra. Para aproveitar esta tendência, as empresas deverão realizar ações de marketing mais precisas nas redes sociais e no mundo dos games, dando voz aos consumidores e pressionando as plataformas, como Facebook, Twitter e Youtube, a combaterem a desinformação.
6. Usar melhor o tempo
Os consumidores precisam ser mais criativos com a distribuição do tempo. As empresas devem propor soluções que atendam ao desejo do consumidor de otimizar seu tempo, oferecendo uma maior flexibilidade, especialmente com relação a produtos e serviços acessíveis a partir da casa do cliente, ou em sua vizinhança.
7. Mistura dos mundos físico e virtual
O modelo híbrido, formado pelos mundos físico e virtual, já é realidade. As empresas devem integrar processos virtuais nos espaços físicos, para oferecer uma nova possibilidade aos consumidores que preferirem ficar em casa. A oferta de experiências virtuais nos lares ainda é crucial para impulsionar vendas online (e coleta de dados).
8. Bem-estar psicológico
A pandemia reformulou o cotidiano, testando a resiliência psicológica das pessoas. Os consumidores agora têm uma nova compreensão sobre si mesmos e buscam uma vida mais plena, equilibrada e melhor. As empresas deverão fornecer produtos e serviços que auxiliem na promoção do bem-estar psicológico e que ajudem os consumidores a lidarem com circunstâncias adversas.
9. Sustentabilidade
Consumidores esperam iniciativas orientadas por propósitos, que apoiem a sustentabilidade.
10. Adaptação das empresas
Eles querem que as empresas adaptem rapidamente suas operações, mantendo a agilidade e a continuidade da jornada de compra em todos os canais.

fonte: Renato Pezzotti uol 22.1.21

Para setor produtivo, é urgente a imunização em massa para tranquilizar a população e acelerar a retomada econômica do País

Com dois manifestos publicados em menos de uma semana, o setor empresarial começa a mostrar a cara neste momento de demora da vacinação e agravamento da pandemia da covid-19 no País. Eles cobram do presidente Bolsonaro pressa na imunização, criticam a politização por causa das eleições de 2022, se colocam à disposição para ajudar e pedem ação do governo e do Congresso com medidas para a retomada econômica.

O Estadão ouviu empresários e presidentes das principais confederações do Brasil e num ponto eles são unânimes: é urgente a imunização em massa, com todos os tipos necessários de vacinas, para tranquilizar a população e acelerar a retomada econômica. Além de críticas à atuação do governo federal e de seus ministros, sobretudo o chanceler Ernesto Araújo, governadores e parlamentares não escapam da pressão.
No primeiro manifesto, assinado por 14 entidades, o movimento Coalizão Indústria pede “reformas já” e afirma que a segunda onda da pandemia é mais forte do que se imaginava e ocorre em desafiador cenário social, fiscal e de saúde. No segundo texto, “Prioridades aos Brasileiros”, empresários alertam que os poderes devem fazer política de Estado, e não de governo.
“Entendemos que nada irá acontecer nesse País enquanto a população não estiver vacinada. Até porque muita gente não compreendeu a gravidade: há aglomeração em todo canto e desprezo à máscara”, diz o presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros. A entidade ofereceu instalações e equipes do Sesc e Senac para ajudar e evitar filas na vacinação. Tadros defende ainda a prorrogação do auxílio emergencial por 90 dias.
Já o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nese, pede que as autoridades deem orientações a serem repassadas aos funcionários. “Quem deve fazer isso é o Ministério da Saúde. Uma cartilha orientadora.”
Do movimento Coalizão da Indústria, o empresário José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast) e vice-presidente da Fiesp, diz que a organização em relação à pandemia está ruim e cheia de imprevistos. “Do lado da saúde, não está passando segurança. Do lado da economia, as coisas não andam.”
As empresas esperam clareza do governo para evitar que seus recursos não acabem sendo mal utilizados, afirma Pedro Passos, cofundador da gigante dos cosméticos Natura. “Sem a liderança e o chamamento do governo, fica o temor de que essa ajuda seja de pouca valia. O governo tem de dizer o que o empresário deve fazer: é para emprestar caminhão para carregar vacina, treinar gente, contratar consultoria, planejar logística?”, questiona Passos.
Veja o que pensam os presidentes das principais confederações do Brasil:
José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic)
Estamos reforçando uma campanha interna para estimular a vacina, para que todo mundo brigue por ela. Que não abaixe a guarda agregada à vacinação. Em hipótese alguma os empresários estão escondidos. Eles estão botando a sua cara, provocando as discussões dos problemas atuais. Hoje, a gente vive uma crise que passa pelo Executivo brigando com o Executivo estadual e municipal. Judiciário entrando na seara do legislativo e do Executivo. Legislativo preocupado com a eleição da Câmara e do Senado, desde a metade do ano passado, e que nada aconteceu nesse período. As instituições, que deveriam representar o cidadão, estão omissas. As várias instituições estão muito mais preocupadas com a sua sobrevivência do que o cidadão. Estamos botando a cara, mas não somos Legislativo, Judiciário e nem Executivo Federal e estadual. Existe uma omissão de gente que está olhando para o seu umbigo em vez de olhar para o cidadão. A eleição de 2022 está atrapalhando. Está havendo uma disputa de poder entre os Poderes e esquecendo o cidadão. É ele que precisa de emprego, vacina e proteção. Que se juntem e criem um País decente.
José Roberto Tadros, presidente da Confederação Nacional de Comércio (CNC)
Eu disponibilizei toda a capilaridade do nosso sistema, que está em 2.600 municípios para que se efetive a vacinação dos brasileiros onde nós temos as nossas unidades. Temos dois braços, o Sesc e Senac, e eles estão em mais da metade dos municípios brasileiros. Estaríamos disponibilizando nossas equipes, nossos espaços físicos para um melhor atendimento. Se for só nos prédios públicos, vai haver uma quantidade de filas enormes quando chegar o momento de vacinação. Nós empresários do comércio estamos procurando dar apoio e colaboração no sentido de botar nossa equipe, mão de obra, para a vacina. Essa demora da vacina não é boa porque a cada dia enterramos nossos irmãos brasileiros. Espero que rapidamente se resolva. Entendemos que nada irá acontecer nesse País, enquanto a população não estiver vacinada. Até porque muita gente não compreendeu a gravidade dessa pandemia. Há aglomeração em todo canto, desprezo à máscara. O que eu vejo é que os outros países já estão vacinando e o Brasil é o quinto País mais populoso do mundo. Espero que o governo consiga resolver as pendências. Quem mais sofre são os menos favorecidos, que vivem de subemprego, que criaram as microempresas individuais e do próprio comércio. Estamos regredindo no nosso PIB e caindo o poder aquisitivo, as multinacionais estão saindo do País. Na economia, defendo a prorrogação do auxílio e um novo Refis para o empresariado. Deveria prorrogar o auxílio por mais 90 dias e dependendo do andar da carruagem renova de 30 em 30 dias.
Luige Nese, presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS)
A vacina é importante para voltar o equilíbrio da economia. O que precisamos e vamos tentar saber é escutar das autoridades quais são as orientações que temos que dar aos nossos funcionários, entidades, para que divulguem onde vai ser feita a vacinação. Isso é primordial para que possamos divulgar e dar todo apoio necessário para isso. Quem deve fazer isso é o Ministério da Saúde que está fazendo a distribuição. Uma cartilha orientadora de como vai ser a vacinação para não criar expectativas vãs. Tem muita gente já querendo entrar na fila do SUS e não se sabe como fazer isso. Espero que o Ministério da Saúde e os próprios governos estaduais para orientar a população. Essa questão política pode criar problemas para a vacinação, mas acredito que isso vai ser superado imediatamente. O que interesse agora é ter vacinas. O governo tem que fazer um projeto de quais são as facilidades que a economia tem para criar emprego. Se fizermos o dever de casa, a desoneração da folha, vai incrementar o emprego.

Rafael Lucchesi, porta-voz da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
No mundo inteiro, e no Brasil não será diferente, são os governos que lideram essa agenda. O governo brasileiro tem um plano nacional de imunização, liderado pelo Ministério da Saúde, que coordena o SUS. A posição da CNI é que entendemos que a vacina é uma prioridade absoluta para dar segurança aos indivíduos como também do resgate da normalidade social, econômica e produtiva. A vacina é um pressuposto da ciência que é caminho comprovado para atender as necessidades humanas em relação à grave doença. É super importante que os problemas em relação ao desgargalamento em relação à produção industrial das duas vacinas, que compramos, sejam resolvidos. Tem que ser a prioridade número zero do governo federal. Oferecemos reiteradas vezes os nossos locais físicos para a vacinação e nós fizemos chegar às autoridades públicas e estamos à disposição. O Sesi tem uma enorme capilaridade.
José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast) e vice-presidente da Fiesp
Nós imaginávamos que haveria uma convergência de que medidas corretas fossem tomadas não só para mitigar a pandemia como também do lado econômico. Mitigar a pandemia é um plano robusto, organizado, sabendo que não é algo fácil, que vai demorar, mas que pelo menos passasse para a população segurança, tranquilidade que independentemente da gravidade pelo menos estava sendo bem administrada. Iniciamos o ano e isso não está bem acontecendo. A organização no Brasil está ruim, cheia de imprevisto e com falta de planejamento. Do lado da saúde, não está passando segurança para a população. Do lado da economia, as coisas não andam. Está parado, não avançam, fechando fábricas, ninguém investe. Numa situação como essa, não voltaremos a ter emprego. É muito preocupante. Sem previsibilidade não tem ações para voltar a economia. O movimento Reforma Já tem de diferente é que não dá mais para esperar. Empresas indo embora, aumentando imposto. Precisamos das reformas administrativa e tributária.

Adriana Fernandes e Fernando Scheller / TERRA 22 JAN2021

O novo empreendimento vai se chamar Park Shopping Boulevard e as obras estão aceleradas em um terreno na BR 116, na Linha Verde, ao lado do viaduto do Xaxim, em Curitiba. A inauguração está prevista para abril. O projeto foi concebido para proporcionar facilidade de locomoção e acesso à todos os setores. “Um dos diferenciais do Park Shopping Boulevard é que todas as opções de compras, lazer, entretenimento e alimentação ficarão num mesmo piso, já que o empreendimento é horizontal, projetado para facilitar a circulação de seus frequentadores”, revela a diretora comercial Lucila Peyerle.
Os espaços já estão sendo comercializados e quem tiver interesse, pode obter mais informações no site www.parkboulevard.com.br.
O novo shopping terá 250 lojas, em uma área construída de 25 mil m² e vai gerar 1.300 empregos diretos, podendo chegar a 2.500, indiretamente. Estão previstas sete salas de cinema, premium, além de academia e praça de alimentação. Serão 1.500 vagas de estacionamento. Os investidores apostam no desenvolvimento da região, que tem grande fluxo de trânsito e conexão com vários bairros e municípios da região metropolitana de Curitiba.
Serviço:
Telefone:(41)35210103
E-mail: contato@parkboulevard.com.br
Site: www.parkboulevard.com.br/home
Endereço: BR-116, 16.303 – Xaxim – Curitiba/PR

O ano de 2020 foi bastante difícil para o setor calçadista brasileiro. Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o setor pode ter perdido 21,8% da sua produção em 2020, retornando a patamares de 16 anos atrás [dado oficial, do IBGE será divulgado até o final de janeiro]. Na exportação a queda foi de 18,6%, pior número desde 1983. Já para 2021, a estimativa é de incremento tanto em produção (+14,1%) quanto na exportação de calçados (+14,9%). O crescimento, porém, não será suficiente para recuperar o tombo verificado no ano passado.
Quanto à produção de calçados, a queda no acumulado até novembro foi de 23,4% (para 654,1 milhões de pares fabricados), sendo que o ano deve fechar com uma queda de 21,8%, indicando pequena melhora no último mês de 2020. “Fecharemos o ano com a produção de 710 milhões de pares, nível registrado em meados dos anos 2000”, destaca Haroldo Ferreira, presidente-executivo da entidade. Para 2021, a expectativa é de que o setor cresça 14,1% sobre a base fraca do ano passado (para 811 milhões de pares). “Porém, ainda que a estimativa se realize, estaríamos 10,3% abaixo do desempenho de 2019 (908 milhões de pares), na pré-pandemia”, projeta.
. Ele revelou que a entidade encaminhou um ofício para as federações de indústrias dos principais polos calçadistas do país para estudar a possibilidade do Sesi promover vacinação nas fábricas. De acordo com Ferreira, a própria Confederação Nacional da Indústria (CNI) está negociando com o Ministério da Saúde uma ação nesse sentido.

Indústria brasileira produziu 200 mil pares a menos no ano passado

Único mês de 2020 com resultado superior ao de 2019, novembro incrementou em 6,7% o faturamento da indústria de calçados frente ao mesmo mês do ano passado. Em coletiva de imprensa promovida em formato online pela Abicalçados nesta quarta-feira (13), o presidente executivo, Haroldo Ferreira, destacou que o impulso veio das exportações. Ainda assim, durante o ano as fabricantes reduziram a produção em 200 milhões de pares, se comparado a 2019. “A queda de produção frente ao ano passado seria maior, mas em função deste crescimento de novembro, ficou em 21,8%.” Segundo dados da Abicalçados, ao todo foram fabricados 710 milhões de pares de calçados.
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Durante a apresentação das projeções e as pautas prioritárias do setor para 2021, o presidente do Conselho da entidade, Caetano Bianco Neto, ressaltou que o resultado de 2020 significa um retrocesso de 16 anos. “Equivale à produção de 2004/2005. Diferente do Brasil, outros polos produtores de calçados tiveram um impacto menor em meio à pandemia de Covid-19, destacou Ferreira. Dentre os países que mais sofreram, a Índia e o Vietnã superaram o Brasil em mais de 20%.
“Mesmo que sem fechamento do comércio, e com a vacinação da população ocorrendo, não acreditamos que vá ter aquecimento em 2021”, emenda Ferreira. “Devemos ter um ano melhor que 2020, mas ainda enfrentaremos dificuldades.” Ainda assim, a entidade projeta um crescimento de 14,1% na produção em 2121, com a fabricação de 810 milhões de pares. “Mas para se mensurar é preciso salientar que esta produção representa apenas 19,3% do que se produziu em 2019”, destaca Bianco Neto.
Dentre as mudanças que “vêm para ficar” nos negócios das fabricantes nacionais, o e-commerce foi o canal adotado pela maioria das marcas. “O meio digital facilita para o comprador”, opina o presidente da Abicalçados. Ferreira informou que os preços das novas coleções que chegam ao mercado brasileiro estarão “corrigidos” em torno de 10%. “Tivemos reajustes superiores a isso nos insumos. Esperamos não precisar que ocorra uma nova correção.” Dentre as pautas que a entidade deve trabalhar em prol do setor no decorrer de 2021, a principal será o extensão do direito antidumping contra o calçado chinês. “Além disso, defenderemos a reforma tributária e administrativa e já estamos trabalhando para diminuir as importações”, afirma Ferreira. “Estes são os caminhos para gerar mais empregos no País e para reduzir o custo Brasil, propiciando ao setor maior competitividade internacional.”

fonte: MARCOS GRACIANI 14/01/2021 Amanha Digitg./ JC Adriana Lampert